Página voltada para RESPONDER as principais Questões levantadas por Ateus, Agnósticos e Céticos, bem como falsos argumentos contra a existência de Deus. Abordamos questões científicas, históricas, arqueologicas, filosóficas e Bíblicas a partir de um ponto de vista Teísta. Um acervo de mais de 300 questões levantadas por Céticos, eles perguntam, nos respondemos...

300 teses


PELA RAZÃO E LÓGICA

Introdução: Os Ateus tem muita fé!

Céticos fazem a afirmação verdadeira de que, na verdade, não se pode fazer afirmações verdadeiras. Dizem que a verdade não pode ser conhecida mas, então, afirmam que sua visão é verdadeira. Não é possível ter as duas coisas ao mesmo tempo. "Não existe verdade!" (isso é verdade?); "Toda verdade é relativa!" (essa verdade é relativa?) e "Você não pode conhecer a verdade!" (então como você sabe isso?). Basicamente, qualquer declaração que não possa ser afirmada (porque contradiz a si mesma) deve ser falsa. Os relativistas são derrotados por sua própria lógica. Por exemplo: Bem, você tem certeza de que Deus não existe? Se os céticos dizem que não é possível saber nada com certeza, então como você pode saber isso com certeza? Como você sabe com certeza que não se pode saber nenhuma coisa com certeza? Você não pode ser cético sobre tudo, porque isso é equivalente a dizer que você duvida do ceticismo, mas quanto mais você duvida do ceticismo, mais seguro se torna. A moral da história é que o Ateísmo e Ceticismo como um todo são afirmações falsas em si mesmas.

As pessoas normalmente obtêm suas crenças proveniente dos pais, dos amigos, da religião de infância ou da cultura às vezes, elas formulam suas crenças baseadas apenas nos sentimentos, embora tais sentimentos possam ser verdadeiros, também é possível que não o sejam. A única maneira de estar razoavelmente certo é testar as crenças por meio das evidências. Isso é feito por meio da utilização de alguns princípios encontrados na lógica e na ciência. Então, por que uma pessoa deveria acreditar em alguma coisa? Porque existem evidências que apóiam suas crenças e porque as crenças têm conseqüências. A forma de vida mais simples contém uma quantidade de informações equivalente a mil enciclopédias. Os TEISTAS ou não-céticos acreditam que a existência da forma de vida equivalente a mil enciclopédias, é proveniente de um criador que transcendente a gráfica, e por isso tem Deus como a melhor explicação para tal, ou seja, ele é aceito como um princípio, já os ateus acreditam que forças naturais não inteligentes podem fazê1o por mero acaso. Os Céticos acreditam que algo pode surgir do Nada e o Nada pode formar algo, portanto, alguma coisa surgiu do nada (a origem do Universo); A ordem surgiu do caos (o projeto do Universo regular e simétrico); A vida surgiu de matéria inorgânica (o que significa que a inteligência surgiu da não inteligência e a personalidade surgiu da não personalidade, o SER surgiu do não SER); Contudo, o ateísta não consegue demonstrar empiricamente como o universo e sua leis surgiram pela simples atuação de leis naturais, (leis essas, que nem existiam antes do Universo ser Criado) por isso os cientistas constantemente, por falta de evidências, se apóiam na crença no natu-ralismo filosófico, a qual requer tanta fé quanto o Teismo.

O naturalismo ateísta reduz o homem a uma máquina, sujeito ao de-terminismo biológico de genes egoístas, não fornece base para tornar significativas as decisões pessoais (tudo veio do acaso, logo, não há um propósito para a existência humana); Ao contrário da convicção popular de que só o criacionismo se apóia no sobrenatural, o naturalismo também deve apoiar-se, porque as probabilidades de formação de vida ao acaso são tão pequenas, que "exigem um milagre de Geração Espontânea", equivalente ao Argumento Teológico. Se a geração expontanea ou o Naturalismo são fenômenos improváveis, mas de alguma forma aconteceram, logo é preciso uma enorme quantidade de fé para acreditar que a primeira criatura unicelular tenha se formado pelas leis naturais que se formaram apartir do nada, e isso é como acreditar que mil enciclopédias surgiram com base em uma explosão numa gráfica! Os ateus não podem nem mesmo explicar a origem da gráfica, quanto mais das mil enciclopédias.

Portanto, os argumentos que apontam para a existência de um, primeiro motor, um ser necessário, uma causa primaria, um legislador inteligente, que no passado finito, pôde transformar o nada em algo, fazer o ajuste preciso do universo, afim de que toda a matéria se comporte de certa maneira, em constante regularidade e simetria, proporcionando assim o surgimento de vida inteligente, são mais plausíveis do que aqueles que apontam para a negação por isso, nós não temos fé suficiente para sermos ateus.
1. Em relação à crença em Deus, os Céticos tomam decisões através do conhecimento, deduções lógicas e a razão, e conclui-se que Deus não existe. Os teístas, ao contrário, parte da fé, que é irracional.

A crença cética ou ausência de crença é baseada na razão? Quem disse? Ate hoje, um cético, nunca conseguiu provar que usa a razão com maior eficiência do que um não Cético. Esse tipo de argumentação chama se falsa dicotomia entre ciência e fé, que leva a associação forçada entre ciência e ateísmo. A falsa dicotomia tem como objetivo programar no cérebro, um salto lógico, nesse caso, supor que se está do lado da razão, e seu adversário não. Quando a falsa dicotomia está enraizado em suas mentes, estes, não possuem critérios para defender as dicotomias que alegam, conclusão: São vítimas de manipulação mental e psicológica, e dependendo do nível da lavagem cerebral, pode ser de potencial danos ao raciocínio. Assim segue-se acreditando que Ateus estão do lado da ciência e razão, e o seu adversário está do lado de mitos idiotas e irracionais! Depois que essa falsa dicotomia fica empreguinado no cérebro, dificilmente é apagada! Portanto, o cético precisa provar qual argumento em específico demonstra que a alegação teísta é ausente de coerência e evidências. Quem tem o ónus de demonstrar, é sempre quem acusa/afirma/alega/declara, seja existência, seja inexistência, caso contrário, não é um debate mas um julgamento injusto.

2. Quer dizer então que você tem amigos imaginários? Sim, pois você acredita em Deus!

A definição de amizade é a relação afetiva recíproca entre dois humanos, construída a partir de atos de cooperação e compartilhamento de experiências diretas, onde ambos vão adquirindo conhecimento sobre o outro. A definição de Imaginário é a faculdade de inventar, criar, conceber restritamente pessoal, individual e não compartilhada, sendo assim, a existência alegada é física e pessoal enquanto Deus é uma entidade universal e compartilhada globalmente, Deus não é físico e nem  circunstancial portanto, Deus não está enquadrado no fator. Alem do mais, existem argumentos racionais, lógicos e várias evidencias para a existência de Deus o mesmo não acontece para amigos imaginários. Para dizer que são a mesma entidade, seria necessário apresentar argumentos tão fortes quanto foram apresentados e diagnosticados por psicólogos, acerca dos amigos imaginários. Todavia, nenhum psicólogo até hoje apresentou com êxito tais relações entre Deus e o diagnóstico de amigos imaginários. Alem do mais, o fato de você reconhecer que existem alguns seres que são puramente imaginários não faz TODOS os seres do qual você não tem certeza serem puramente imaginários. Logo se percebe que toda esta retórica ateísta é apenas isto, retórica e apelo emocional.

3. Assim como você usa a Bíblia para provar a existência de Deus, eu uso Harry Potter para provar que bruxos existem!

Mas quem disse que a existência da Bíblia era uma prova irrefutável da existência de Deus? A existência de Deus é definida filosoficamente ANTES da discussão da validade da Bíblia que, por sua vez, é discutida no plano teológico. Por isso, sua crítica dirigida não tem o menor fundamento.

4. Qual a diferença entre acreditar em Deus e acreditar em fadas e duendes?

Diferente de fadas, a existência de Deus pode ser demonstrada racionalmente, através de argumentos como o Fine Tuning, ou o Cosmológico Kalam! Você pode me demonstrar argumentos lógicos para a existência de fadas? Você pode me indicar pelo menos 1 livro de que ofereça argumentos para a existência de fadas? Credita-se que o primeiro autor a mencionar "fadas" tenha sido Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. Duendes seriam personagens da mitologia européia, nomeadamente península ibérica. Porém, a origem da ideia "DEUS" não pode ser rastreada! Quem criou a ideia "DEUS"? Foi a Bíblia? Muito tempo antes da Bíblia começar a ser escrita, a crença em Deus já existia!  Diferente da crença em fadas ou duendes, o fenômeno DE DEUS é UNIVERSAL! Desde o começo dos tempos, o ser humano cria algum meio de interagir com o Absoluto! Assim, surge as bases das religiões arcaicas. TODAS as civilizações da História humana possuíam a crença em um Ser superior.

5. Se Deus existe como posso não admitir que Unicórnios cor de rosas não existam? Afinal, o Unicórnio Cor-de-Rosa é inaudível, intangível e invisível, e algo desse tipo não tem como ser provado falso. Aliás, o Unicórnio não pode ser "detectado", ele só pode ser vislumbrado espiritualmente no mundo do faz-de-contas.

Não há argumentos filosóficos (cosmológico, teleológico,etc) para o unicórnio. Se houvesse, então estaríamos tratando do mesmo Ser (projetista,criador). Para que algo seja considerado uma verdade é necessário que haja fatos, é preciso mostrar os documentos onde é relatado a existência do deus unicórnio rosa, é vital que nesses documentos contenham a origem e onde é fundamentada crença com fatos históricos e arqueológicos para existência desse deus unicórnio. A partir daí inicia se um debate.

5.1 Quando você era criança também acreditava em bicho-papão, porque deixou de acreditar?

Não conheço nenhuma civilização baseada em bicho-papão
Não conheço nenhuma religião que considere o bicho-papão um ser divino
Nunca ouvi uma pessoa dizer que foi transformada pelo bicho-papão
O bicho-papão não constitui o dilema existencial humano desde sempre
Nenhuma tradição de pensamento humano se ocupa com o bicho-papão
Nenhum gênio da humanidade viveu atormentado por causa do bicho-papão
O bicho-papão não se sustenta num texto considerado sagrado por mais da metade da população mundial, escrito ao longo de 2 mil anos, por 40 autores diferentes
Não existe quem atribua a existência do universo ao bicho-papão
Jamais alguém defendeu sua fé no bicho-papão com a própria vida
Nenhuma das virtudes humanas é associada ao bicho-papão
O bicho-papão não é uma crença universal e atemporal
O bicho-papão não ajuda a explicar o mundo em que vivo
O bicho-papão não ajuda a explicar a complexidade da raça humana
O bicho-papão não ajuda a explicar o homem que sou

6. A existência de Deus é extremamente improvável.

Quão improvável? Fred Hoyle, astrônomo e agnóstico popular que escreveu Evolution from Space (1981), propôs que a probabilidade era uma chance em 1040,000 ("a mesma probabilidade de que um tornado se arrastando por um ferro-velho poderia montar um Boeing 747") ou ainda, a probabilidade da vida surgir por acaso é comparável a 1050 pessoas cegas resolvendo um cubo de Rubik no mesmo momento. – Harold Morowitz, um famoso físico da Universidade de Yale e autor de Origin of Cellular Life (1993), declarou que a chance de qualquer tipo de geração espontânea era uma em 10100,000,000,000. – Francis Crick, um ateu e co-descobridor da "estrutura do DNA" em 1953, chama a vida de "quase um milagre". Ele não poderia racionalizar as implicações metafísicas da sua descoberta do DNA, por isso desenvolveu sua teoria de "esporos de vida" na década de 1970. – Por falar nisso, cientistas de várias disciplinas geralmente fixam o seu "Padrão de Impossibilidade" em uma chance a cada 1050 (1 em 100,000 bilhões x 4 ). Para se ter idéia, a vida orgânica é baseada em um código de informação tão complexo quanto os códigos de software de hoje, essa informação não pode surgir por acaso. – Chamemos nosso universo de alpha: a probabilidade de que alpha seja perfeitamente ajustado para a vida é astronomicamente baixa, mesmo sendo provável que um ou outro universo seja perfeitamente ajustado, é claro que nosso universo teria que ser perfeitamente ajustado, visto que nós vivemos nele. Então se propõem que a existência de uma causa primária inteligente, ou Legislador a qual intitulamos Deus é improvável, precisamos de um argumento descente que ateste a impossibilidade absoluta da não existência de uma causa primária inteligente com os atributos de Deus, e até hoje, ninguém apresentou um argumento decente nesse ponto. – Deus pode ser demonstrada racionalmente, através de argumentos como o Fine Tuning, ou o Cosmológico Kalam, Causalidade, Ordem, Design, Instruções Codificadas, Complexidade Irredutível, Dualidade, Etc. Você pode me demonstrar argumentos lógicos para ainda que haja uma excessiva (se não infinita) quantidade de tempo O NADA SER CAPAZ DE PRODUZIR ALGO? ACASO PODE SAIR ALGO DO NADA? Você pode me indicar pelo menos 1 livro que ofereça argumentos para a impossibilidade absoluta da inexistência de uma CAUSA PRIMÁRIA inteligente por detrás da complexidade da existência? Posso lhe indicar John C. Lennox, Fred Heren-Física e cosmologia, Alvin Platinga, William Lane Craig, Richard Swinburne, Aristóteles, Descartes, Tomás de Aquino, etc.

7. Deus é apenas uma projeção da consciência humana, realmente não há provas que exista alguém “lá fora”, nem existem evidências lógicas, racionais e coerentes para existência de nenhum Deus. Por isso não faz sentido acreditar que exista qualquer Deus.

Acaso pode sair algo do nada? Alguém pode provar que o nada pode criar algo? Não há efeito sem causa. Procure a causa de tudo o que não é obra do homem e a razão o responderá. Para crer em Deus é suficiente lançar os olhos às obras da criação. O universo existe; ele tem, portanto, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa, e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa. Vários estudiosos já apontaram diversas evidencias, William Lane Craig, propôs A criação do universo: Se Tudo que começa a existir tem uma causa, o universo começou a existir, Portanto, o universo teve uma causa. Gottfried Willhelm Leibniz propôs o Argumento da contingência: Por que existe algo ao invés de nada? Tudo o que existe possui uma explicação de sua existência, seja na necessidade de sua própria natureza ou numa causa externa, o universo existe, se o universo possui uma explicação de sua existência, esta explicação é uma causa externa, transcendental. A conclusão depende da premissa de que o Universo não existe como um objeto necessário. O contrário nunca foi provado, portanto é racional aceitar esta premissa. Tomás de Aquino propôs o Argumento Cosmológico: Todo ser finito tem uma causa e nada finito pode causar a si mesmo, uma cadeia causal não pode ser de comprimento infinito portanto, uma Primeira Causa (ou algo que não é um efeito) deve existir. A Esta causa convenciona-se chamar Deus. Veja como Deus oferece a melhor explicação para a existência do universo e tudo que nele existe. (A teoria ateísta é que "nada" explodiu e resultou em tudo o que vemos.) – Ordem. Deus oferece a melhor explicação para noções abstratas de números, fórmulas matemáticas, processos químicos e leis naturais. (A teoria ateísta é que os primeiros elementos caóticos se organizaram em sistemas de informação complexos.) – Design. Deus oferece a melhor explicação para a complexidade absoluta e inerente dos sistemas cosmológicos, estelares, planetários, químicos e biológicos. (A teoria ateísta é que o acaso projetou o design aparente.) – Instruções Codificadas. Deus oferece a melhor explicação para o código digital do DNA que controla as funções de toda a vida na terra e são por ele contidos. (A teoria ateísta é que um código complexo, como o código binário executado por computadores, pode passar a existir sem qualquer tipo de programação, teste e depuração do processo.) – Complexidade Irredutível. Deus oferece a melhor explicação para o pleno funcionamento dos organismos, sistemas e subsistemas biológicos que não poderiam acontecer por meio de processo evolutivo gradual sem deixar de existir totalmente em níveis evolutivos mais baixos. (A teoria ateísta é que os sistemas biológicos tomaram saltos enormes e invisíveis do simples ao complexo sem qualquer processo guiado ou instruções progressistas.) – Dualidade. Deus oferece a melhor explicação para as funções separadas do cérebro humano e da consciência (matéria e mente). (A teoria ateísta é monismo - só a matéria existe e o cérebro humano tem apenas a aparência de ter uma habilidade subconsciente separada.) – Moralidade. Deus oferece a melhor explicação para a existência do amor, emoção, altruísmo e valores inerentes morais/éticos em todo o mundo. (A teoria ateísta é que os processos materialistas evoluem a uma maior consciência humana sem qualquer guia.)

8. Não há provas científicas da existência de Deus!

A ciência é observação e limita-se ao mundo natural, enquanto o conceito de Deus aplica se a um domínio sobrenatural, portanto não pense que a ciência proponha explicar o que não compete a ela. Os grandes cientistas afirmam, a ciência não pode e nem quer ter todas as respostas. Deus é aceito como um princípio, assim como na ciência existe um princípio aceito, dentre muitos, que é a universalidade das leis físicas. Nós não sabemos se as leis da física valem em todo o universo, mas ACEITAMOS isso racionalmente, pois sem isso a ciência não acontece. Assim como se aceita tal princípio da ciência, de forma racional, aceitamos Deus também de forma racional. Pois veja bem, se eu afirmo “Não há provas biológicas de que o Sol existe”, eu poderia concluir que o Sol não existe? Provavelmente você daria uma gargalhada bem alta e diria:“- Que idiotice! Então o sol não existe porque não se tem provas biológicas da existência dele?” Eu diria: - “Isso! Qual o problema?”. Você diria: - “Meu amigo a biologia se propõe a estudar os seres vivos. O Sol não é um ser vivo. Logo, a Biologia não é a ciência que estuda o Sol” Qual seria então a ciência que se proporia a isto? Vamos ver: A cosmologia: Deus é um astro? A Matemática: Deus é um número? A Física: Deus se manifesta de forma física? A Arqueologia: Deus é um objeto? Qual método científico é aplicável neste caso? Quer saber a resposta? Nenhum! Nenhum método científico conhecido pode provar a existência de Deus. Não porque Deus não exista, mas pelo simples fato de que nenhum deles tem o método para fazê-lo. Eles podem apenas, mostrar evidências, não provas. Os meios que temos de conceber o conhecimento acerca de Deus se dão por meio da Razão (que é berso da ciência), lógica (que é mais ampla do que a ciência), Metafísica (que está além da física ou ciência natural), Teologia (que é manifestações sociais do legislador), e da experiência mística ou espiritual. Concluindo: "Então você concorda que não há provas científicas de que Deus existe?" Sim, do mesmo modo que o Sol também não existe biologicamente falando. Portanto, a ciência é observação, uma teoria que não pode ser observada, como a teoria da Evolução por exemplo, não é cientifica? É essa a lógica? Se a existência de um legislador não pode ser observado pela ciência, isso implica que a existência de Deus é anti-científicas? Se a Ciência não observa Deus, logo Deus não pode existir?  É essa a lógica? É obvio que não! A ciência é uma descrição do mundo empírico, e a Fé é formada por uma base metafísica; A Academia Nacional de Ciências CONCORDA com a avaliação de que Deus não é um assunto científico, alem do mais, a ciência não exclui Deus na explicação das causas do universo.

9. O fato da ciência não ter todas as respostas, não prova a existência de Deus. Apenas a razão e argumentos lógicos, sem a ciência, não são suficientes para provar a existência de nenhum Deus! Tudo não passa de especulações e conjecturas relativas, mas nenhum fato provável!  Por que então devo acreditar em Deus?

Porque os argumentos e evidências que apontam para a sua existência são mais plausíveis do que aqueles que apontam para a negação. A matemática por exemplo é provada apenas pela razão e lógica sem a ciência, e é aceita como verdade! Alem disso, vários argumentos dão força à idéia de que Deus existe. Ele é a melhor explicação para a existência de tudo a partir de um momento no passado finito, e também a para o ajuste preciso do universo, levando ao surgimento de vida inteligente. Deus também é a melhor explicação para a existência de deveres e valores morais objetivos no mundo. Com isso, quero dizer valores e deveres que existem independentemente da opinião humana. A razão é muito mais ampla do que a ciência. A ciência é uma exploração do mundo físico e natural. Uma série de fenômenos que para a Ciência de ontem parecia simples alucinação, hoje constitui realidade comprovada. Só as mentalidades rigidamente fechadas à investigação nesse campo, e por isso mesmo anti-científicas, dominadas por preconceitos e idiossincrasias pode se restringir aos limites da ciência. A razão, por outro lado vai além, aliás, a razão sempre foi o berso da ciência, sem razão não haveria ciência alguma. Pela razão inclui se, elementos como a lógica, a matemática, a metafísica, a ética, a psicologia e assim por diante. Parte da cegueira de cientistas naturalistas, como Richard Dawkins, é que eles são culpados de algo chamado ‘cientismo’. Como se a ciência fosse a única fonte da verdade. Não acho que podemos explicar Deus em sua plenitude, mas a razão é suficiente para justificar a conclusão de que um criador transcendente do universo existe e é a fonte absoluta de bondade moral.

10. A Razão é um processo primário e não dispõe de recursos para uma penetração profunda no real, o que leva o racionalismo a conclusões apressadas e superficiais, sobre questões complexas!

Essas alegações é que são realmente superficiais, pois a Razão não funciona isolada, nem poderia assim funcionar, desde que está naturalmente ligada a toda a estrutura biopsíquica do homem. Situada na mente supraliminar ou mente de relação, a Razão tem suas raízes na mente subliminar ou inconsciente, de onde provêm as condições prévias das categorias racionais. Bastaria esse fato, para provar o absurdo da luta contra a Razão, em nome de poderes mais amplos e profundos da natureza humana. Aqueles que se referem à Mente Divina desenvolvida pela fé, tentando reduzir a Razão a uma função inferior do homem, através de sua mente limitada, cometem dois erros graves. Esquecem-se de que o conceito de divindade, na própria tradição judeu-cristã, aplica-se também à natureza espiritual do homem, e negam a capacidade do espírito para a percepção das realidades extra-físicas, o que vale dizer metafísicas.

11. O Universo possui uma causa, que já foi provado ser o Big Bang, argumentos lógicos não provam que Deus o criou, tão pouco que ele exista.

Mas pode-se deduzir algumas características necessárias desta causa. Primeiro que ela é imaterial e atemporal, pois afinal ela causou o surgimento da matéria e do espaço-tempo; Segundo, que é inimaginavelmente poderosa, já que foi capaz de criar o Universo; terceiro que deve ser um Ser pessoal. Em suas palavras: “A única maneira de ter uma causa eterna, mas um efeito temporal é se a causa for um agente pessoal que livremente escolhe criar um efeito no tempo.” Existem duas objeções comuns a este argumento: a primeira é que não há certeza absoluta de que o Universo começou a existir, ou se sempre existiu. Mas nunca teremos certeza absoluta, afinal a ciência não lida com verdades absolutas. Até onde sabemos hoje em dia, tudo indica que o Universo teve sim um começo, no evento conhecido como Big Bang. Esta é uma teoria científica que, ao contrário do que muitos pensam, é um ponto a favor para a existência de Deus. O Universo encontra-se estruturado de acordo com leis físicas, quanto mais descobrimos sobre o universo, mais vemos que ele é governado por leis racionais e não caóticas, por isso, ele pode ser estudado racionalmente. A ordem e a racionalidade inerentes ao Universo, juntamente com a sua extrema complexidade, apontam para a existência de um legislador cósmico. A existência de um Criador como base primária da matéria é bastante acentuado no próprio fato dos cientistas afirmarem que existem as leis da natureza ou "leis" naturais ou seja, “lei” refira-se  a   todos   os   corpos   se comportem  de   certa  maneira e à constante regularidade ou simetria na  natureza que sugere que exista uma Legislador. A existência de um complexo universo físico no tempo finito ou infinito é algo grande demais para a ciência explicar.

12. Se os crentes aceitam que Deus sempre existiu, por que eles não aceitam que o universo sempre existiu?

O Universo é algo físico. Não há nenhuma comprovação física até hoje de que o Universo tenha existido sempre. Pelo contrário, as evidências apontam para o Universo tendo um começo. O argumento cosmológico para a existência de Deus pode ser enunciado da seguinte maneira: 'Tudo que começa a existir possui uma causa. O Universo começou a existir, portanto tem uma causa. Esta causa deve ser imaterial e atemporal, ou seja, ser externa ao Universo, e também incrivelmente poderosa, para ser capaz de causar o Universo. A Esta causa convenciona-se chamar Deus.' O fato de Deus ter sempre existido é uma consequência direta do fato de Ele ser atemporal, ou seja, não estar limitado ao tempo.  Quem criou a matéria deve estar fora do tempo, e do espaço necessariamente, esses são os requisitos mínimo! Pois a matéria está sujeita ao tempo, portanto ela tem fim. O legislador deve estar fora do tempo, do espaço, e da matéria, caso contrário, este não pode ser o Criador da matéria!

13. Por que necessitamos de uma Causa “não-causada”? Por que não poderia haver uma série infinita de causas, sem uma causa inicial para tudo o que  existe?

O agente criador da matéria deve ser atemporal e imaterial, seguindo a lógica cientifica! Nenhum Agente material pode se autocriar ou sempre ter existido, a menos que ele seja atemporal! Requisito mínimo! SUA LOGICA É TOTALMENTE ANTI-CIÊNTÍFICA. Tem que haver, obrigatoriamente, algo não-causado, algo do qual todas as coisas que precisam de causa eficiente para existirem sejam dependentes. Do contrário, haveria uma sucessão de causas infinitas, sem que houvesse uma causa inicial (primária). Tudo o que existe teve um começo: portanto, tem de haver uma causa primeira para que tudo existisse. Entretanto, a causa primária só seria a “Primeira Causa” não sendo causada por nenhuma outra; se houvesse algo que a causasse, haveria Causas anteriores a ela (este 'algo'), e ela não seria a “primeira”. Portanto: A “Primeira Causa” não pode ter nenhuma causa anterior a si; não poderia haver algo que a causasse. Somente assim, ela pode ser a causa inicial: tendo sido uma causa 'não-causada'. Assim, necessitamos de uma Causa não-causada, e não poderia haver uma série infinita de causas, sem uma causa inicial para tudo o que existe. Uma causa que foi capaz de gerar - além de coisas e seres inanimados, - seres animados, racionais e inteligentes, não poderia ser simplesmente “uma coisa” (como se pode pensar), mas tem de ser necessariamente, “um Ser” racional e inteligente, visto que nenhum efeito é maior  que sua causa. Por que então, uma causa que gera seres racionais e inteligentes, seria irracional e não-inteligente?

14. Mas por que deveríamos chamar essa Causa de Deus? Talvez exista algo desconhecido de nós que dê base para o universo mutável no qual vivemos.

O que nós humanos conhecemos diretamente, pelos nossos sentidos, é o mundo mutável em que habitamos. Também sabemos que é necessário existir algo para que o universo exista. Portanto, sabemos que esse universo mutável (o todo ou qualquer parte dele) não pode ter em si próprio o que é necessário para promover sua existência. A causa das coisas mutáveis não poderia ser uma outra coisa mutável ou natural, como por exemplo, um átomo primordial, pois outra coisa mutável, natural e finita exigiria uma causa anterior a si e, consequentemente, uma sequência sem fim de causas, e não haveria uma que as precedesse. Pense: Como Algo poderia estar fora do universo se fosse igual a tudo que existe no espaço, no tempo e na matéria? Não temos um conhecimento direto sobre a Causa das coisas mutáveis; sabemos apenas que é necessário existir uma Causa e que essa Causa não pode ser finita nem material – que ela tem de transcender tais limitações, e consequentemente, ser sobrenatural. Logo, o que essa Causa é em si permanece, até então, um mistério. Entretanto, as evidências investigadas também contribuíram para o conhecimento real de que o universo foi criado e é mantido por uma Causa que não possui os limites da matéria e do tempo, que transcende o tipo de existência que nós humanos conhecemos diretamente.

14 b. Grandes Afirmações Requerem Grandes provas.
SIM É CONCENSO A EXISTENCIA DE DEUS, DESDE A FUNDAÇÃO DA HUMANIDADE é aceito como um principio lógico, até a academia internacional de ciência concorda que é um princípio lógico válido. O mesmo principio foi o berço da ciência, sem princípios lógicos a ciência não existiria. Se você afirma que ele não existe com tanta certeza, então prove que do nada sai alguma coisa ou que a inexistência gera a existência e porque algo existe ao invés de não existir!


15. Poderíamos encontrar a causa primária da formação das coisas nas propriedades íntimas da matéria.
É simplesmente inconcebível que qualquer matriz material possa gerar agentes que pensam e agem. A matéria não pode produzir conceitos e percepções. Um campo de força não planeja nem pensa. Assim, através da razão e da experiência, ganhamos a percepção de que um mundo de seres vivos, conscientes, pensantes, tem de ter como origem uma Fonte viva, uma Mente, e ainda que fosse possível tal irracionalidade, então, qual seria a causa dessas propriedades? Alguma coisa vem do nada? Nada vem do nada, nada nunca pôde vir. Portanto, e sempre necessária uma causa primária a formação das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois essas propriedades são em si mesmas um efeito, que deve ter uma causa. a ordem do universo que sustenta a vida não  foi  planejada por  qualquer   forma de inteligência.   O primeiro desafio é produzir uma explicação materialista para "a primeira vez em matéria viva surgiu de matéria não-viva".   "Sendo viva, a matéria possui uma organização teleológica que está totalmente ausente em tudo o que a precedeu." O segundo desafio é produzir uma explicação igualmente materialista para "como foi que formas de vida com a capacidade de   se   reproduzir   surgiram  das  mais   primitivas formas de vida, que eram incapazes de se reproduzir". "Se não existisse tal capacidade, não teria sido possível o surgimento de diferentes espécies   através   de  mutação   aleatória   e   seleção natural.
16. Essas leis são conceitos criados por nos mesmos para dar sentido e entender o mundo a nossa volta, e não por um Deus. A Física Quântica admite causa sem efeito.
Outro absurdo! Acaso pode sair algo do nada? A física quântica não sabe a causa de certos acontecimentos, isso não prova que não possuem causa, por isso foi inventado a teoria das cordas ou dimensões que admitem que outras dimensões influenciam esta, que poderia ser chamada de mundo espiritual. As leis da natureza não são conceitos, mas sim constantes e inteligentes, é inconcebível crer que tais leis são simplesmente resultados acidentais do resfriamento do universo após o big bang! Nada pode explicar de onde veio as leis da natureza!  Que homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, o que é o acaso? Nada! A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso, seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria um acaso. Existem uma complexidade nos fenômenos e princípios da natureza, do Universo, da Terra e da própria vida. Existem talvez três possibilidades para explicar esta observação: Será mesmo que tudo o que observamos hoje faz partes de uma série indiferentes coincidências que levaram o Universo a eventualmente produzir vida inteligente por Puro acaso? De onde vêm as leis da física? Por que temos essas determinadas leis, em vez de um conjunto de outras? Como explicamos o fato de que temos um conjunto de leis que dão vida a gases sem traços característicos, consciência ou inteligência? Essas leis "parecem quase planejadas – funcionando em perfeita harmonia, como dizem alguns comentaristas – para que a vida e a consciência possam emergir". Ele conclui, dizendo que essa "natureza planejada da existência física é fantástica demais para que eu a aceite como um simples fato. Ela aponta para um significado fundamental e mais profundo da existência". Se aceitamos o fato de que há  leis, então temos de aceitar que existe alguma coisa que impõe essa regularidade ao universo:
1. O princípio da relatividade especial – ou restrita – assegura que forças como os eletromagnetismos tenham efeito invariável, não importando se agem em ângulos retos na direção de um sistema, ou se viajam. Isso permite que códigos genéticos funcionem e que planetas se mantenham unidos enquanto giram.2. Leis quânticas impedem que os elétrons girem para dentro do núcleo atômico.3. O eletromagnetismo tem uma única força que permite que aconteçam múltiplos processos essenciais: permite que estrelas brilhem de modo constante por bilhões de anos; que o carbono se sintetize em estrelas; assegura que léptons não substituam quarks, o que tornaria os átomos impossíveis; é responsável por não deixar que os prótons se desintegrem depressa demais ou que se repilam mutuamente com força exagerada, o que tornaria a química impossível. Como é possível que essa   mesma   força  única   satisfaça   tantos   requisitos diferentes,   quando   parece   que   seria   necessária   uma   força diferente para cada um desses processos?4. Qualquer   universo   que   hospede   a   vida    que poderíamos chamar de universo biófilo – tem de ser   ajustado   de   uma   certa  maneira.   Os pré-requisitos para qualquer vida dos tipos que conhecemos – estrelas de vida longa e estáveis, átomos   estáveis,   como  de   carbono,   oxigênio   e silício, capazes de se combinarem em moléculas complexas,  etc.  – são sensíveis às  leis físicas e ao tamanho,  à taxa de expansão e ao conteúdo do universo.5. Quando expressamos as leis da natureza de forma matemática há uma série de constantes que aparecem nas equações, conhecidas como constantes fundamentais. A constante de Planck, por exemplo, determina a "tamanho" da escala de energia a nível subatômico. Seu valor é de 6,6260693 x 10(-34) Joule.segundo. Se o valor numérico desta constante fosse um pouco menor ou maior do que este, as conseqüências seriam catastróficas! As reações nucleares nas estrelas talvez não formariam os elementos essenciais para a vida, ou nem sequer os átomos poderiam existir! Se a constante gravitacional, 6,67428 x 10(-11) m(3) kg(-1) s(-2) , fosse alterada em cerca de 1% do seu valor, o Universo não teria se expandido depois do Big Bang, ou as galáxias não se formariam. Se as constantes eletromagnéticas também tivessem valores ligeiramente diferentes, moléculas não se formariam, ou talvez a água tivesse propriedades diferentes.6. Outro exemplo muito corrente é o balanço entre a quantidade de matéria e anti-matéria. Se existisse uma quantidade igual destas duas substâncias no Universo, elas se anulariam e só existiria energia pura. Era necessário que houvesse uma pequena quantidade de matéria a mais do que anti-matéria, para que se formasse o Universo que hoje conhecemos e observamos. Este balanço não encontra até hoje nenhuma explicação naturalista.7. O tamanho da Terra e a sua gravidade correspondente seguram uma camada fina de gases nitrogênio e oxigênio que se estendem, em sua maioria, até uns 80 quilômetros desde a superfície da Terra. Se a Terra fosse menor, a existência de uma atmosfera seria impossível, como ocorre no planeta Mercúrio. Se a Terra fosse maior, sua atmosfera conteria hidrogênios livres, como em Júpiter. A Terra é o único planeta conhecido que é provido de uma atmosfera com a mistura na medida exata de gases para sustentar vida humana, animal e vegetal. Até a composição da atmosfera é ideal, contando cerca de 21 % de oxigênio. Uma variação minúscula da posição da Terra em direção ao Sol tornaria a vida impossível no planeta. A Terra mantém sua distância ideal do Sol enquanto gira em torno dele numa velocidade de aproximadamente 107.825 km/h. Também gira em torno de seu próprio eixo, permitindo que toda a superfície seja apropriadamente aquecida e refrescada todos os dias. A lua cria movimentos importantes nas marés para que as águas não estagnem e ainda impede que os nossos oceanos massivos não inundem os continentes.8. A água, molécula indispensável para o funcionamento de qualquer sistema vivo, possui uma série de características que são extremamente incomuns em outros líquidos. Por exemplo, a capacidade calorífica da água é anormalmente alta em relação a outros líquidos. Isto permite que não hajam grandes variações de temperatura em nossos corpos e no Planeta Terra, porque eles contém grandes quantidades de água. A água também possui um comportamento anômalo em relação à sua densidade, sendo o gelo (água sólida) menos denso que água. A água nos rios e lagos congela de cima pra baixo, e isto permite que a vida aquática permaneça nos invernos. A água possui uma tensão superficial altíssima, o que permite que ela possa subir por vários metros dentro dos caules de árvores, contra a ação da gravidade. A água em nosso planeta passa se renova através de um ciclo de evaporações e condensações na atmosfera, um ciclo que é tão perfeito que causa inveja nos projetos ainda recentes que procuram desenvolver o conceito de sustentabilidade.9. O distinto astrônomo, Sir Frederick Hoyle, mostrou como os aminoácidos, juntando-se a uma célula humana, são, matematicamente, um absurdo. Sir Hoyle ilustrou a fraqueza do “acaso” com a seguinte analogia: “Qual é a chance de um tornado soprar sobre um ferro-velho que contém todas as peças de um boeing 747; montá-lo por acidente e deixá-lo pronto para decolar? A possibilidade é tão ínfima a ponto de ser negligenciada, ainda que um tornado soprasse sobre ferros-velhos suficientes para encher todo o universo!”10. A molécula de DNA contém informação codificada, especificando a produção, a reprodução, o funcionamento e a adaptação dos seres vivos, em quantidade e qualidade que transcendem tudo o que ser humano é capaz de compreender e imitar. Os cientistas costumam chamar esta informação de código genético. Não existe informação sem inteligência. Não existe código sem inteligência. A vida só é possível graças à existência simultânea de informação codificada e do mecanismo necessário para a sua transcrição, tradução e execução. De resto, não se conhece qualquer explicação naturalista para a origem da vida ou de informação codificada  (até hoje as teorias bioquímicas para a origem da vida estão incompletas). A vida não poderia surgir por processos naturalísticos, na medida em que ela necessita de um ingrediente não naturalístico: informação codificada. Pesquisa do DNA   feita   por   biólogos   mostrava,   pela   quase inacreditável   complexidade   dos   arranjos   necessários   para  produzir a vida, que uma inteligência devia estar envolvida nisso. –11.  Existe um provérbio que diz o seguinte: pela obra se conhece o autor. Pois bem: vede a obra e procurai o autor! É o orgulho que gera a incredulidade. O homem orgulhoso nada admite fora de si, e é por isso que se considera um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater! Julga-se o poder de uma inteligência pelas suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à Humanidade. Sejam quais forem os prodígios realizados pela inteligência humana esta inteligência tem também uma causa e, quanto maior for a sua realização maior deve ser a causa primária. Esta inteligência superior é a causa primária de todas as coisas qualquer que seja o nome pelo qual o homem a designe.

17. Como podemos saber que a Causa geradora do universo ainda existe?  Talvez, ela tenha dado início ao universo e deixado de existir.

Resposta: Lembremos que buscamos uma Causa para a existência espaço-temporal. Essa Causa criou todo o universo de espaço e de tempo, e estes, em si mesmos, têm de ser parte dessa criação. Portanto, a Causa não pode ser outro ser espaço-temporal; ela tem de estar, de alguma maneira, fora dos limites e das limitações do espaço e do tempo. É difícil compreender a um Ser assim. Mas sabemos que um ser que pertence ao nosso universo, certamente deixará de existir um dia; chega um instante no tempo em que este é fatalmente afetado por algum agente externo. Contudo, essa realidade é apropriada para nós e para os seres que estão limitados ao espaço e ao tempo. Um Ser que não esteja limitado não pode deixar de ser, mas tem de existir eternamente.

18. Atribuir à origem das Leis do Universo que proporcionou o desenvolvimento da vida e do Dna a um Projetista sobrenatural é o equivalente a explicar exatamente nada, porque deixa inexplicada a origem do Projetista.

O fato de Deus ter sempre existido é uma consequência direta do fato de Ele ser atemporal, ou seja, não estar limitado ao tempo, se a matéria e o tempo foram criadas, necessariamente o agente criador precisa ser atemporal. Além disso, é um fato reconhecido na filosofia da ciência que, para reconhecer uma explicação como a melhor para um fato, não é necessário ter a "explicação da explicação". Exemplo: arqueólogos encontram restos de artefatos como pontas de lança e fragmentos de cerâmica, é totalmente justificável atribuir estes artefatos a alguma tribo ou civilização humana que esteve ali em algum lugar do passado, mesmo que estes arqueólogos não tenham nenhuma idéia de qual era aquela tribo, ou como eles chegaram ali, logo, é racionalmente aceitável propor Deus como a melhor explicação para a origem do Universo, mesmo que não tenhamos explicação para como Ele surgiu. Se você pensar mais sobre esta objeção, perceberá que se fosse necessário a explicação da explicação para justificar uma hipótese, logo você precisaria da explicação da explicação da explicação, e assim sucessivamente, até o infinito! Em, outras palavras, nada teria uma explicação real e a ciência não poderia existir. Portanto esse tipo de argumento é totalmente anti-científico.

18 b. Quem fez Deus?

Uma vez que o tempo e espaço vieram a existir, (antes do Big Bang não existiam), a Causa primária desse evento deve ser Atemporal, ou seja, estar fora do tempo, pois o tempo veio a existir após esta Causa. A causa primária deve existir na eternidade atemporal! A esta causa atemporal, convenciona-se o nome Deus. Como Deus atuando antes da criação do tempo contorna o problema da criação de Deus. Sem a dimensão do tempo, não há causa e efeito, e todas as coisas que poderiam existir em tal esfera não teriam necessariamente de serem causadas, mas sempre existiram.  Portanto, Deus não foi criado (Atemporal), mas, criou a dimensão de tempo do nosso universo, a partir daí causa e efeito puderam existir. No entanto, desde que Deus criou o tempo, causa e efeito nunca se aplicam a Sua existência. Deus existe em múltiplas dimensões de tempo uma forma de dimensão formam um plano de tempo, que não tem começo nem fim e não se restringe a qualquer direção específica.

19. Deus não poderia ter criado o universo do nada.

A física quântica pode ajudar, a existência de um Criador: a explicação pode vir através da física quântica: A física quântica admite a possibilidade de dimensões paralelas, matéria escura e partículas diferentes das quais conhecemos, inacessíveis, criando assim a divagação da possibilidade um mundo espiritual celestial  (outra dimensão) e seres compostos por esta matéria desconhecida. Está escrito em diversos manuscritos antigos que o Criador do universo é LUZ que é energia, onipotente, onipresente e eterno: sabe-se pela física a massa provém da energia, conforme teorizado por Einstein e que a física quântica diz que qualquer pensamento produz ondas psíquicas, (Físico Prof.  Fran de Aquino) ou seja tudo o que existe não passa de energia, qualquer matéria pode ser gerada se a energia acumulada for a quantidade suficiente, um simples pensamento gera uma onda, e pode colapsar, este acontecimento resulta na possibilidade de materializar seu conteúdo (materialização) ou não (radiação). O pensamento produz obrigatoriamente fótons virtuais para se obter o resultado final, sabemos que tais fótons existem, uma prova é a interação eletromagnética, assim a energia necessária para se produzir a matéria, por menor que seja é enorme, portanto, para se materializar qualquer objeto, por menor que este objeto seja, deve ter a capacidade de gerar grandes ondas. A possibilidade é confirmada pela interferência no movimento de uma partícula quântica através da sua simples observância, agora,  quem poderia ter mover partículas o suficiente para gerar algo tão complexo como o universo? Se tal consciência superior tiver a capacidade de gerar o universo, obrigatoriamente deve ser onipotente, ou seja, pode criar tudo, esta consciência teria poder psíquico infinito, não obedece a limitações de espaço-tempo visto que antes do big bang não existia nem tempo nem espaço (Stephen Hawking), estas são limitações da matéria criado pós big bang, como a energia esta presente de forma material em todos os lugares, esta consciência sempre esteve presente e sempre estará, por natureza, além de onipresente também seria onisciente por conseqüência, então temos enfim definições físicas para o que seria perfeitamente possível e provável a existência de um CRIADOR.

20. Admitindo a existência de uma consciência superior como provar que foi ele o responsável pelo surgimento do universo?

Quando falamos em criação do universo, CRIAR significa que não existia e passou a existir, nada se cria, apenas se  transforma, se não existia nada e em um colapso inicial toda a energia contida em nosso universo foi criada, não se pode negar a capacidade que tal consciência teria criado o Homem Mesmo que de forma indireta sim, se tal consciência interage com o homem, claro, somos parte da mesma consciência, ela é onipresente. Pela Teoria do Caos, nada é estável, contudo por mais “explosivo” que nosso universo seja, por incrível que pareça ele é estável, se tem uma nítida impressão de que as “explosões” são controladas, o que também nos leva a crer que realmente foi arquitetado para ser estável mesmo em casos de explosões (pois se fosse pelo caos, qualquer destas explosões poderia teoricamente ocasionar um novo “big-bang”). Tal consciência, por não ter início não tem fim, para ela o tempo-espaço não existe, portanto ao criar o universo esta mesma consciência já sabe o que vai acontecer no final dos tempos/ Em função deste precedente, é fácil entender que a Consciência Suprema não teve problema algum ao determinar inclusive as leis físicas às quais estamos submetidos, tais leis impossibilitam os colapsos que possam gerar novos universos ou a destruição do que já existe (que já está definido como matéria).

21. Onipotência não existe: o fato de ele se limitar ao que é lógico o tornaria impotente, portanto ele não poderia criar um ''círculo quadrado''

Onipotência significa "poder para fazer tudo, ou todas as coisas". As Escrituras afirmam que "nada é impossível para Deus" (Lc 1.37). A sua onipotência significa poder para fazer tudo que é intrinsecamente possível, e não para fazer o que é intrinsecamente impossível, ou seja, não está relacionado a capacidade de fazer qualquer coisa que pode ser expressa por nossas palavras, mas exclui por definição as auto-contradições. É possível atribuir-lhe milagres, mas não tolices. Isto não é um limite ao seu poder. Se disser: "Deus pode dar a uma criatura o livre-arbítrio e, ao mesmo tempo, negar-lhe o livre-arbítrio" não conseguiu dizer nada sobre Deus: combinações de palavras sem sentido não adquirem repentinamente sentido simplesmente porque acrescentamos a elas como prefixo dois outros termos: "Deus pode". Permanece verdadeiro que todas as coisas são possíveis com Deus: as impossibilidades intrínsecas não são coisas mas insignificâncias (não existem na prática, são expressões sem significado). Não é possível nem a Deus nem à mais fraca de suas criaturas executar duas alternativas que se excluem mutuamente; não porque o seu poder encontre um obstáculo, mas porque a tolice continua sendo tolice mesmo quando é falada sobre Deus. Na verdade, a lógica É um atributo de Deus. Deus, como o Ser maximamente grande, deve ser, em essência, a própria lógica, seria apenas um mero reflexo da natureza de Deus. O cristianismo tem uma palavra a dizer sobre isso. No evangelho segundo João, nos primeiros versículos, lemos o seguinte: "No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio d'Ele e, sem Ele, nada do que foi feito se fez." (João 1:1-3). Sabe que palavra grega foi traduzida por "Verbo" aqui? Logos. Na Grécia, os filósofos acreditavam que existia algo como a Razão (com 'r' maiúsculo mesmo) ou Lógica, uma entidade metafísica que norteia o raciocínio de modo infalivelmente lógico. O apóstolo João disse que esse Logos era Deus. Em João 1:1-3, vemos Deus sendo descrito como o Agente Lógico Supremo, pois tudo o que foi criado por Deus, foi criado pelo Logos.

22. Se Deus é onipotente, então ele pode fazer tudo; Se ele pode fazer tudo, então ele pode fazer até mesmo uma pedra que nem ele mesmo pode levantar; Mas se ele não pode levantar a pedra, então ele não é onipotente; E se ele não pode criá-la, então ele também não é onipotente; Logo, Deus não é onipotente, pois não pode criar uma pedra que nem ele mesmo possa levantar.

É o mesmo que perguntar: “Pode existir um solteiro casado?” ou “Pode existir um círculo que é um quadrado?”. A definição de casado é de um homem que não é solteiro – ou seja, se você é solteiro, está excluído a possibilidade de ser, ao mesmo tempo, casado. A definição de ser um círculo exclui a possibilidade de ser um quadrado. E a definição de uma força irresistível exclui automaticamente a existência de um objeto inamovível, pois se existe um objeto inamovível, ela não é mais irresistível; e vice-versa. Isso é só um jogo de palavras, não algo real – se onipotência é fazer “tudo”, e “tudo” é o conjunto dos “algos” existentes no plano real, então essas contradições lógicas não são “algo”. São apenas erros mentais ou gramáticos na construção de uma idéia. Deus continua sendo onipotente. Caso contrário, ou ainda “Se Deus é onipotente ele pode criar alguém que vá matar a ele mesmo e depois se auto destruir?” Como pode Deus deixar de existir? Se o poder de Deus deve ser tanto que ele possa resolver até mesmo contradições lógicas, então que sentido faz postular uma contradição lógica para dizer que ele não existe ou que ele não é onipotente? Afinal, se o seu poder é tanto que ele deveria ser capaz de superar essas contradições, então qualquer contradição que apontarmos também poderia ser superada por Ele – e segue que Deus continuaria sendo onipotente. Essa definição torna qualquer objeção lógica oferecida pelo ateu auto-refutável. Então, pela definição de onipotência: o paradoxo falha. O erro é do raciocínio de quem propõe a pergunta, não da incapacidade de Deus.
23. Deus é por definição, um ser perfeito e não tem necessidades. Deus criou o Universo para satisfazer algum propósito divino. Mas se ele realmente fosse um ser perfeito sem necessidades não teria necessidade de criar nada nem universo algum para propósito nenhum, Portanto, Criação e Perfeição não podem coexistir, logo, Deus não existe.
De onde foi tirada que Deus criou o universo para satisfazer alguma necessidade? Então, se eu alimento a criança de rua, é para o benefício dela, não necessariamente para satisfazer minhas necessidades internas, Deus criou a humanidade, foi para o benefício da Criação, não para satisfazer sua própria carência. Portanto, Criação e Perfeição não são atributos contraditórios


24. Como compreender um ser semelhante a uma pessoa existindo fora do tempo e espaço?

Bem, é óbvio que muitas características pessoais não se aplicam a Deus.  Ele não pode esquecer. Só podemos   esquecer   o   que   está   em   nosso passado.   Ele   não   pode   parar   de   fazer   alguma coisa.  Só podemos parar  de  fazer  alguma coisa que   ficou   no   passado.   Mas      outras características  que parecem não   fazer  uma  re-ferência essencial ao tempo, coisas como saber,  que só pode ser  um estado de disposição sem referência   temporal.   E   concordo   em  que   isso inclui   também  intencionar.  Ter   uma   intenção pode ser  um estado de disposição que,  quando certas coisas acontecem, nos leva a fazer alguma coisa.  Então,  estou  inclinado a acreditar  que há razões  para pensarmos  que  Deus   está  fora  do tempo.  E  também que podemos   ter  uma  certa compreensão que não nos  leve a uma confusão de mistérios. Se Deus é atemporal, tudo o que ele faz, faz de uma vez, numa simples ação.  Não poderia fazer uma   coisa   primeiro,   e   depois   outra.  Mas   uma única ação poderia causar efeitos em diferentes momentos.   Ele   pode,   num     ato   de   vontade, fazer com que o sol se erga hoje e amanhã, e isso tem efeitos hoje e amanhã. Essa, entretanto, não é   a   questão  mais   importante.   A   questão  mais importante   é:   como   pode   haver   uma   conexão causai entre um ser que não é limitado por tempo ou espaço e o todo formado por espaço e tempo? Compreender isso depende muito de nossa teoria a   respeito   de   causação.   Se   acharmos   que   o conceito   de   causa   envolve   uma   referência temporal essencial – isto é, que a causa é ligada ao tempo –, por exemplo, que uma causa é um acontecimento   que   precede   um   outro acontecimento   e   tem  outras   relações   com  ele, então   essa   compreensão   se   torna   impossível. Mas      análises   de   causa   que   não   envolvem referências temporais essenciais. Estou inclinado
a aceitar a opinião de que o conceito de causa na verdade não tem uma análise, que é apenas um conceito  primitivo,  e que a própria  causação  é uma relação primitiva.  Faz parte   do verdadeiro equipamento do mundo. Se o conceito de causa não tem uma análise, não há nada que possamos extrair  dele  através  de  uma  análise  que  elimi-naria   uma   conexão   causal   primitiva   entre   um
Deus não temporal e o todo do tempo. Com respeito à presença do mal, há duas explicações para aqueles que aceitam a existência do Divino. A primeira é aquela do Deus de Aristóteles, que não interfere no funcionamento do mundo. A segunda é a defesa do livre-arbítrio, a idéia de que o mal  é  sempre   uma   possibilidade   se   os   seres   humanos   são realmente livres. No sistema de Aristóteles, assim que completou o trabalho de criação, Deus deixou o universo sujeito às leis da natureza,  embora,   talvez,  às  vezes  provendo um distante en-dosso dos fundamentais princípios de justiça. A defesa do livre-arbítrio depende da prévia aceitação de uma revelação divina, a idéia de que Deus tem se revelado.

25. Se o design de Deus é tão inteligente, por que os homens possuem mamilos?

Os homens não possuem os hormônios que fazem as glândulas do leite funcionar, enquanto nas mulheres eles começam a ser fabricados horas depois do parto. Os principais hormônios são a prolactina, que estimula a produção do leite, e a citosina, que permite a saída do líquido. Parece esquisito, mas em algumas situações os homens também são capazes de dar leite! Isso é mais comum na adolescência, quando os hormônios não estão equilibrados.Mesmo assim, qualquer homem que receba sucção nos mamilos pode produzir o líquido, pois esse estímulo desencadeia a fabricação de prolactina e ocitocina. Mas o normal é que entre os humanos e outros mamíferos a amamentação seja tarefa só das fêmeas, por isso nada de sair por aí tentando amamentar, ok? Dr. Damal Jayasinghe, diretor em exercício de um hospital em Kurunegala, assegura que os homens podem produzir leite quando se ativa o hormônio da prolactina. Fonte: Diário de Biologia.]
Resumo:
 1.    Todo agente material existente, teve um início, teve uma causa, POR ISSO, não pode se auto-criar ou sempre ter existido; O Universo é um agente material e existe, logo ele teve um início e uma causa.
 1.
 2.    A causa do Universo foi o Big Bang, com ele, foram criados o Tempo e Espaço, logo, o agente criador desse evento deve ser Atemporal, ou seja, não está sob efeito do tempo, deve ser também imaterial, ou seja, não é composto por matéria (a matéria não existia antes Dele).
 2.
 3.    Numa dimensão Atemporal, não há tempo, causa e efeito, logo todas as coisas que poderiam existir em tal esfera não foram criadas, mas sempre existiram, não tem começo nem fim e não se restringe a qualquer direção específica.
 3.
 4.    Portanto, se ele veio de uma matriz atemporal, sempre existiu, logo ele é ETERNO, caso contrário não pode ser o agente criador do tempo; Se o espaço não existia antes desse agente, o agente criador não pode estar sob efeito do espaço, logo ele necessariamente deve estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Estamos falando de Deus.
 4.
==================espiritualidade===========
26. Muitos afirmam que deus é conhecido através de uma sensibilidade “espiritual”. Mas será que a fé é um “sexto sentido” que detecta outro mundo? Céticos negam que tal coisa exista.
Céticos não negam que tal coisa exista, a não ser que tenham provas para isso. Céticos, na falta de evidências, ficariam em dúvida sobre a existência de tal coisa. Os neo ateístas, por sua mente limitada, tem o hábito de negar tudo que não entendem. E a fé não é um sexto sentido que detecta outro mundo. A experiência pessoal não é necessariamente uma constante para as pessoas de fé, então não é a fé por si só que detecta outro mundo. Como está escrito: Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem. (Hebreus 11:1 )
27. Não há métodos para testar o discernimento “espiritual”, portanto temos de duvidar disso.
Pra começar, você não precisa acreditar. O que é diferente de negar, que é o que o ateísmo faz. Ademais, a experiência é pessoal, é óbvio que não iria ter um meio independente para testá-la! Se houvesse como ficar testando experiências pessoais alheias, não seriam experiências pessoais.
28.  As experiências espirituais podem ser explicadas psicologicamente sem referência a um domínio supostamente transcendente.
Contudo, ter uma explicação psicológica não significa que não houve nada além daquilo. Logo, mesmo que seja apresentada uma explicação por parte da Psicologia, isso não serve para caracterizar a experiência como falsa.
29.  Quanto às experiências espirituais, sabemos que muitos humanos habitualmente inventam mitos, ouvem vozes, têm alucinações e falam com amigos imaginários.
E, naturalmente, o fato de que muitos humanos inventam mitos, têm alucinações e falam com amigos imaginários não significa que qualquer tipo de experiência pessoal seja falsa. Até porque algumas experiências pessoais são relacionados a milagres e experiências que a ciência ainda não consegue explicar. Que conseqüência podemos tirar do sentimento intuitivo, que todos os homens trazem consigo, da existência de Deus? Que Deus existe; pois de onde lhes virá esse sentimento, se ele não se apoiasse em nada? E uma conseqüência do princípio de que não há efeito sem causa.
30. O sentimento íntimo da existência de Deus é o efeito da educação e o produto de idéias adquiridas.
Se assim fosse, por que os selvagens também teriam esse sentimento ? Se o sentimento da existência de um ser supremo não fosse mais que o produto de um ensinamento, não seria universal e nem existiria, como as noções cientificas. senão entre os que tivessem podido receber esse ensinamento.
31. A crença em Deus é desnecessária para trazer qualidade de vida e felicidade.

Penso que a crença em Deus ajuda, mas não é necessária. Ela pode lhe dar uma fundação para valores morais, propósito de vida e esperança para o futuro. Contudo, se você quiser viver inconsistentemente, é possível ser um ateu feliz, contanto que não se pense nas implicações do ateísmo. Em última análise, o ateísmo prega que não existem valores morais objetivos, que tudo é uma ilusão, que não há propósito e significado para a vida e que somos um subproduto do acaso.


32. Posso conhecer a Deus estudando a Natureza sem teologia alguma!

O que é dado a conhecer ao homem sobre Deus, já foi revelado desde a antiguidade e confirmado hoje através da razão e lógica! Deus é a causa primária da matéria e Legislador do Universo, Na visão de Jesus de Nazaré, Deus é amor, e quem ama, conhece a Deus. Deus é justiça, e todo aquele que pratica justiça é nascido Dele. Então devemos, buscar as respostas dos mistérios da criação na natureza, sim! Pois Deus revelou também por ela, que são as leis do milagre da existência. Nos estudos, na ciência, na física, na biologia, lógica, estudamos sua extraordinária criação, não pela teologia criada por gregos, ou mulçumanos, ou Árabes, estc. A teologia religiosa sem as outras ciências (Que são um Dom de Deus), por si só é incompleta, e por isso cria um cabresto mental, a limitação do aprendizado e da descoberta, criando uma mente anulada. Assim como qualquer ciência isolada sem a cooperação das outras, cria o mesmo efeito, Neo Ateístas que negam tudo que estão fora do alcance de seus conhecimentozinhos limitados. A Bíblia Judacio-Cristã não promete ser o livro científico de Deus, ela é apenas um filet da transcrição da relação de Deus com homem. Se o propósito for saber como Deus se manifestou na humanidade mais recentemente, devemos estudar então os evangelhos.

33. Alguns cientistas argumentam que o livre-arbítrio não existe. Se esse for o caso, as pessoas poderiam ser julgadas por Deus?

Não, elas não poderiam. Acredito que esses autores estão errados. É difícil entender como a concepção do determinismo pode ser racional. Se acreditarmos que tudo é determinado, então até a crença no determinismo foi determinada. Nesse contexto, não se chega a essa conclusão por reflexão racional. Ela seria tão natural e inevitável como um dente que nasce ou uma árvore que dá galhos. Penso que o determinismo, racionalmente, não passa de absurdo. Não é possível acreditar racionalmente nele. Portanto, a atitude racional é negá-lo e acreditar que existe o livre-arbítrio.

34. Por que quase todas as descrições de Deus equivalem não-existência (incorpóreo, imaterial, incompreensível, invisível, imperceptível etc.)?

Ser incorpóreo ou imaterial não equivale à não-existência. Existem muitas coisas que são imateriais e existem: energia, campos magnéticos, sentimentos, conceitos abstratos, etc. Ser incompreensível também não tem nada a ver com não-existência. Só porque você não entende matemática não quer dizer que ela não exista, por exemplo. Muitas coisas igualmente são invisíveis e imperceptíveis, mas existem.

35. Por que Deus não aparece a todo mundo e nos convence de Sua existência? Por que ele só Se revela de maneira tão duvidosa e tão obscura?

Se Deus se mostrasse a nós em toda a sua glória, Ele seria irresistível, e seria impossível não atender ao Seu chamado. Porém, como Ele quer que venhamos até Ele livre e voluntariamente, sua existência não é evidenciada a todos, mas apenas a aqueles que por fé O escolhem.

==============Moralidade bem e mal====

36. Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal! Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal.

O frio existe? Segundo as leis da Física, o que consideramos o frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia. O calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor. Todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor; existe a escuridão? a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode ser estudada, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores que a compõe, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Portanto a escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente. Por fim, o mal existe? O mal não existe, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, como nos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter D’us presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz; Quando foi dito que Deus criou o mal (Is 45: 6-7) ele se refere as situações e circunstâncias contextuais a qual vivemos, experiências negativas, dificuldades que essas sim, foram criadas, por conseqüência o nosso coração foi endurecido, a virtude está em usar dessas situações para amadurecimento pessoal e desenvolvimento no exercício do bem. Mas onde é que entra o Diabo nessa história? O diabo não veio para matar, roubar e destruir? Grande equivoco, quem faz isso são as próprias pessoas, no caso de Jo 10:10  refere-se ao falso pastor, em fim ao homem. O Diabo pode influenciar as pessoas, como tentou  influenciar Jesus a praticar a iniqüidade no deserto, mas no final a decisão é do próprio ser humano.  Por isso ele responderá perante Deus pelas suas próprias ações. Não há como conceber a responsabilidade dos nossos atos ao Diabo, se assim fosse, não seriamos julgados "cada um segundo as suas obras" mas seriamos inocentes.

37.  Por que Deus criou o mal se Ele não quer que o pratiquemos?

Como provado, o mal por definição é a ausência do bem. Não praticar o mal, já é um princípio do bem. Deus somente quer o bem; só do homem procede o mal. Se na criação houvesse um ser preposto ao mal, ninguém o poderia evitar; mas, tendo o homem a causa do mal em SI MESMO, tendo simultaneamente o livre-arbítrio e por guia as leis divinas, evitá-lo-á sempre que o queira.

38.  Se Deus realmente existisse, você acha que existiriam tantas pessoas doentes? Existiriam crianças abandonadas? Existiriam usuários de drogas? Se Deus existisse, não haveria sofrimento. Eu não consigo imaginar um Deus que permite todas essas coisas.

Qual é a lógica? Se for assim, ao observar uma pessoa barbuda e cabeluda na rua, e desconhecendo eu que exista um profissional de beleza chamado Barbeiro, posso afirmar que Barbeiros não existem porque se existissem, não existiriam pessoas com barba e cabelos longos, sujos e desgrenhados. Então dirão:- Ah, mas barbeiros existem, o que acontece é que essas pessoas não os procuram e isso é uma opção delas. - É justamente isso. Deus existe, o que acontece é que as pessoas não o procuram, pois é uma opção delas, e é por isso que há tanta dor e sofrimento no mundo. Em outras palavras, cada qual é responsável por suas ações! O fato de que o desejo de Deus não é realizado implica que os seres humanos possuem livre-arbítrio. Não concordo com os teólogos que dizem que Deus determina quem é salvo ou não. Parece-me que os próprios humanos determinam isso. A única razão pela qual algumas pessoas não são salvas é porque elas próprias rejeitam livremente a vontade de Deus de salvá-las.
Argumentação refutada.

39. Deus criou o mundo material falho e imperfeito, criou a necessidade dos animais mutuamente se destruírem, para se alimentarem uns à custa dos outros, a lei do mais forte, e para piorar uma matéria fraca, perecível que adoece apodrece e morre, logo ele é mal ou imperfeito.

O fato de não se compreender o mal que existe no mundo material, não prova a inexistência de Deus criador da matéria, prova apenas a sua não conformidade com as Leis do Mundo Material. Deus deixou o universo sujeito às leis da natureza,  embora,   às  vezes  provendo um distante en-dosso dos fundamentais princípios de justiça. O mundo material é apenas uma das várias dimensões, provavelmente, é a escolhinha mais primáriamente básica que existe no cosmo, digamos, o jardim de infância, portanto, há muito o que se aprender, estamos brincando de massinha ainda. O mundo material é um mundo de aflições com o objetivo de aprendizagem através das experiências. Depois desta etapa estaremos prontos para próxima. O erro é achar que Deus fez a alma perfeita, quando na verdade ele quis que ela fosse ignorante e se tornasse perfeita colocando os ensinamentos de Cristo Nesse mundo temporário. O mundo material é a criação mais simples de Deus, ele criou também, energia, campos magnéticos, sentimentos, conceitos abstratos de cunho espiritual. A física quântica admite a influencia espiritual no mundo material, mas no campo cientifico ela possui outra nomenclatura (Teoria das Cordas, ou Dimensões paralelas) Isso é Grande Demais para entendermos agora. Atribuir a Criançao do Universo Material ao NADA é incensatez e demonstra uma profunda ignorância das ciências lógicas. A destruição recíproca dos seres vivos é, dentre as leis da Natureza, uma das que, à primeira vista, menos parecem conciliar-se com a bondade de Deus, todavia na verdade nos mostra o equilíbrio e a justiça de Deus, pois sendo a vontade de Deus que o mundo material fosse temporário útil apenas para o aprendizado, assim deve ser, e não há forma melhor que esta. Para quem apenas vê a matéria e restringe à vida presente a sua visão, há de isso, com efeito, parecer uma imperfeição na obra divina. É que, em geral, os homens apreciam a perfeição de Deus do ponto de vista humano; medindo-lhe a sabedoria pelo juízo que dela formam, pensam que Deus não poderia fazer coisa melhor do que eles próprios fariam. É dicícil, a curta visão, de que dispõem o homem, compreender que um bem real possa decorrer de um, mal aparente, ou seja, nem todo ruim faz mal, e nem todo bom faz bem, a dor não gera o egoísta, mas sim o altruísta; enquanto a ausência de dor gera auto-indulgência aos desejos e caprichos da vaidade, e, assim, apenas produzindo o egoísta, somente a tribulação, ou a provação, ou a tentação, ou as fraquezas nos fazem produzir o Fruto da Vida. A mensagem de Jesus tem por destino a vida espiritual, e fazer com que Espírito exerce domínio sobre a matéria e não o inverso. O mundo material serve como uma escola provisória que trás o amadurecimento do espírito através das dificuldades. A partir do falecimento de alguns cria se a oportunidade de outros se reconciliarem; A partir da doença de alguns outros se tornam se generosos; A partir da cegueira de outros Jesus foi glorificado como Messias; A partir do desassossego de alguns outros se tornam carinhosos; A partir da angústia em sua vida, abre-se espaço para o amadurecimento, paciência e temperança! O mundo caído é um mundo de disciplina e aprendizado, ao nossos olhos inorganizados e caprichosos, parecem ser duros demais, contudo a dureza da vida nos faz maduros, colhemos o mau que semeamos, saiba que, a verdadeira vida não é esta, mas sim a próxima! O acerto é proveniente da observência da sucessão de erros! O conceito de Justo nasceu pela existência da injustiça! O ruim pode fazer Bem, o Bom pode fazer mau, POR ISSO é importante que haja repreensão! Saiba diferenciar! Pense nisso!

40.  Um Deus que, deixa criancinhas morrer de fome na áfrica, serem violentadas, exploradas e dilaceradas. Por que Deus permite que uma criança nasça se para logo em seguida morrer? Para Deus não basta criar e permitir que tais crianças nasçam também é preciso um toque de sadismo e crueldade Onde está seu amor infinito?

Os argumentos emocionais só tem o valor retórico e de influência psicológica, parando por aí. Ele está baseado no desconforto subjetivo da pessoa em questão, mas daí não segue logicamente que o mundo deve se ajustar ao seu subjetivismo. A intensão é que nós venhamos a nos sentir incomodados ou “impactados” com o Mal, então tentam avançar o argumento emocional levando a inexistência de Deus. Argumentos morais, não refutam a existência de Deus, ainda é possível divagar em outras 4 hipóteses:

–1. Deus existe, mas é um ser ausente e distante... (após provocar o "big bang" deixou a evolução tomar o seu livre curso e não interfere, nem controla os acontecimentos)

2. Deus faz distinção de pessoas (apenas aqueles que entregam as suas vidas a Ele, sendo seus servos até à morte são livres do mal)

–3. Deus tem prazer na destruição e no sofrimento... (assim como no dilúvio, na destruição por fogo de Sodoma e Gomora, na aniquilação dos povos que faziam frente a Israel - incluindo jovens, mulheres e crianças e na criação de um inferno onde os que O rejeitam agonizarão para todo o sempre)

4. Entendemos que Deus nos colocou no mundo material falho e imperfeito para que tenhamos a oportunidade de colocar seus mandamentos morais em práticas e aprendermos com os erros, Adão e Eva são uma alegoria que denota entender a impossibilidade do homem de nascer num paraíso perfeito sem antes amadurecer,  vivendo num mundo caído onde teremos a oportunidade de conhecer os efeitos de todas as nossas ações.

Se o mundo fosse perfeito teríamos o conhecimento teórico, mas não o prático, ou seja, isso equivale a NADA!! Precisamos desse mundo para aprendermos na prática, na dor, nas dificuldades e vivermos o que antes era teoria moral.  Por Isso aqui é uma escola, um simulado, uma sombra da vida, não é a vida verdadeira. A visão Cristã é que Deus ama tanto a humanidade que lhes deu a liberdade de escolha, ele não criou os homens para tornar-se seu ditador, ele lhes deu a escolha de fazer o Bem e o Mal! O mundo é caótico, em consequência à dureza do coração das pessoas em relação ao seu próximo!.

Por que Deus permite que uma criança nasça se para logo em seguida morrer? Geralmente permite as coisas, e nem sempre age diretamente na humanidade para interferir!!! São causas naturais! como a lei da gravitação universal, a lei de causa e efeito, da gravidade e através dessas leis naturais que o Universo é gerenciado, sem que Deus precise interferir nos fenômenos da Natureza. Portanto, quem viver de qualquer jeito e opta por não dar os devidos cuidados à saúde pelas leis naturais pode por conseqüência levar a morte prematura de bebes,entendeu? Dessa forma, os filhos pagam pelas ações dos seus pais. Da mesma forma quando dizem : Deus MATA, LOGO é um hipócrita, pois não segue os próprios mandamentos! Que sentido tem isso? Deus deu os mandamentos aos homens, e não a si mesmo! Ele é superior a nós, então não está sujeito a tais mandamentos.

41.  Desastres naturais, morte, limitações físicas e intelectuais, etc. Deus podia não ter gerado essas imperfeições, mesmo assim, Deus prefere assistir o sofrimento das pessoas, e criá-las!
O propósito da vida não é a felicidade terrena, mas o livre conhecimento de Deus, que representa, em última instância, a maior e mais perfeita felicidade e completude humana de todas. Então momentos de dificuldade e tristeza na nossa vida podem ser justificadas como uma forma de baixarmos a guarda e nos reaproximarmos de Deus de forma mais estreita e duradoura o que, no fim das contas, é a melhor das coisas. Nós aprendemos com as coisas ruins mesmo. A maior parte das lições de vida que temos é por meio de erros e coisas ruins que aconteceram a nós e a conhecidos. Pode ser exatamente por causa dos ensinamentos que tais tragédias podem nos dar que Deus permite que elas aconteçam. Havendo essa possibilidade, a suposição neo-ateísta cai por terra totalmente. A imperfeição do mundo, portanto, pode ser uma decisão pessoal de Deus que pode incluir o livre-arbítrio e aprendizado, sendo ambos motivos morais suficientes para a possibilidade de haver o mal. Assim sendo, o perfeito pode sim gerar o imperfeito, desde que queira fazê-lo. De fato, deve ser muito entristecedor para Deus ver estas coisas acontecerem, mas o amor é algo que exige a liberdade. Deus não pode nos amar se Ele nos obriga a agirmos de um modo ou de outro. Ele deseja que façamos as coisas do modo correto, mas permite que façamos do jeito errado se assim quisermos. Por isso, a outra parte das tragédias no mundo devem-se a erros humanos. Como o autor parte de um ponto de vista materialista, ele obviamente chega a conclusão de que o cristianismo é incoerente. Mas para provar isto logicamente, ele deveria primeiro supor as premissas do cristianismo para mostrar por absurdo que elas são incoerentes. Se ele supor a premissa do cristianismo de que nossa vida física é uma parcela irrelevante da nossa existência, sua argumentação sobre os problemas de sofrimento no mundo simplesmente caem por terra. Quanto a limitações físicas, A vida é mais do que o corpo, temos um tesouro habitando um vaso de barro, o barro se quebra, o tesouro não, esse tipo de situação propõe despertar em nós o amor, a compaixão a humildade, caridade e o exercício ao amor ao próximo (o necessitado). Essas pessoas já tem sua vida eterna garantida, e servem apenas para nós despertar, alguns também dizem que são seres de Luz encarnado nos ajudando a desenvolver a misericórdia e o amadurecimento moral.
42.  Deus é bom e justo? Deus criou catástrofes e desastres naturais! Diga isso ao pai que encontrou a cabeça do seu filho após o Tornado, diga isso a filha que não tem mais mãe após Tsuname. Diga isso a família que perdeu a sua casa nos Terremotos, diga isso aos corpos boiando e mutilados, após o Furacão nos EUA. Deus cria a terra caótica, cria o homem, e os coloca no meio do Caos e ainda por cima entrega a terra ao Diabo esse é o desejo de Deus!
A moralidade de Deus não é igual a moralidade dada aos humanos. Muitos expressam o sentimento de que Deus não poderia determinar a morte de uma pessoa ou permitir o uso do sofrimento. A analogia usada é quase sempre é de um pai que mata um filho. Mas a analogia é falsa. Um pai e um filho estão no mesmo nível ontológico, pois são seres de mesma estatura (seres humanos). O pai só deu origem a outro ser humano, mas não pode dispor dos direitos dele. Já Deus é superior: Ele é o senhor da vida e da morte, então teria o direito de decidir sobre elas (basta lembrar que pessoas, quando discutimos pena de morte, não raro expressam essa idéia dizendo “O quê? Eles pensam que são o que para decidir sobre a vida dos outros? Deus?” ou ainda quando alguém falece: “Bom, Deus devia saber que essa era o melhor momento de levar ele”.) E, considerando a idéia de que Deus determinou a criação, ele nos fez mortais: nós iriamos morrer de qualquer jeito. Então se ele determinasse que prefere que uma pessoa viva 65 anos ao invés de 80 não haveria problema. Só um materialista pode julgar como pior das coisas a morte de uma pessoa, pois no materialismo essa é a nossa única chance e fim; mas se Deus existe, obviamente esse não é o caso. Se Deus impedisse a dor todas as vezes que tivéssemos algum problema, então nos tornaríamos as criaturas mais negligentes e egoístas do Universo. Se você pensar sobre isso, vai descobrir que praticamente toda lição valiosa que já aprendeu resultou de alguma dificuldade em sua vida. Na maioria dos casos, a má sorte ensina enquanto a boa sorte engana. De fato, você não apenas aprende lições com o sofrimento, como ele é praticamente a única maneira pela qual pode desenvolver as virtudes. Você não pode desenvolver coragem a não ser que esteja em perigo. Não pode desenvolver perseverança a não ser que tenha obstáculos no caminho. Não vai aprender como ser servo a não ser que exista alguém a quem servir. A compaixão nunca será compreendida se não houver uma pessoa que esteja passando por uma necessidade ou enfrentando o sofrimento. É como diz aquela expressão: “Sem dor, não tem valor”. Portanto, Deus tem razões para não banir o mal exatamente agora, você precisa desenvolver virtudes para esta vida e para a depois desta. Este mundo é um lar desconfortável, mas é uma grande academia para a vida futura.  Estamos num mundo provisório, para desenvolvimento do espírito e amadurecimento moral através das dificuldades. Segundo a Bíblia, este mundo decaído não será consertado até que Cristo volte (Ap 21 e 22). As virtudes que se desenvolvem por meio do sofrimento vão melhorar sua capacidade de desfrutar a eternidade. Paulo diz que “Os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles” (2-Co4:17; Rrn 8:18)
43.  Deus nos ama, por isso criou a Aids, o Câncer e todas as doenças, poderia curar todos, mas prefere assiti-lôs sofrer, ou se humilharem em orações que serão ignoradas!

Deus pôs limite à satisfação das necessidades: desse limite a saciedade adverte o homem; se este o ultrapassa, fá-lo voluntariamente, as doenças, as enfermidades, a morte, que daí podem resultar, provêm da sua imprevidência, não de Deus. Entretanto, Deus, todo bondade, Pôs o remédio ao lado do mal, isto é, faz que do próprio mal saia o remédio. Um momento chega em que o excesso do mal moral se torna intolerável e impõe ao homem a necessidade de mudar de vida. Instruído pela experiência, ele se sente compelido a procurar no bem o remédio, sempre por efeito do seu livre-arbítrio. O propósito do mundo material é amadurecimento moral e o desenvolvimento da humildade. Muitas doenças são pura negligencia humana como por exemplo a dispersão de compostos tóxicos na atmosfera como urânio, radônio, mesotório, tório X, césio 137, cromo, ácido brômico e outros agentes tóxicos, o mau uso desses resídiduos, são causadores de epiteliomas da pele e Câncer, além da manipulação genética de Mycobacterias, vírus; responsáveis por doenças transmissíveis.
44.  Deus poderia ter feito pessoas com livre arbítrio entre dois bens diferentes, mas não um mal. Se Deus cria o mal, logo ele é mal.
A princípio a idéia parece coerente, mas não o é de fato por um motivo: Se Deus quer que escolhamos a Ele por livre e espontânea vontade, então é necessário que haja como escolher algo que não leva a Ele. Se só há como escolher entre ‘dois bens’ diferentes, então só há como escolher a Deus, fazendo com que o livre arbítrio seja uma farsa.

45. Deus nos dá o livre-arbítrio, mas caso discorde Dele, ira para o inferno e sofrerá por toda a eternidade! Que amor!
Em primeiro lugar, existe a doutrina do Aniquilacionismo. O Inferno é a aniquilação da alma imediatamente após a morte ou após um breve período de pagamento pelos pecados, enquanto o Paraíso é a vida eterna. Se você achar que é inescapável a punição aos ruins e a existência de Deus, então poderia adotar essa doutrina e o problema estaria resolvido.Mesmo que o Aniquilacionismo estivesse fora de opção, ainda poderia ser logicamente possível o cenário do Inferno. É dito que a maior dor do Inferno é estar separado de Deus – portanto, a punição eterna é essa. Uma pessoa possui a vida inteira para escolher livremente se quer ficar junto a Deus ou separado Dele e, no pós-vida, apenas recebe as conseqüências de sua escolha. É como uma pessoa jovem que sofre de uma doença fatal para qual conhecemos a cura; e ela prefere, livremente, nunca tomar o remédio. Portanto, a morte prematura e definitiva é apenas uma conseqüência de suas escolhas. Aceite a vida que Jesus veio oferecer e tenha vida eterna, não aceite, e continue com a Morte que Adão lhe ofereceu. Isso você sempre teve! Inferno é sepultura em hebraico, fim da linha, não há eternidade de fogo. Qualquer escolha sempre pode ser reduzida a duas possibilidades - "A" e "não-A". Temos livre escolha para qualquer coisa neste mundo, mais todas as nossas escolhas se reduzem no fundo a duas principais - ou cumprimos ao propósito para o qual fomos criados, que é se relacionar com Deus, ou não cumprimos. Se não cumprimos ao propósito para o qual fomos criados, para que serviríamos então?
46. Deus poderia não ter criado aqueles que não seriam Salvos!
A crítica até faria sentido, se a nossa condenação fosse uma escolha de Deus. Ele nos dá a liberdade de escolha. Quem preferir o pecado, pode ficar com ele. Quem preferir a Deus, irá com Ele. Felizmente, não entramos no céu por nossos méritos – pois se fôssemos medir nossos méritos não entraríamos -, mas pela misericórdia de Deus que nos purifica do pecado para que possamos ser salvos. Ou seja, a condenação é feita por nós mesmos, que não queremos ser perdoados. Contudo, a Salvação só ocorre por meio de Deus. E o pedido de não criar as pessoas que não seriam salvos para evitar o seu sofrimento não faz sentido, pois seria o mesmo que acabar com o livre-arbítrio. Tal como na imagem no início do post, uma das portas seria fechada… Como você teria escolha entre elas? 
47.  Por que Deus não nos fez direto no céu?

Ele quis dar a oportunidade de escolhermos para onde gostaríamos de ir, mostrando assim que é um Deus de Amor e de Respeito, respeitando nossa decisão. Se Deus tivesse criado todos no Céu, poderiam dizer: “Ah, eu estou aqui porque o Senhor me criou aqui, me obrigou a viver aqui, não fui eu quem escolhi.” E se Deus tivesse criado todos no inferno poderiam dizer: “Ha eu estou aqui porque o Senhor não me deu chance de escolher.” Então a escolha é nossa. E o que determina para onde iremos é a nossa fé nEle, que produzirá em nós boas obras. E isso não é nenhum trabalho difícil, pois, como disse, o próprio universo atesta para a Sua existência. O que realmente é difícil são as pessoas admitirem que há um Deus, pois assim teriam também que abandonar ao pecado, pois seguir a Cristo é renunciar, renunciar a este mundo e viver uma vida de santidade. Isso é demais para muitos aceitarem. Se Deus nos criasse direto no Céu, nós JAMAIS saberíamos o quão bom é o Céu. Como nós saberíamos que o Céu é um lugar bom, de recompensa, se nós não temos nenhum comparativo? Ora, o rico só se dá conta de como é boa a sua vida, quando vai para a África viver em condições sub-humanas! Aí sim ele aprende a valorizar aquilo que ele tem!  Ele amou tanto eu e você que deu o seu próprio Filho para morrer por nós, pecadores, para sabermos o quanto Deus é bom!!! Se Deus nos tivesse feito direto no Céu, jamais nós saberíamos o quanto Deus nos ama ao ponto de fazer uma atitude dessas por amor a todos nós!!! Jamais nós saberíamos o que é a “graça”, jamais nós saberíamos o significado da graça de Deus, pois “pela graça Dele nós somos salvos, e isso não vem por obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8,9).  a graça que atua pelo amor, pelo amor do próprio Deus Vivo por nós! “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Rm 5.8)

48. Deus cria os Incrédulos, condena os Incrédulos por serem Incrédulos!

Ele não nos pune por sermos livres (ou seja, por sermos aquilo que Ele nos fez), mas sim por usarmos de nossa liberdade de forma inadequada. A punição, não vem dele, ela é o fruto equivalente a nossa semeadura, semeamos ventos e colhemos tempestades, você ceifa o que planta, essa foi à lei da ação e reação que ele instituiu para que houvesse equilíbrio. Deus pode criar uma situação onde todos acreditem nele antes da morte, mas, para isso, teria que acabar com o livre-arbítrio desses seres, e não vemos bom motivos para ele agir de forma contrária, pois um ser perfeito não tem necessidades a serem satisfeitas, todavia, ninguém será julgado pela luz que não teve. Se sinceramente alguém não consegue acreditar Nele e inda, não consegue discernir entre o certo e o errado, este é tido como ignorante e não possui pecados. Portanto, a existência de incrédulos não entra em conflito com a existência de Deus.

49. Deus cria uma pessoa sabendo que ela vai sofrer eternamente no inferno antes mesmo de criar (onisciência) mesmo assim ele o cria. É mais divertido vê-los serem condenados ao fogo.

Deus é onipotente, mas quando Deus cria seres que possuem vontade livre, Ele automaticamente se coloca uma limitação: Deus não pode fazer com que alguém escolha A ou B voluntariamente. Se Ele fizer isso, Ele estará determinando a escolha dEle, logo a pessoa não escolheu livremente. Entenda que isto não prejudica a onipotência de Deus, pois o conceito de onipotência não inclui contradições lógicas. Contradições lógicas não são coisas que podem existir, são apenas conjuntos de palavras que não fazem sentido (assim como um "círculo quadrado"). Então, se Deus criou seres com livre-vontade, LOGO Ele não tem o poder de determinar qual será a escolha da pessoa, embora Ele saiba qual será a escolha das pessoas. Aí você poderia perguntar: "Então Deus não tem absolutamente nenhum controle sobre qual seria o resultado do mundo que Ele iria criar?" E eu respondo: Deus não poderia criar um mundo onde todos voluntariamente escolhessem a religião certa (pelos motivos dados acima), mas Ele pode criar um mundo onde houvesse escolhas, Deus é amor, quem ama conhece a Deus em espírito, Jesus disse que as ovelhas dele, vêem a luz, e seguem a luz, as ovelhas que não são dele, fogem da luz, pois são das trevas, ou seja,  pela fé, qualquer que deseje receber o amor de Deus, esse o recebe, e buscará viver pelo bem.

50. Deus Cria os Gays, mas detesta os Gays que criou!

Homossexualidade é comportamental, o Homosexualismo é circustancial ou falha genética, o sufixo ‘ismo’ está relacionado a patologias. Alguns tipos de "Gays": Os que foram feitos homossexuais (em geral são vítimas de sexo homossexual com gente mais velha na infância; e vicia, como qualquer outra coisa; posto que o primeiro estímulo erótico objetivo veio de uma relação homossexual, o que, muitas vezes, “fixa” o padrão das pulsões da pessoa naquela área); e os que se fizeram gays (normalmente nem gays são, mas, por razões distintas, “optaram” por aquela inclinação ou desejo mesmo). Nesses casos, o primeiro é de natureza “humanamente imutável”, tão imutável quanto as chances que eu teria de me tornar gay: nenhuma. Já na segunda perspectiva, a situação é reversível, não sem muito trabalho e esforço psicoterapêutico; tudo dependendo, é claro, da vontade que a pessoa tenha ou não de enfrentar a si mesma, na forma do vicio que se instalou. De fato, em geral, esses são os mais culpados, pois sabem que não nasceram gays, mas ficaram viciados no sexo por essa via. E, por último, há os que “optaram”, a maioria dos quais por escolha de prazer e por privilegiarem as sensações do sexo chamado “invertido”. A Bíblia condena na Lei (dado exclusivamente a Israel) um homem deitar com outro homem, assim como condena deitar com a tia, a prima, a parenta chegada, o cachorro, a vaca, a cabritinha, etc. Assim como também proíbe um monte de outras coisas, todas no mesmo contexto, variando apenas as “penas”, que poderiam ser de natureza apenas purificatória, passando pelo exílio, e podendo chegar ao apedrejamento.  No Novo Testamento há algumas denúncias feitas aos efeminados e homossexuais, do mesmo modo que há contra os fofoqueiros, os facciosos, os inafetivos, os mentirosos, os feiticeiros, os falsos profetas, e os hipócritas. Ora, todas essas coisas, se absolutizadas como comportamentos e atitudes irredimíveis, colocam, virtualmente, todos sob condenação (até porque as listas são bem mais extensas, e vão de coisas comportamentais a realidades apenas interiores, como o espírito faccioso e inafetivo: “sem afeição natural pelos pais”, por exemplo).
Portanto, duas coisas devem ser ditas: –1. Todos pecaram, e todos, igualmente, carecem da glória de Deus. E isto é absoluto. –2. As referências que Paulo faz em Romanos 1 às praticas romanas não podem e não devem ser aplicadas ao contexto do homossexual, mas apenas do “homossexualismo”, o qual, mais do que uma condição constitutiva (muitas vezes nem é), é uma escolha pela  orgia, pela glutonaria, pelos swings, pela troca de casais, e por um estilo de existência no qual Sodoma e Gomorra haviam se tornado um “jardim da infância”. Acho uma perversidade fazer da análise “conjuntural” que Paulo fez de uma situação que se instalara como ideologia da perversão social e global, e aplicarem isto a um indivíduo simples, que não deseja a corrupção, nem ama a promiscuidade, desejando apenas um lugar ao sol. Portanto, a prática homossexual é pecaminosa. A hipocrisia também. O orgulho também. A religiosidade arrogante e seca que leva ao desprezo do irmão também. Todos pecamos sem distinção de modo que todos nos necessitamos da graça e do perdão de Deus.

================FÉ=UM=DELIRIO========

51. Quando você olha para diferentes religiões, vê que elas geralmente contêm "mágica". Por exemplo: A fé muçulmana contém o anjo mágico, o cavalo voador mágico, as vozes mágicas, o profeta mágico, etc. A fé cristã contém a inseminação mágica, a estrela mágica, os sonhos mágicos, os milagres mágicos, a ressurreição  mágica, a ascensão mágica e assim por diante. A presença de "mágica" é um indício claro de algo imaginário. Por exemplo, como sabemos que Papai Noel não existe? Porque (dentre outras coisas), ele tem oito renas mágicas que voam. Como sabemos que João e o Pé de Feijão é um conto de fadas? Porque (dentre outras coisas) a história contém sementes mágicas. Da mesma forma, como nós sabemos que Deus é faz-de-conta? Porque Deus é cercado por magia.

Há uma diferença filosófica entre algo mágico de algo milagroso feito pelo criador do Universo. Uma coisa mágica não possui explicação natural e é geralmente algo que se pode imaginar mas não se justifica. Um milagre de Deus, atribuído não a um deus mitológico, mas ao Deus filosófico, é justificado pela metafísica. O nosso conceito de 'natural', é simplesmente aquilo que é observado na natureza. Mas se a natureza foi criada por Deus, o que chamamos de 'natural' é apenas um caso particular do conjunto das ações de Deus. As outras ações seriam consideradas para nós como 'milagres'.

52. Religiosos são um atraso. Se fosse pela Fé dos cristãos, ainda estariamos usando paus e pedras no nosso dia a dia.

Desafio qualquer que seja a provar  que possuir Fé, implica em não desenvolvimento tecnológico.

53. Deus cria varias religiões e não diz qual é a certa

DEUS reservou ao ser humano: a liberdade de consciência, que se reflete na faculdade de raciocinar livre de preconceitos e imposições dogmáticas, de discernir entre a realidade e a fantasia, e, principalmente, que permite ao ser humano encontrar o DEUS que fez os homens sem intermediário, sem ter que rastejar atrás das regrilhões mascaradas de religiões, dos falsos profetas e de estátuas construídas pelas perecíveis mãos dos homens

54. Há milhões de crentes em deus; mas essa é uma declaração sobre a Humanidade, não sobre deus. A verdade não é algo que se alcança através do voto. As religiões surgiram para lidar com a morte, fraqueza, sonhos e medo do desconhecido. São mecanismos poderosos para dar sentido à vida e identidade pessoal/cultural.
A alegação dele de que “as religiões foram criadas para lidar com a morte, fraqueza, sonhos e medo do desconhecido” não coincide com a realidade da criação do Cristianismo primitivo, a seita de Nazaré (não a religião criada pelo imperador Romano Constantino) . Ao contrário, em sua origem o Cristianismo primitivo gerou morte e perseguição dos Cristãos. Ser perseguido não me parece um bom jeito de lidar com a fraqueza e com a morte.
55.  Embora seja fácil encontrar cientistas não Céticos, nenhum deles consegue demonstrar cientificamente a sua fé. A crença é normalmente um assunto cultural ou pessoal separado da ocupação e ninguém, nem mesmo um cientista, é imune às seduções irracionais da fé.
Propaganda neo-ateísta, que lança a FÉ como uma “sedução irracional”(evidências, por favor) Ademais, eu não espero que um cientista prove sua fé Cientificamente, já que Deus está além do plano de investigação da Ciência; Cientistas Famosos que Criam em Deus.1. Nicolau Copérnico (1473-1543) –2. Johannes Kepler (1571-1630) –3. Galileu Galilei (1564-1642) –4. René Descartes (1596-1650) –5. Isaac Newton (1642-1727) –6. Robert Boyle (1791-1867) –7. Michael Faraday (1791-1867) –8. Gregor Mendel (1822-1884) –9. Kelvin (William Thompson) (1824-1907) –10. Max Planck (1858-1947) –11. Albert Einstein (1879-1955)
56.  A crença em Deus se origina do medo de se sentir sozinho e por isso ele se engana e cria um Deus para acompanhá-lo (uma espécie de amigo imaginário Ou seja, o teísta, em sua fraqueza, cria um Deus para se suportar e o ateu, forte, consegue viver sem essa crença irracional e símbolo da fragilidade humana.
Ora, como ele pode alegar com certeza que todos os Teístas creem em Deus por medo(ou carência)? Ou mesmo, como ele alega que eu tenho essa crença por isso? Só há uma forma de ele ter descoberto isso: Lendo minha mente. Como a maioria das pessoas duvida que ele (ou qualquer outra pessoa) tenha tal habilidade, a alegação do neo-ateu que foi feita foi uma mera acusação incomprovada e desonesta. Creio em Deus por causa do medo, isso não faz com que sua crença seja falsa, já que a origem de uma alegação não pode ser definida pela origem dela.

================Veracidade histórica=======

57. Existem tantos Deuses por ai. Acha que o seu é o correto só por que acredita nele?–Zeus - Deus dos Deuses;–Thor - Deus do Trovão;–Poseidon - Deus dos mares;–Hades ou Diabo - Deus do Inferno;–Tupã - Deus do Brasil;–Apolo - Deus da divina distância;–Odin - Deus da sabedoria, da guerra e da morte;–Horus - O deus dos céus;–Shiva - Deus da destruição;

Apresente evidências históricas palpáveis da existência desses "mitos"! Como o próprio nome diz mitologia. Conforme a sociedade evoluía, os conhecimentos cresceram, e por falta de material, provas e evidências históricas todos esses deuses foram esquecidos e estão mortos, tornaram-se lendas, mitos, contra uma tonelada de documentos acerca de Moisés, os israelitas e Jesus. Só para se ter uma idéia, acerca de Jesus foram relatados mais de 2400 manuscritos de base histórica, da mesma confiabilidade dos que atestam e provam que filósofos antigos como Platão e Aristóteles existiram! Nenhum destes deuses, mencionados, mesmo quando estavam no auge de suas glorias, jamais tiveram mais do que alguns milhões de seguidores em toda a história. Jesus Cristo esta bem vivo e atuante já a 2000 anos com maior número de seguidores do Mundo, cerca de  mais de 2.3 bilhão de pessoas, e outros 2.3 bilhões que foram martirizados, em sua própria carne e sangue. Comparar Mitos com Jesus e os Israelitas denota uma profunda ignorância... Os historiadores dão boas gargalhadas disso.

58. Cristianismo é uma cópia de religiões mais antigas, por exemplo, eles comemoram O nascimento do  Deus Sol Invictus em 25 de Dezembro, da Saturnalia (Natal) criado para adoração ao culto de Mitra muito antes de Jesus existir cerca de 1000 anos a.C! 

Em primeiro lugar, o Natal é uma festividade falsa porque há dois mil anos não foi nesta  data que Jesus nasceu. De acordo com os Anais da História, no intuito de atrair adeptos ao Cristianismo, entre os séculos III e IV adaptaram muitas cerimônias e crenças pagãs aos rituais cristãos, dentre as quais incluiu-se a festa do Natalis Sollis Invicti, celebrada no solstício de inverno do hemisfério norte e oficializada em 25/12. Era uma festa de idolatria ao Sol no culto de Mitra, nada tendo a ver, portanto, com a comemoração dos cristãos.  Em prática, não é lembrado, ninguém conhece esses deuses, e usa se essa data como uma oportunidade de reconciliação( o certo seria se reconciliar com o irmão todos os dias) mas não acontece assim, aproveitemos pois a oportunidade para lembrar os esquecidos que Jesus existiu, do amor e sua vida.
59.  Jesus é um plágio, dos deuses antigos, bem ateriores ao nascimento de Jesus:  Hórus, (deus egípcio), Osíris, (deus egípcio), Attis, (deus frígio), Krishna, (deus hindu), Dionysus, (deus grego), Mitra, (deus persa). Todos tinham esses pontos e mcomum:Nascidos de uma virgem; 25 de dezembro12 discípulos;Batismo e ministério aos 30;Crucificação;3 dias enterrado;Ressurreição; Dentre outros adjetivos como Filho de DeusVerbo da Vida;Remissão de pecados–Vida Eterna–Luz do mundo;–Salvador;–Filho de Deus;–Cordeiro de Deus;–Alfa e ômega;–Bom pastor;–A verdade;–Rei dos reis.
Qualquer egiptólogo sério conhece a história de Horus!! E nada tem a ver com Jesus! Krishna, Mitra, Dionísio e demais mitos, foram reformados nos sec I a V e revividos por: Gerald Massey poeta inglês e egiptólogo amador! Não um profissional, não um acadêmico não um historiador!! G.a wells, um acadêmico professor!! De literatura!! Mas professor da literatura Germanica escritor de livros populares, tentando provar que Jesus era um mito! Mas não um historiador, não um arqueólogo, e não tem propriedade para provar a tese! Cada um desses deuses passados teve uma história diferente ao de Jesus! Livros que citam experts, que citam outros experts, e no final ninguém cita nenhuma evidencia Antiga de fato! E a palhaçada continua....na lista de referências que os mitos “tem os mesmos tributos de Jesus”,  não há um único estudioso profissional e sério! Apenas poetas e amadores! Os historiadores sérios não negam a existência do Jesus histórico! Existe sim uma discussão sobre como a bíblia o descreve, sobre incidentes específicos em sua vida, mas nenhum estudioso sério nega que Jesus foi uma pessoa real e viveu na Galileia No sec I. A história da teoria do "Jesus cristo ser mais uma cópia de mitos antigos" é inconsistente, baseiam se em mitologia, sem NENHUMA evidências históricas e ARQUEOLÓGICAS palpáveis da existência desses "mitos com esses atributos". Como o próprio nome diz mitologia vem de MITO.  CONTRA Jesus, porém existem mais de 2400 manuscritos históricos e arqueológicos do Séc I, espalhados por todo o oriente médio, desde a Ásia até Roma! Da mesma confiabilidade dos manuscritos históricos e arqueológicos que atestam e provam a existência de filósofos antigos como Platão e Aristóteles, Reis como Salomão, Imperadores como  Napoleão Bonaparte e Dom Pedro I e tantos outras figuras antigas Pré modernas que existiram! A única forma de validar se alguém do passado existiu ou não, são manuscritos históricos e arqueológicos!  ISSO OS MITOS NÃO POSSUEM!  A comemoração do Natal em 25 de dezembro de Jesus surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração ao Deus Sol pela adoração ao Salvador Jesus Cristo. O nascimento de Cristo passou a ser comemorado no Solstício do Inverno em substituição às festividades do Dia do Nascimento do Sol Inconquistável. Como as mitologias dos deuses de mistério se baseiam principalmente no quesito “nascimento no dia 25 de dezembro”, a teoria do plágio está refutada já pela raiz. Pois Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, Hórus, Mitra, Attis, Khrishna, Dionysio, e tantos outros, nasceram no solstício e não no dia 25 de dezembro, a estrela que sinalizou o nascimento de Jesus não apareceu no dia 25 de dezembro, os calendários de cada povo eram diferentes um do outro e os reis foram até Jesus em agosto e não em dezembro. Quanto ao alinhamento estelar e os 3 reis magos, a comparação do relato bíblico dos homens do oriente com a mitologia acerca da estrela Sirius com a constelação de três reis é infundada, pois as semelhanças são muito superficiais comparadas com as diferenças.Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia aparecido há dois anos no máximo. Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos. Em relação ao nascimento virginal, Horus foi concebido por relação da deusa Isis-Meri com o deus Osíris; Mitra foi concebido por relação da deusa Anahira com o deus Aúra-Masda, mas Jesus foi concebido pelo espírito, em forma espiritual, sem relação, dentro de uma humana. Espíritos não tem relações sexuais com pessoas vivas. Quanto as demais semelhanças: –Nascidos de uma virgem; 25 de dezembro12 discípulos;Batismo e ministério aos 30;Crucificação;3 dias enterrado;Ressurreição;Os adjetivos como Filho de DeusVerbo da Vida;Remissão de pecados–Vida Eterna. Não existe um só achado na arqueologia que prove algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus, agora pra Jesus já existem. A crucificação é fato. Esse método de punição era largamente difundido em Roma. Vários corpos já foram encontrados com sinais de crucificação, porém nunca havia sido encontrado um com marcas de prego. Assim sendo, a crucificação de Cristo era falsa. Filho de DeusVerbo da Vida;Remissão de pecados–Vida Eterna–Luz do mundo;–Salvador;–Filho de Deus;–Cordeiro de Deus;–Alfa e ômega;–Bom pastor;–A verdade;–Rei dos reis. Da mesma forma, aonde estão os documentos que provam tais afirmações? Não existe nenhum registro nos mostrando que os deuses possuíam tais adjetivos. Podemos dizer que são exclusivos de Jesus, pois os únicos registros existentes destes adjetivos atribuídos a um deus é os de João nos seus livros. Cordeiro de deus é uma analogia ao cordeiro sacrificado num ritual judeu. O paganismo não sacrificava cordeiros em alusão a seus deuses, mas sim touros, por exemplo (mitraísmo). Sacrifícios de cordeiros eram quase que exclusivos dos judeus, e João utilizou o termo Cordeiro de Deus para Jesus sacrificado e imolado. Já o alfa e ômega é outro termo utilizado apenas por João e a informação de que Dionísio era o alfa e ômega não tem sustentação arqueológica afirmando tal. O que se especula é que existe a possibilidade, pois este título tem origem na Grécia, e João esteve cativo lá. Como ele escreveu seu evangelho aos gregos, pode ter usado o termo para exemplificar que Deus era o princípio e o fim. Apenas uma ilustração criada por João. Bom pastor – Pastor do que? De ovelhas? No Egito? Rei dos reis – Tal descrição é comum em divindades. É um adjetivo facilmente aplicável à qualquer deus. A diferença é que Jesus reina sobre todos os reis do mundo. Já os deuses de mistérios sempre eram regionais. Não temos nada relatado acerca destes deuses que diz serem o Deus supremo sobre todos. A chave da questão é: Deuses de mistérios não possuem evidências anteriores a Jesus para que sejam afirmadas as informações acima a eles atribuídas. Sendo assim, até que se encontre algo, são os seus detalhes adotados do Cristianismo. A diferença básica entre o cristianismo e as religiões de mistério é a base histórica de um e o caráter mitológico das outras. As divindades das religiões de mistério eram apenas “figuras nebulosas de um passado imaginário”, enquanto o cristo que o kerigma apostólico proclamou que viveu e morreu poucos anos antes dos primeiros documentos do NT serem escritos. Mesmo quando o apóstolo Paulo escreveu sua primeira carta aos Coríntios, a maioria das cerca de quinhentas testemunhas da ressurreição ainda estava viva. (Anderson, p. 52-3).Também há evidências que revelam que a informação de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e ascendido, surgiu apenas por volta de 400 d.C. Ou seja. Fonte: Enciclopédia de Apologética, Norman Geisler, Ed. Vida.

59. B Deus em pleno 2013??? Voltemos a Razão!!
Quando Paulo pregou a Efesos, ele não estava pregando a idiotas e estúpidos, ele estava pregando aos pais da Razão! Filósofos, pensadores e matemáticos dos quais já tinham conhecimento acerca de partículas subfragmentadas atômicas, pessoas com alma Einstainiana, apenas desprovidos de aparatos tecnológicos!Todos eles contemplaram seus feitos e quase todos o seguiram!

60.  O cristianismo foi criado para manipulação da massa!
Se o cético se referir a religião criada por Constantino sim eles estão certos. Se referir a Seita de Jesus de Nazaré, eles tão errados. Grande equivoco é acreditar que o cristianismo  se refere aos discípulos de Jesus, aliás, Jesus não Criou o Cristianismo, nem Paulo, muito menos Pedro, Constantino o fez, Fato! O problema é diferenciar Cristianismo da Seita de Cristo, um foi criado pelo imperador para manipular, o outro foi a Fé dos oprimidos que se transformou em religião de opressores . Todavia, quando os Céticos e Crentes se referem a cristianismo logo vem a cabeça = Seita de Jesus de Nazaré e os discípulos.O que tem? Ouve uma transferência de identidade da palavra. Se eu digo sou Cristão, eu quero dizer que sou discípulo de Jesus de Nazaré. E isso confunde? Muito! Quando se fala em cristianismo nos dias de hoje, não nos referimos a religião, mas sim, ao movimento a Seita dos Nazarenos. Por isso o raciocínio errado dos céticos.
61.  Palavras do papa Leão X: “Quantum nobis prodeste haec fabula Christi”! (“Quanto nos é útil esta FÁBULA de Cristo!”)    “A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro.” – Papa Leão X
Não existe tal citação em nenhum documento oficial , assinado pelo papa Leão X. Esta citação é de uma obra de ficção do século XVI escrito como uma paródia. Apresentar isso como uma citação legítima seria tão absurdo como a atribuir uma linha a partir de uma peça de Shakespeare para o personagem da vida real a quem um ator representa.

62.  O mito Jesus foi fundido com o mito religioso romano para subjulgar os judeus para que eles aceitassem totalmente o julgo dos romanos e não se rebelassem mais. Como os judeus não aceitavam o culto ao imperador e não queriam pagar os altos impostos cobrados por Roma, porquê não criar uma nova religião de submissão e enfiar goela abaixo dos judeus?É claro que estes personagens bíblicos ‘FORAM INVENTADOS’ para se esconder os verdadeiros inventores desta farsa.

Não existe se quer um documento antigo que comprove que o Novo Testamento foi escrito pelos pais da igreja (Papas e Bispos). Mas existem vários documentos que atestam que suas origens são Hebraicas e Gregas.. é CLARO que houve erros nas traduções Romanas bem como parafrases inadequadas...Por ISSO existe a crítica textual, a Hermenêutica e a Exegese, para que se identifiquem essas peculiaridades! Se o Novo Testamento fosse escrito pelos pais da igreja qual seria a ideologia lógica? A ideologia dos Padres afrontam os manuscritos!!

Se fosse escrito pelos pais da igreja, não deveriam haver variações textuais (a qual a critica chama de variante), não existe uma unidade entre eles, CONCLUE-SE que o NOVO TESTAMENTO nunca foi escrito pelos pais da igreja, do contrário, a linguagem seria única. Não existe um só manuscrito grego que concorde com os demais ao contrario todos eles se divergem. A contradição dos manuscritos atestam sua veracidade, se fosse armação não haveria contradições!

Não existe um único manuscrito, um único papiro, um único pergaminho, que faça referência ao NOVO TESTAMENTO TER SIDO COMPILADO POR ROMA! AONDE ESTÃO OS DOCUMENTOS? Ao contrário, todos os documentos estão contra os céticos, por exemplo dentre tantos martirezados pela fé Cristã no Séc I, Clemente de Roma foi martirizado em 100 DC. Nos seus manuscritos, ele citou trechos de Mateus, Marcos, Lucas, Atos,  Coríntios, 1 Pedro, Hebreus e Tito, que correspondem totalmente com a Bíblia que lemos hoje na verdade, mesmo se perdêssemos todos os manuscritos gregos, todos os 10.000 manuscritos em latim e todos os outros 9.300 manuscritos antigos, seríamos capazes de 5.300 primeiros reconstruir todos os versos do Novo Testamento (com exceção de 11) ao usar as cópias dos primeiros líderes da Igreja que citavam o Novo Testamento extensivamente. Temos mais de 36.000 citações preservadas do Novo Testamento.

Em resumo, O NOVO TESTAMENTO permanece hoje como a mais bem preservada obra literária de toda a Antiguidade, e sua confiabilidade não deixa qualquer dúvida!

Os céticos podem perguntar: "Bem, se o NT é realmente a palavra de Deus, então por que Deus não preservou o original?". Só podemos especular aqui, mas uma possibilidade é porque sua palavra pode ser melhor protegida por meio de cópias do que por meio de documentos originais. Como assim? Porque, se o original estivesse de posse de alguma pessoa, essa pessoa poderia alterá-lo.

Mas, se houvesse cópias espalhadas por todo o mundo antigo, não haveria maneira de um escriba ou sacerdote alterar a palavra de Deus. Como vimos, o processo de reconstrução permite que variantes e alterações nas cópias sejam identificadas e corrigidas de maneira bastante simples.

Desse modo, ironicamente, o fato de não existirem originais pode preservar a palavra de Deus de uma maneira melhor do que se eles existissem. A igreja católica foi criada no sec IV toda essa historicidade aconteceu antes e temos documentos, evidencias arqueologicas e historicas! Agora aonde estão os documentos que provem o contrário?


63.  Jesus, a Fé Cristã e os Evangelhos não são verdades históricas!

Então Platão, Aristoteles, Alexandre Magno não são verdades históricas? Pois só sabemos da existência deles através dos escritos! Algumas partes dos evangelhos são consideradas historicamente confiáveis enquanto que outras partes não o são os elementos cuja autenticidade histórica é disputada incluem os dois relatos sobre o nascimento de Jesus e sobre a ressurreição e detalhes sobre a crucificação. Acadêmicos que rejeitam totalmente a historicidade de Jesus baseiam-se na falta de evidência arqueológica direta, a falta de menção em documentos antigos sobre Jesus e a possível similaridade entre o cristianismo primitivo e a mitologia e religião contemporânea. O PROBLEMA É QUE ESSAS PESSOAS, NÃO SABEM OU FINGEM QUE NÃO SABEM QUE Jesus está em diversas culturas fora da bíblia e seu ensinamento que revolucionou o mundo arcaico primitivo é sempre o mesmo independente da cultura: amor incondicional; Até aqui só se pode provar sua existência através de achados históricos, contudo, a historia não pode provar a sua divindade. Alguns escritores podem brincar com a idéia fantasiosa de um 'mito de Cristo', mas não podem fazê-lo com base nos dados históricos. A historicidade de Cristo é tão axiomática para um historiador desprovido de preconceitos como é a historicidade de Júlio César. Não são os historiadores que propagam as teorias a respeito de um 'mito de Cristo'".Otto Betz conclui que "nenhum pesquisador sério se aventurou a postular a não historicidade de Jesus". Qualquer um que buscar Jesus em outras fontes percebe a linearidade com o relato dos evangelhos, vemos Jesus no islamismo, Jesus entre os Budistas, os relatos do historiador Judeu Flávio Josefo, Publius Cornelius Tacitus atesta a existência de cristãos em Roma no tempo de Nero. Alem disso, Plínio o Novo cita os cristãos do segundo século em uma carta a Trajano, Didaquê é um escrito do primeiro século que também cita Jesus dentre tantos outros.

64.  O que existe fora do cânon que sustenta a morte Jesus, seu sepultamento, ressurreição física e ascensão aos céus?

Na verdade, existem muitas fontes extra-canônicas que sustentam a morte de Jesus, seu sepultamento e sua ressurreição, fontes que sobre as quais, eu suponho, você nunca pensou. Você está imaginando fontes extra-canônicas posteriores como Josefo e Tácito. A história da Paixão usada por Marcos, a fórmula citada por Paulo em I Co 15: 3-5, a fonte especial de Mateus chamada M, a fonte especial de Lucas chamada L, e assim por diante. Algumas destas fontes são incrivelmente antigas (o que ajuda a responder a sua segunda questão). A história da paixão pré-Marcos provavelmente data dos anos 30 e está baseada em testemunhos oculares, e a fórmula pré-Paulina em I Co 15:3-5 foi datada para algum período dentro de poucos anos ou até mesmo meses após a morte de Jesus. Referências posteriores a Jesus pelo escritor sírio Mara bar Serapion, escritos rabínicos, e escritores extra-bíblicos que confirmam o que os documentos do Novo Testamento nos dizem sobre Jesus não nos dão nada absolutamente novo. Você pode encontrar estas fontes citadas e discutidas no livro de R. T. France The Evidence for Jesus [A Evidência de Jesus] ou no livro de Robert Van Voorst Jesus outside the New Testament [Jesus fora do Novo Testamento].


62.  A mensagem de Jesus foi espalhada oralmente até que os evangelhos fossem escritos. Como sabemos que a mensagem não foi corrompida por lendas?

Não havia tempo suficiente para que influências legendárias eliminassem o cerne dos fatos históricos, e alem do mais, a transmissão judaica de tradições sagradas era altamente desenvolvida e confiável. Existiam também restrições significantes na adulteração de tradições sobre Jesus, como a presença de testemunhas oculares e a supervisão dos apóstolos. Completando estas considerações gerais, estudiosos enunciaram certos “critérios de autencidade” para ajudar a detectar informações historicamente confiáveis sobre Jesus até mesmo em um documento que possa não ser em geral confiável. O que estes critérios realmente se importam são declarações sobre o efeito de certos tipos de evidência sobre a probabilidade de várias afirmações ou eventos narrados nas fontes. Para algum afirmação ou evento S, evidência de certo tipo E, e nosso conhecimento prévio B, os critérios vão estabelecer – se todas as variáveis tiverem valores equivalentes – que, Pr (S/E&B) > Pr (S/B). Em outras palavras, sendo todos os valores iguais, a probabilidade de algum evento ou afirmação é maior dado, por exemplo, sua atestação independente e antiga do que se sem esta atestação. Quais são os fatores que podem servir a favor de E aumentando a probabilidade de algum evento ou afirmação S? A seguir alguns dos mais importantes são: – Congruência Histórica: (S se enquadra com o conhecimento dos fatos históricos concernentes ao contexto no qual S supostamente ocorreu.) – Atestação antiga e independente: (S aparece em fontes múltiplas e próximas ao tempo no qual S supostamente aconteceu e que não dependem umas das outras nem de uma fonte comum.) – Embaraço: (S é incômodo ou contra-produtivo às pessoas que servem como fontes informativas de S.) – Dissimilaridade: (S provavelmente não se trata de pensamentos e tradições judaicas antecedentes e/ou pensamentos e tradições cristãs subseqüentes.) – Semitismo: (Vestígios de S são encontrados nas narrativas aramaicas ou hebraicas.) – Coerência: (S é consistente com fatos já estabelecidos sobre Jesus.). Observe que estes critérios não pressupõem a confiabilidade geral dos evangelhos. Eles se focam mais em um evento particular e dão evidência para pensar que este elemento específico da vida de Jesus é histórico, a despeito da confiabilidade geral do documento no qual este evento particular é relatado. Estes mesmos critérios são assim aplicados aos relatos de Jesus encontrados nos evangelhos apócrifos, ou escritos rabinos,  se os evangelhos puderem ser demonstrados como documentos confiáveis, melhor ainda! Mas os critérios não dependem de nenhuma pressuposição deste tipo. Eles servem para encontrar vestígios do miolo histórico até mesmo no meio do lixo histórico.


65.  Existem provas que confirmem a ressurreição de Jesus?

Temos boas bases históricas. A palavra ‘prova’ pode ser enganosa porque muitos a associam com matemática. Certamente, não temos prova matemática de qualquer coisa que tenha acontecido na história do homem. Não temos provas, nesse sentido, de que Júlio César foi assassinado no senado romano, por exemplo, mas temos boas bases históricas para isso. Meu argumento é que se você considera os documentos do Novo Testamento como fontes da história antiga, – como os historiadores gregos Tácito, Heródoto ou Tucídides – o evangelho aparece como uma fonte histórica muito confiável para a vida de Jesus de Nazaré. Veja só, Mateus, João, Pedro, e tantos outros, foram testemunhas oculares, e anotaram as palavras de Jesus, esses homens não arriscariam suas vidas por uma farsa de Messias! Eles viram o Messias ressuscitar, eles guardaram suas palavras em seus corações e fizeram de tudo para proliferá-las! Ou então eles eram suicidas esquizofrênicos! Raciocine! Todos os mártires Cristãos que morreram, por exemplo, nas mãos de NERO, morreram por crerem no Messias e na ressurreição, deixada por escrito pelas testemunhas oculares que também morreram por esse motivo, mais de 5 mil cópias dos evangelhos espalhadas em toda a Ásia, 2400 em Roma... Ouve um grande impacto na história, ate no Alcorão os evangelhos de Jesus foram parar e entre os budistas também! A maioria dos historiadores do Novo Testamento concorda com os fatos fundamentais que balizam a inferência sobre a ressurreição de Cristo. Coisas como o relato de vários indivíduos e grupos sobre os aparecimentos de Jesus vivo após sua execução. Com isso, nos resta a seguinte pergunta: qual é a melhor explicação para essa sequência de acontecimentos? Penso que a melhor explicação é aquela que os discípulos originais deram – Deus fez Jesus renascer dos mortos. Não podemos falar de uma prova, mas podemos levantar boas bases históricas para dizer que a ressurreição é a melhor explicação para os fatos. E como temos boas razões para acreditar que Cristo era quem dizia ser, portanto temos boas razões para acreditar que seus ensinamentos eram verdade. Sendo assim, podemos ver que os evangelhos não foram criação contingente de um tempo, de um lugar e de certas pessoas, mas a mensagem de Deus para a humanidade.

66.  Por que Crer no Deus Juaico-Cristão? Se o Deus Judacio-Cristão é o Criador de todos os homens, e sendo um Pai amoroso como pode ser um Deus tão tribal e privilegiar um pequeno grupo de bárbaro, relegado ao abandono todo o resto da humanidade por ele criada, condenar a todos as criaturas que não concordem com ele ou seu filho, e as ameaça com mortes, pestes,  pragas e fogo eterno? Um Deus assim, é um ente nazista contra o resto do mundo; é um Hitler Judeu disfarçado de divindade, Um Deus que se apresente do tamanho dessa mediocridade não serve nem pra ser homem, quanto mais para ser Deus!
O cristianismo tradicional, assim como o Judaísmo que Jesus tanto criticou, tem uma forte tendência ao exclusivismo e ser teologicamente radical quanto a salvação, elas pensam que ser cristão NÃO é seguir os ensinamentos éticos de Jesus, como amar ao próximo como a si mesmo, mas SIM, carregar toda uma religiosidade seca e ortodoxa. Eles acreditam que não é preciso acreditar em Jesus para praticar moralismo de Cristo, dentre diversas passagens mau interpretada das escrituras, dizendo, a todos que aceitam Jesus são justificados pela graça, por isso, acreditar em Cristo é importante logo concluem que, quem negue Cristo, jamais serão salvas, pois, isso é rejeitar a graça de Deus e permanecer espiritualmente separado d’Ele. Se você morre nessa condição você ficará separado de Deus!!! Mas, será que é bem assim? Aonde está o erro teológico? O mesmo erro do evangelicalismo judaico reducionista, ao aceitarmos essa visão, excluímos, os princípios fundamentais do ensino de Jesus, que quebraram a barreira dos preconceitos, os dogmas e da intolerância do exclusivismo ortodoxo religioso. Na verdade, Deus nunca foi uma deidade tribal Judaica, Deus se revelou a muitas nações de muitas formas, conhecemos Davi, mas não conhecemos “José da Silva” que foi muito maior que Davi, ou seja, a bíblia é a revelação de Deus do ponto de vista dos Judeus, que chegaram até os dias de hoje, apenas um filete do relacionamento de Deus com o homem. Da mesma forma, a lei de amor pregada por Jesus já havia sido objeto de pregação pelo filósofo hindu Kristna e era crença comun entre os povos da antiguidade oriental. Mas as revelações daquele egrégio filósofo foram abafadas pelo Brahmanismo, exatamente como as de Jesus vieram a ser abafadas pelos que se proclamam seus seguidores, onde o exercício do amor ao próximo foi proclamado, é claro quem foi Deus quem os revelou, porque Deus é amor, e todo o que ama é nascido de Deus (1 João 4:7-8). Portanto, todas as doutrinas que professem o mesmo sentimento podem levar o homem a compreender melhor sua essência divina. Jesus deixa claro, que ninguém vai ao pai a não ser por ele, ou ainda, quem crer nele tem vida eterna, ou quem negar ele não será salvo, etc. Jesus é incoerente? De maneira alguma, antes digo que a interpretação teológica mística do fator mágico “Crer” é equivocada. Alguns teólogos confundiram o significado e o contexto da palavra, “Crer” significa (Crer na mensagem) e não simplesmente na sua existência como propõe alguns, ou seja, abraçar a mensagem de Jesus! Viver a mensagem de Jesus no dia a dia! De como Jesus tratava as pessoas, como ele agiu, o que ele fazia, como ele vivia, e ainda, um convite a viver desse modo, pois o pai é daquele jeito. Ninguém pregou o evangelho melhor que Jesus, vivendo o evangelho na sua vida, e se fizermos isso, veremos, que somos seus discípulos, não em letras de pedras, mas, no dia a dia! (Hb 8:8-11) Amando uns aos outros, se compadecendo, perdoando, andando em piedade, humildade, mansidão, como ele o fez (Gl 5:22), só o andar Nele faz se, estar Nele (1 Jo 2:29) isso é o evangelho o resto é doutrinações institucionais. Esse mesmo evangelho, como dito, já foi revelado por Deus de muitas formas em diversas culturas, então não há exclusivismo algum.

67.  Faz algum sentido tentar descobrir os fatos históricos acerca de Jesus, quando tantos já tentaram fazê-lo e chegaram a diferentes avaliações?
Sim, acredito que faz. Penso que a diversidade de opiniões acerca do Jesus histórico pode estar amarrada em grande medida ao tipo de pressupostos filosóficos que os críticos põem na mesa. As conclusões deles são menos determinadas pelas evidências do que pelos pressupostos que eles impõem. Isso pode ser visto claramente nas obras publicadas por eles.Por exemplo, os membros do Jesus Seminar [Seminário Jesus] declaram explicitamente quais sejam seus pressupostos na introdução que escreveram à sua edição de The Five Gospels [Os cinco evangelhos]. Para eles, a primeira coluna do saber acadêmico é a pressuposição do naturalismo científico. Noutras palavras, não acreditam que haja eventos sobrenaturais na história. Entendem que, sempre que se encontra um evento miraculoso numa narrativa, isso é sinal automático de que se está diante de uma lenda ou de um mito. Eles simplesmente partiram da suposição de que os milagres são de caráter ficcional. Extraordinariamente, não fazem nenhuma tentativa para justificar tal suposição. Quando se começa com a suposição do naturalismo científico, o curso de eventos como o nascimento virginal, a encarnação, os milagres de Jesus e a sua ressurreição terão de ser avaliados como anistóricos. Além disso, alguns críticos, como Marcus Borg, deixam claríssimo que buscam um Jesus religiosamente disponível para as pessoas no cenário contemporâneo. Borg decidiu deliberadamente reinterpretar Jesus como um tipo de pessoa espiritual, fruto da combinação de diferentes culturas – uma espécie de místico – que apela às pessoas de todas as culturas e de todas as religiões. É por isso que ele traz a público um Jesus politicamente correto ao extremo, um Jesus não ofensivo nem incômodo para a mente moderna. O Jesus reconstruído de Borg é bom exemplo de como as conclusões de alguns acadêmicos são profundamente moldadas por suas pressuposições.No entanto, se essas pressuposições críticas não forem forçadas nos evangelhos, então há um consenso bastante notável em emergência entre os estudiosos acerca da pessoa do Jesus histórico, do seu ensinamento, e dos eventos da sua vida em torno da sua morte e ressurreição. Por isso, penso que devemos ter o cuidado de não exagerar a diversidade de visões que há entre os estudiosos hoje. Houve, com certeza, uma variedade de perspectivas nas buscas do passado para recuperar o Jesus histórico, mas os estudos contemporâneos têm, penso eu, resgatado realmente o esboço geral de uma imagem de Jesus com a qual podemos concordar em grande parte.
68.  Uma vez que não podemos observar diretamente o passado, podemos conhecer algo sobre como ele realmente aconteceu? As nossas ideias do passado poderiam ser falsificações elaboradas, tão indignas de confiança quanto um sonho?
Bem, a diferença entre sonho e história, evidentemente, é que a história deixa resíduos e o sonho, não. É somente com base nas evidências que podemos reconstruir o passado; certamente, não há justificativa para irmos contra as evidências. É interessante que o historiador segue o mesmo método do cientista histórico em ciências como geologia, paleontologia ou cosmologia. Nesse caso, o cientista também está envolvido na reconstrução do passado, seja a história do passado do universo ou da terra. A única diferença real entre o cientista e o historiador é que este estuda a história humana em vez da história da terra ou a história cósmica. Mas, em termos de método, fazem exatamente o mesmo. A história do historiador está no mesmo nível da história do geólogo ou da história do cosmólogo. Quando as pessoas tentam jogar a história contra a ciência, fazem um movimento ilegítimo porque a história está “em pé de igualdade” com as ciências históricas. Desde que sigamos dentro dos limites das evidências, não há razão para pensar que não podemos reconstruir o passado como realmente aconteceu.
69.  Como sabemos que os fatos históricos são reais? Os eventos em si já passaram e tudo quanto nos resta é a declaração do historiador. Por exemplo, com respeito ao relato do nascimento de Cristo, tudo o que temos sobre a sua ocorrência são as declarações históricas de Mateus e Lucas.
Em primeiro lugar, é importante observar que a inexistência de evidências não é evidência de inexistência. Quando pensamos nisso, vemos que não temos nenhuma evidência para a maioria dos eventos históricos, mas eles realmente aconteceram. A maioria dos eventos históricos não deixa evidências suficientes para reconstruí-los; portanto, a falta de evidências não é por si só a prova de que o evento não ocorreu. No caso dos evangelhos, acho extraordinário que não tenhamos a mínima evidência para alguns eventos. Por exemplo, considerem-se os eventos do nascimento virginal ou da ressurreição de Jesus de Nazaré. Nesse caso, temos evidências a partir de várias fontes. É muito interessante quando comparamos isso com as evidências que temos de outras personagens da antiguidade. No caso delas, quase não se tem nenhuma evidência. Nos casos em que temos de fato evidências, os historiadores elaboraram algumas regras objetivas que podemos aplicar às fontes a fim de estabelecermos se são relatos históricos dignos de crédito em vez de mera ficção. Denominamos esses critérios de “os critérios de autenticidade”.Por exemplo, consideremos o critério da “atestação múltipla”. Se a regra da atestação múltipla for aplicada às narrativas do nascimento de Jesus, então temos bons fundamentos para acreditar que ele nasceu em Belém e nasceu de uma virgem. Por quê? Porque temos esses fatos atestados em narrativas independentes; Mateus e Lucas independem um do outro, ao menos em suas fontes. Outra regra é o critério do embaraço. Essa regra afirma que, caso se achem nas narrativas elementos inadequados, ou talvez embaraçosos, à igreja cristã primitiva, então, é também muito mais provável que sejam eventos históricos e não inventados pela igreja.Há também outros critérios. Na verdade, há uma longa lista deles, esses são apenas uns poucos. Os historiadores os aplicam a todo instante nas narrativas seculares com o intuito de estabelecer a credibilidade histórica delas. Descobri que esses critérios são muito úteis. Quando críticos, como os do Jesus Seminar [Seminário Jesus], usam-nos para produzir descrições céticas de Jesus, a razão, penso eu, decorre dos seus pressupostos, e não dos critérios. Eles aplicam esses critérios falsamente, pois estão distorcidos pelos seus pressupostos naturalistas.
70.  Algumas pessoas dizem que a história é insuficiente, porque, com a ciência, ao menos a evidência está diante de você e pode ser posta à prova e repetida. Obviamente, não é possível reconstruir o evento histórico. O que o senhor diz sobre isso? A ciência seria, portanto, mais objetiva do que a história?
O historiador trabalha com tantos resíduos do passado quanto o geólogo. Ele pode contar com a arqueologia e outras ciências como a numismática (o estudo de moedas) ou a papirologia. Todas essas ciências exploram o passado, da mesma maneira que a geologia ou a paleontologia. São disciplinas elaboradas para reconstruir o passado dentro dos limites das evidências. Portanto, não entendo que seja possível traçar uma linha divisória entre ciência e história a ponto de se afirmar, bem, que a ciência é objetiva, mas a história é um lodaçal de subjetividade.
71.  Alguns historiadores, especialmente os revisionistas, como os neonazistas, são muito seletivos ao usar os fatos. Escrevem histórias que são mais o reflexo de seus preconceitos do que daquilo que realmente aconteceu. Até que ponto podemos ter a certeza de que os escritores dos evangelhos não eram eles mesmos revisionistas?
Se a compreensão que o historiador tem do passado estiver errada, o motivo para que esteja errada é que ela não se encaixa nas evidências; não está errada porque tem um ponto de vista. Portanto, tudo se volta para aquilo que as evidências indicam.
72.  Não é possível haver história do passado como realmente ocorreu, só é possível haver interpretações históricas e nenhuma é final. Cada geração tem o direito de inventar a sua
Penso que a razão por que os historiadores estão sempre reescrevendo o passado decorre de alguns fatores. Um deles é a descoberta de uma nova evidência. Quando descobrimos uma nova evidência, isso é capaz de alterar a nossa imagem do passado. Portanto, precisamos reescrever a história para conformá-la à nova evidência. Agora, longe de solapar a objetividade da história, isso na realidade é evidência dela. Se a descoberta de uma nova informação significa que temos de reajustar nossa visão do passado para alinhá-la ao conjunto mais amplo das evidências, eu pensaria que esse é forte testemunho favorável à objetividade da história, não contrário a ela.Assim, não entendo que a necessidade de reescrever a história solape de fato a objetividade da disciplina. Na verdade, entendo bem o contrário. Essa necessidade dá realmente testemunho da objetividade da história.
73.  Que outros problemas há com a visão que afirma não podermos jamais conhecer o passado
Os historiadores entendem que, ao fazerem seu trabalho, têm de fazê-lo dentro dos limites das evidências; não lhes é permitido fazer propaganda. Todavia, essa distinção perde totalmente o sentido se o relativismo for verdadeiro. Se o relativismo for válido, temos de encarar o fato de que não podemos teimar na distinção entre a propaganda e a história, acerca da qual todos os historiadores respeitáveis insistem.Creio que aqueles que negam a possibilidade da história objetiva não encaram com seriedade o fato de que existe um núcleo comum de eventos históricos aceito por todos os historiadores. Ou que não consideraram com seriedade suficiente a verdade de que existe uma distinção entre história e propaganda. Mais uma vez, o fato de que todos os historiadores são rápidos em criticar a má história fornece poderosas evidências de que é bem possível construir uma história objetiva do passado.
74.  Alguns historiadores sugerem que as narrativas do nascimento de Jesus são implausíveis porque parece quase fantástico que aparecessem pessoas como os magos. O que o senhor acha?
As pessoas dizem coisas desse tipo provavelmente por terem grande dificuldade para aceitar os elementos sobrenaturais da narrativa. Acham difícil demais engolir a ideia de que uma estrela apareceu no Oriente e conduziu os magos até Jesus. Mais uma vez, penso que isso dependerá muito da sua abertura a uma perspectiva sobrenatural. Quero dizer, tem havido tentativas para mostrar que isso pode ter sido a coincidência providencial de certos planetas que produziram uma luz brilhante no céu. Alguns defendem que um evento assim é astronomicamente possível. Evidentemente, há também a discussão sobre a matança das crianças ordenada por Herodes, mas isso é de fato, mais uma vez, a falácia do argumento do silêncio. Aqueles que alegam que isso não poderia ter ocorrido têm por base que o fato não está mencionado em Josefo. Mas lembre-se do que dissemos antes: inexistência de evidências não é necessariamente evidência de inexistência.
75.  O assassinato dessas crianças não teria sido consistente com o caráter de Herodes?
Penso que não há dúvida quanto a isso! Com certeza, é perfeitamente cabível ao caráter de Herodes que ele fizesse tal coisa. Na verdade, Josefo conta que, antes de morrer, Herodes ordenou que na ocasião da sua morte todos os notáveis da área deviam ser recolhidos num estádio e assassinados, pois ele temia que o povo não lamentasse o seu falecimento e, fazendo isso, assegurava que haveria lamentação por sua morte! Felizmente a ordem não foi cumprida, mas isso nos dá uma ideia do seu caráter brutal. Se ele ordenou o morticínio das crianças na vizinhança de Belém, não teria necessariamente de haver um grande número de meninos mortos – pode ter sido um par de dúzias, no máximo – portanto, não entendo que seja possível inferir muita coisa do silêncio de Josefo. Acho que as pessoas precisam apresentar argumentos melhores, se pretendem afirmar que as narrativas do nascimento de Jesus não são históricas.
76.  A ocorrência de milagres não tem provas históricas, e isso desacredita a afirmação de que a ressurreição pode ser vista como um fato da história

Por  que os primeiros  cristãos  tinham essa   muito   nova,   mas   admiravelmente   unânime,   opinião   a respeito da ressurreição? Essa é uma pergunta histórica de fato interessante.  É  claro,   todos   os   primeiros   cristãos   diziam  que tinham essa opinião por causa do que acreditavam a respeito de Jesus. Agora,  se a  idéia de que  Jesus se ergueu dos mortos só aparecesse depois de vinte ou trinta anos de cristianismo, como muitos estudiosos céticos  têm suposto,  encontraríamos muitas facções   que   não   aceitariam   a   ressurreição,   e   aquelas   que aceitassem  lhe dariam uma  forma diferente daquela específica do cristianismo primitivo.  Assim, a ampla e unânime aceitação da crença na  ressurreição pelos primeiros cristãos  força-nos a dizer  que alguma  coisa  certamente  aconteceu  para moldar  e colorir todo o movimento cristão. É bastante claro que, de fato, Jesus é um personagem muito, muito bem-documentado   da   história e se  eu estivesse inventando   uma   história   no   ano   95   d.C.,   porque   sabia   que algumas  pessoas  estavam um pouco   inseguras  a  respeito da questão de  Jesus verdadeiramente humano.  Eu não poria  todo esse  material   em minha   história.   Seria   como  marcar   um  gol contra. As narrativas   judaicas   da  época   de  modo notável, é uniforme nos Evangelhos de Mateus, Lucas e João. O  acontecimento   foi   tão   extraordinário   que deixou sua marca nas narrativas. Quatro pessoas não tirariam a mesma coisa da cabeça, quem    os relatos de Mateus, Marcos,  Lucas e  João no original grego e os compara, vê que são muito diferentes, embora todos contassem a mesma história,  que mostra as mulheres  indo ao  túmulo,  e assim por  diante.  Os  quatro usam palavras  diferentes,  então,  não podemos supor que um copiou do outro, simplesmente. Houve um forte motivo para aquelas pessoas morrerem por seus idéias, ou seja, elas realmente acreditavam no que estava sendo anunciado a ponto de largarem tudo pela causa. Acredito   que,   quando   os historiadores estão procurando provas,  eles precisam de muito mais recursos do que os disponíveis.

77.  Poderia Jesus ter sido, ao invés de Filho de Deus, apenas um Grande Mestre de Moral

Afirmar que Jesus era apenas um Grande Mestre de Moral ou um Espírito Evoluído não faz sentido. Ou você diz que Jesus era quem dizia ser (Filho de Deus) ou que ele era um completo maluco, como diria C. S. Lewis: Um homem tão maluco quanto alguém que se declara um ovo frito (No livro “Mero Cristianismo”).

77. FIM RESUMO
Podemos citar três razões que demonstram a confiabilidade da narrativa dos evangelhos:
Razão nº1: Os evangelhos foram escritos num período próximo aos eventos narrados. Isso é muito importante porque indica que os evangelhos foram escritos por testemunhas oculares e pessoas próximas às diversas testemunhas oculares. O fato de as testemunhas oculares estarem vivas no tempo em que os evangelhos foram escritos é crucial porque elas poderiam desmentir qualquer informação mentirosa.
Há muitas evidências que demonstram que os evangelhos foram escritos cedo. Há evidências internas, como por exemplo: o livro de Atos termina bruscamente com Paulo esperando seu julgamento (At 28.31) o que indica que Lucas, o autor, terminou o livro naquele período. Sabe-se que Paulo foi martirizado entre 63 e 64 d.C. Sabe-se também que o livro de Atos foi escrito por Lucas depois de seu evangelho (At 1.1). Logo, o evangelho de Lucas foi escrito no máximo, apenas trinta anos após o ministério de Jesus.
Outro exemplo de evidência interna é a ausência de qualquer referência no Novo Testamento da destruição de Jerusalém em 70 d.C. Isso claramente aponta o fato de que todos os livros no Novo Testamento foram escritos em data anterior a 70 d.C. É notável o fato de que Jesus profetizou que Jerusalém seria destruída (Mc 13.1-4,14,30). E Jerusalém foi realmente destruída no ano 70 d.C. assim como Jesus profetizou. Sem dúvida os autores do Novo Testamento, que estavam preocupados em provar que Jesus é o Filho de Deus, teriam citado o cumprimento dessa profecia para apoiar sua argumentação.
Há também evidências relacionadas aos papiros com fragmentos do Novo Testamento que sobreviveram até nossos dias. O papiro conhecido como Chester Beatty é datado de 200-250 d.C.; o papiro Bodmer II de 200 d.C.; o papiro Early Chrisitian de 150 d.C.; e o papiro John Rylands MSS de 130 d.C. Esses papiros comprovam que os evangelhos foram escritos em data próxima aos eventos narrados.
Há evidências relacionadas aos escritos patrísticos. Por exemplo, a epístola de Policarpo aos filipenses foi escrita em 120 d.C., as cartas de Inácio em 115 d.C. e a epístola de Clemente aos coríntios em 95 d.C. Todos esses escritos contém inúmeras citações dos evangelhos e demais textos do Novo Testamento.
Portanto, se concluí que os evangelhos passam do teste mais ácido de todos os escritos da Antiguidade. Os evangelhos foram escritos na mesma geração que viu os eventos narrados. O fato dessa geração ter preservado os evangelhos para as gerações posteriores indica o fato de que não houve nenhuma distorção ou fraude na narrativa dos eventos.
Razão nº2: Os eventos narrados nos evangelhos são solidamente apoiados pelas descobertas históricas e arqueológicas. A arqueologia comprova a historicidade de eventos, pessoas e lugares descritos nos evangelhos. Por exemplo: Em Lucas 2.1-3 está escrito que foi realizado um censo no período em que Quirino era governador da Síria. Sabe-se hoje que os romanos realizavam um censo a cada 14 anos e que esses censos tiveram início com César Augusto. Inscrições encontradas em Antioquia confirmam que Quirino iniciou seu governo em 7 a.C. Em Lucas 3.1 é citado um governador chamado Lisânias. Foi encontrada uma inscrição próximo à cidade de Damasco que comprova a existência dele. Em João 19.13 é mencionado um pavimento de pedra, chamado Gábata, localizado no palácio de Pilatos. O arqueólogo William Albright comprovou que esse pavimento existiu, foi destruído em 70 d.C. e reconstruído pelo governador Adriano. Esses são apenas alguns exemplos das descobertas arqueológicas que comprovam a historicidade dos eventos narrados nos evangelhos.
Razão nº3: Os evangelhos não foram alterados com o passar dos séculos. Esse fato é comprovado por evidências maciças. Primeiro, há cerca de 4.000 manuscritos completos do Novo Testamento em grego espalhados pelos museus do mundo, e cerca de 13.000 manuscritos com fragmentos do Novo Testamento. É uma diferença monumental se comparado com outras obras da Antiguidade: há apenas dez manuscritos de Guerras Gálicas de Júlio César, dois manuscritos de Anais de Tácito, e sete manuscritos gregos das obras de Platão.
Segundo, os manuscritos do Novo Testamento foram encontrados em diversas localidades como Egito, Síria, Turquia, Itália, Grécia e Palestina.
Terceiro, os manuscritos do Novo Testamento que sobreviveram aos nossos dias foram escritos transcritos próximos aos manuscritos originais escritos pelos próprios autores. Há papiros com fragmentos do Novo Testamento que datam de 50 a 100 anos após a escrita dos originais. Há manuscritos completos que datam de 400 anos após a escrita dos originais (por exemplo: Codex Sinaiticus, Codex Alexandrino, Codex Vaticanus). Há uma diferenaça descomunal aos outros escritos da Antiguidade. Por exemplo: o manuscrito mais antigo que temos da História de Tucídes, é de 1300 anos após o original; História de Heródoto de 1350 anos; Guerras Gálicas de Júlio César de 950 anos; História de Tácito de 750 anos; Anais de Tácito de 950 anos. Entre os milhares de manuscritos do Novo Testamento que possuímos hoje, há diferenças mínimas, que são apontadas em notas de rodapé nas traduções modernas. Essas diferenças mínimas em nada alteram a doutrina cristã e podem ser superadas através da análise do que diz a maioria dos manuscritos.
A conclusão a que os estudiosos chegam é que nenhum outro documento da Antiguidade é tão confiável como os evangelhos e os demais livros do Novo Testamento.


78.  Por que importa se acreditamos no deus do cristianismo ou na ‘mãe natureza’ se na prática as pessoas podem seguir, fundamentalmente, os mesmos ensinamentos?

Aquele que crê, deve ter uma razão para crer. No Cristianismo, em sentido geral, a crença nasce da aceitação da verdade divina de que Jesus de Nazaré é o Messias, o Cristo, o Ungido de Deus. Mas a aceitação não é apenas um ato de vontade, é também e antes da vontade, um ato de discernimento e compreensão, portanto de razão. O mesmo se dá nos outros planos citados, onde a procedência da Razão, de uma forma ou de outra, é a condição primeira da revolta contra a Razão. Como posso discordar disto e aceitar aquilo sem recorrer ao juízo, que é função racional? Deveríamos acreditar em uma mentira se isso for bom para a sociedade? As pessoas devem acreditar em uma falsa teoria, só por causa dos benefícios sociais? Eu acho que não. Isso seria uma alucinação. Algumas pessoas passam a acreditar na religião por esse motivo. Já que a religião traz benefícios para a sociedade, mesmo que o indivíduo pense que ela não passa de um ‘conto de fadas’, ele passa a acreditar. Digo que não. Se você acha que a FÉ é um conto de fadas, não acredite. O importante é verdade, por mais que perturbem alguns. 

===VERACIDADE HISTORICA DA BÍBLIA=

79.  Não existem quaisquer evidências históricas que validam a Bíblia! A bíblia não passa de um livro histórico mal elaborado com requintes de crueldade mitologias de conto-de-fadas.
Comparada com outros escritos antigos, a Bíblia possui mais provas em termos de manuscritos do que, juntos, possuem os dez textos de literatura clássica com maior número de manuscritos. Os judeus a preservaram como nenhum outro manuscrito foi jamais preservado. Com a massora eles verificavam atentamente cada letra, sílaba, parágrafo e palavra. Dentro de sua cultura, eles dispunham de grupos de homens com funções específicas, cuja única responsabilidade era preservar e transmitir esses documentos com uma fidelidade praticamente perfeita, esses homens eram chamados escribas, copistas e massoretas. Quem alguma vez contou as letras, sílabas e palavras dos textos de Platão, Aristóteles, Cícero ou Sêneca? A Bíblia é o único livro que contém profecias específicas e detalhistas a cerca de nações, povos, pessoas e cena mundial. Ela foi capaz de não somente profetizar acontecimentos a respeito de Israel, mas também das nações da época. E todas as suas profecias se cumpriram fielmente. História: Os livros de I Samuel até II Crônicas e a tabela das nações de Gênesis 10, são relatos históricos surpreendentemente exatos. Fonte de consulta de vários historiadores no meio secular. Alem disso, várias profecias também puderam ser confirmadas pela arqueologia: –A conquista de Jerusalém: Em 597 a.C. Jerusalém é conquistada, o templo é destruído, o povo judeu é aprisionado e levado em cativeiro para a Babilônia, como tinha sido previsto por Isaías e Jeremias.–Retorno a Israel: Em 537 a.C. é permitido ao povo judeu retornar a Israel, como dito por Isaías e Daniel.–Destruição do Templo: Aproximadamente no ano 70 d.C., conforme previsto por Jesus, Jerusalém é destruída e o templo é demolido. Aconteceu, nesse tempo, a diáspora, e desde aquela data até 1948, o povo de Israel vagou pelo mundo sem pátria.–A inquisição Romana que reinaria por 12 séculos e posteriormente perderia seu poder.–Retorno dos judeus à Terra Santa (em 1948 quando foi criado o Estado de Israel).–Ateísmo generalizado.–Desentendimento como nunca houve antes entre pais e filhos.–Comércio da Fé pela religião.–Conhecimento dos Evangelhos em todo o mundo.–Perseguição aos Judeus após rejeitarem o Messias e sua posterior quase extinção pelo Nazismo –Conquistas da ciência de maneria acelerada em poucos anos–Os homens se julgariam Deuses (Particula de Deus e o foton, clone, manipulação genética)

80. O textos da Bíblia passaram por diversas revisões ao longo do tempo. Como podemos ter certeza de que as informações às quais temos acesso hoje são as mesmas escritas há 2.000 anos? Além disso, como lidar com o fato de que informações podem ser perdidas durante a tradução?

Você tem razão quanto a variedade de revisões e traduções. Por isso, é imperativo voltar às línguas originais nas quais esses textos foram escritos. Hoje, os críticos textuais comparam diferentes manuscritos antigos de modo a reconstruir o que os originais diziam. O Novo Testamento é o livro mais atestado da história antiga, seja em termos de manuscritos encontrados ou em termos de quão próximos eles estão da data original de escrita. Os textos já foram reconstruídos com 99% de precisão em relação aos originais. As incertezas que restam são trivialidades. Por exemplo, na Primeira Epístola de João, ele diz: “Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra”. Mas alguns manuscritos dizem: “Estas coisas vos escrevemos, para que o nosso gozo se cumpra”. Não temos certeza se o texto original diz ‘vosso’ ou ‘nosso’. Isso ilustra como esse 1% de incerteza é trivial. Alguém que realmente queira entender os textos deverá aprender grego, a língua original em que o Novo Testamento foi escrito. Contudo, as pessoas também podem comprar diferentes traduções e compará-las para perceber como o texto se comporta em diferentes versões.

81. A Bíblia foi escrita por homens em um período restrito, em uma área restrita do mundo, em uma língua restrita, para um grupo específico de pessoas. Que evidência se tem de que a Bíblia é a palavra de um ser sobrenatural?

A razão pela qual acreditamos na Bíblia e sua validade é porque acreditamos em Cristo. Ele considerava as escrituras hebraicas como a palavra de Deus. Seus ensinamentos são extensões do que é ensinado no Velho Testamento. Os ensinamentos de Jesus são direcionados à nossa era, ou seja, era que o sucederia. A questão, então, se torna a seguinte: temos boas razões para acreditar em Jesus? Ele é quem ele diz ser, a revelação de Deus? Acredito que sim. A ressurreição dos mortos, por exemplo, mostra que ele era quem afirmava.

======ESPIRITUALIDADE=DA=BÍBLIA===

82.  Cristão é aquele que nunca leu a bíblia (não em sua totalidade, apenas versos selecionados), ou Leu, mas não entendeu! Ateu é aquele que leu e entendeu! Virei Cético porque li a Bíblia. Foi assim que percebi que Deus não existe.

Qual é a lógica? Não gosto da Bíblia, logo Deus não existe? Embora a validade da Bíblia dependa da validade do Cristianismo, o inverso não é verdadeiro. Se o questionamento for do tipo moral pessoal, já é descartado, pois não se avalia a validade de algo por gosto pessoal; Se for científico, falha, pois a “Bíblia” não tem o objetivo de ser um livro de descrição de causas e efeitos no mundo natural (e a Ciência não legisla proibindo milagres ); Se o centro da disputa for em relação a um aspecto teológico relevante, então ela pode, no máximo, danificar aquele aspecto, não o Cristianismo em geral; Mesmo que o cristianismo seja bem sucedido, ele serve apenas, para estabelecer a crítica aquela passagem, não a invalidade geral da Bíblia (ampliação indevida); Portanto, mesmo que toda a Bíblia fosse inválida, não seria o caso de pular para o ateísmo, pois a discussão da existência de Deus é feita separadamente da validade da Bíblia; Para argumentar, vou conceder o ponto: pode ser que alguma passagem em específico não seja digna de crédito, vá lá. Mas, de novo, no que isso demonstra que Deus não existe ou que o restante da Bíblia é falsa? Portanto, mesmo que uma crítica a Bíblia seja bem sucedida, é possível continuar sendo teísta e cristão.

83. Quem segue a Bíblia, provavelmente não a conhece, pois senão saberia que ela é um livro que prega horrores. O Deuteronômio é evidência de que a Bíblia manda VOCÊ matar. Para que você não saia matando, terá que seguir uma versão editada e ignorar partes da Bíblia. Se você não mata, e segue  é por fator cultural (externo à Bíblia), portanto, e seria uma negação da Bíblia. O cristão literal (e não o moderado) tem que matar, pois isso seria seguir a Bíblia corretamente.

Quem lê a Bíblia como um todo (e não apenas pedaços separados) sabe que não há pregação de horrores, apenas a narração de épocas em que horrores ocorriam (e estão narrados por serem factuais). O Deuteronômio citado faz parte do Pentateuco do velho testamento e nada mais é que uma narração da histórica da nação de Israel. A maioria dos ateus ignoram que a bíblia do Vt é um livro traduzido do hebraico, um idioma feito a partir de desenhos que expressavam de forma pobre a complexidade dos acontecimentos, por isso essas pessoas: – Fazem uma leitura literal, baseada no entendimento próximo de uma criança de 8 anos; Ignoram toda tentativa de hermenêutica e exegese a partir dos conhecimentos contextuais; Ignoram toda teologia e tradição de interpretação bíblica, dos apologistas, exegetas de hoje e de ontem; NÃO CONSIDERAM QUE um significado recente de uma palavra não pode ser transportado para um texto antigo ( ISSO CHAMA-SE Neologismo), por isso os estudiosos procuram entender as palavras no sentido em que elas quiseram exprimir na época em que foram escritas; DESCONSIDERAM AS FIGURAS DE LINGUAGEM E SIMBOLISMO JUDAICOS, da situação histórica e geográfica, nem se preocupam em tomar conhecimento do contexto teológico; Usam textos ligados de maneira arbitrária, na tentativa de apresentar inconsistência bíblica num extrato de profunda ignorância. Seguindo os princípios da doutrina ateista, cada pessoa pode fazer o que quiser da bíblia. Não haverá regras de interpretação, os princípios da hermenêutica irão para o espaço e qualquer doutrina poderá ser consubstanciada na Bíblia. O mecanismo usado é extremamente desonesto Será que isso é o mesmo correto a ser feito? QUANTO AS CONTRADIÇÕES A maioria das “contradições” são dificuldades de interpretação, quanto a não observância do contexto histórico, e das passagens paralelas que podem causar vários mal entendidos. Se mesmo assim, essas dificuldades não forem sanadas, os estudiosos partem para a análise das línguas originais da Bíblia (hebraico para o Antigo Testamento e grego para o Novo Testamento) que podem resolver muitos aparentes problemas. Isso não é uma prática diferente de qualquer outra análise textual do material traduzido. Todas as línguas (especialmente o hebraico e grego) têm limitações especiais e nuanças que causam dificuldade na tradução. Por isso antes de se tentar entender um livro tão complexo. Por isso existem, a análise Crítica, exegese e hermenêutica que são metodologias científicas que ajudam a identificar as dificuldades no entendimento bíblico

84.  Crentes tem a cabeça fraca, mostra-lhes uma contradição? Deus Trabalha por mistérios! Mostra uma incoerência Bíblica? Deus não revela seus mistérios homens carnais, você deve ser espiritual, a letra mata!!!! Usa a ciência para mostrar que Deus é um ser imaginário? Acadêmicos e estudiosos foram repreendidos por Jesus pela a falta de sabedoria Jesus nunca fez parte desses grupos, mas sim, dos humildes, faço parte do grupo do povo de deus, a ciência era o lado “B” é uma doutrina carnal do diabo!!!

Aprenda separar, “o crente”  Fanático Religioso de não cético ou Cristão. A sabedoria e ciência são um dom de Deus: (1 Cor 12:7-12). Então, ao não ser que “o crente” seja Deus ou um profeta (com o dom da profecia), este, não está em posição para se julgar além da sabedoria ou a ciência. A crítica de Jesus não é devido ao conhecimento que os doutores da lei possuem, mas a hipocrisia em suas ações (Lucas 11:52, Mateus 23:25). Existem inúmeros cientistas cristãos, a ciência não é inimiga da fé. Pelo contrário, as primeiras universidades foram inclusive fundadas por cristãos! Quem defende que ciência e fé não se misturam normalmente são ateus, e fanáticos religiosos, pois não conseguem enxergar a ligação ou a relação entre os dois. A rejeição da ciência parece um verdadeiro retrocesso e não um avanço na ciência e no conhecimento de Deus. Existem teólogos, historiadores, arqueólogos, etc, que estudam Deus a séculos (baseado no conhecimento de outros teólogos), um referenciando o outro e progredindo. Começar do zero não é ousadia ou coragem, é insensatez. Toda a comunidade acadêmica está com a cabeça mergulhada nos prantos da lavagem cerebral, menos o ser iluminado  chamado  “o crente”  Fanático Religioso? Os Acadêmicos já resolveram mais de 800 desses problemas do VT(e demorou 50 anos!).  Através do estudo sincero e dedicado, qualquer um que não negue a ciência e a palavra de Deus consegue fazer isso, por isso é importante estudar. E como refutá-lo, se ele não aceita a ciência!? A ciência é o próprio conhecimento do homem que ele quer descartar, inclusive o conhecimento de homem sobre Deus! (teologia). ; Nesse caso, como convencer alguém que está errado, se ele não tem nem certeza sobre o que acredita? Assim, ele nunca estará errado. Por fim,  falta senso crítico e estudo por parte do “o crente”  Fanático Religioso.

85. Ciclo: A bíblia é a palavra de Deus!!! Como você sabe? A bíblia diz!!!! Porque devo acreditar nela! Porque ela é infalível!!!! Porque você acha ela infalível? Porque a bíblia é a palavra de Deus!!!

Primeiro, o grande erro desse "ciclo" é colocar a Bíblia como algo pessoal. Isto é, usar a expressão "a Bíblia diz...". O certo seria: "Os autores dos livros Bíblicos dizem...". Esses autores diziam que o que escreviam era infalível porque afirmavam que era o próprio Deus quem os inspirava. Porém, pode ser apontado outro problema, que seria: "Que credibilidade posso dar a esses autores?". Para essa pergunta há uma simples resposta: Se lermos as cartas apostólicas podemos ver que o único objetivo delas era a propagação do evangelho. Não vemos em nenhum canto algo que poderíamos chamar de “conspiratório”. Vamos supor que os apóstolos tinham interesses políticos e econômicos inventando uma possível inspiração divina. Se o objetivo deles era obter “lucros” escrevendo aquilo, eles foram os homens mais burros de todos os tempos. Pois, eles nunca ganharam riquezas e nem status social. Muito pelo contrário eles tiveram uma vida absurdamente desgraçada e foram martirizados de formas infelizes, pelo simples fato de afirmarem que as coisas que escreviam eram totalmente inspiradas por Deus. Dado essa objeção, torna-se muito mais provável acreditarmos que eles receberam realmente inspiração divina, a que acreditar que tudo foi uma conspiração. Sendo assim, podemos dar grande credibilidade a esses autores. Como os críticos universalmente reconheceram não se pode negar com alguma plausibilidade que os primeiros discípulos no mínimo criam sinceramente que Jesus ressuscitaria. Eles apostaram suas vidas nessa convicção. Essa deficiência por si só tem sido suficiente na mente da maior parte dos estudiosos para enterrar de vez a hipótese da conspiração” 
86. Se Deus nos ama tanto e quer que estejamos com Ele, por que Ele poria nossas almas em risco ao deixar a difusão de Sua palavra a cargo de seres humanos falíveis, mentirosos e pecadores? Será que um professor deixaria um dos alunos assumir seu lugar se isto pusesse em risco o futuro da classe?

Os próprios anjos quiseram  pregar o Evangelho, Deus não permitiu, o fato de Deus encarregar a nós, seres humanos, como Suas testemunhas, não é, na verdade, uma prova de confiança? Nós mesmos nos chamamos de falíveis, e realmente somos! Mas, mesmo assim, Deus confia em nós e nos capacita.

85.  Deus não pode errar. A Bíblia é a Palavra de Deus. Portanto, a Bíblia está isenta de erros.


Cremos na Bíblia (vt) por Causa de Jesus, ele as considerava sagrada, não o inverso! Cremos nos Evangelhos por que são as palavras Dele foram documentadas usando a melhor tecnologia da época: A escrita! Esta valida e validou qualquer fato histórico que ocorreu ou deixou de ocorrer no passado.Se você rejeita o Cristianismo baseado na crença da inerrância destes documentos então você deve rejeitar também todos os registros da história antiga. A Bíblia não está isenta de erros, ela é um conjunto de documentos traduzidos, passados de geração em geração e portanto, devemos observar o seguinte: 1 - Quem selecionou os documentos e pergaminhos, que iriam para a bíblia foram os pais da igreja, Bispos, Arcebispos e Papas de Roma através de vários concílios cerca de 2400 manuscritos, foram abalizados, muitos documentos importantes foram queimados e excluídos. Portanto devemos ter a consciência de que a bíblia não é a escritura original feita pelos autores em papiros de couro, trata se de uma tradução da tradução de outra tradução, então é comum que em alguns tópicos haja dificuldades no entendimento entre as palavras e sentidos. Quanto ao conteúdo dos Textos Bíblicos: – 1 - Existe uma distância de dezenas de séculos e a mentalidade do povo de então, a que se destinava os manuscritos. – 2 - Considerando, que um significado recente de uma palavra não pode ser transportado para um texto antigo, os estudiosos procuram entender as palavras no sentido em que elas quiseram exprimir na época em que foram escritas. Devemos ainda considerar que, a sua linguagem é muitas vezes simbólica e contém figuras de linguagem do povo local, portanto, deve se estudar as palavras à luz da situação histórica e geográfica, tomar conhecimento do contexto teológico;– 3- Na época em que os papiros antigos foram redigidos, não havia imprensa, assim sendo os documentos foram copiados a mão, de geração em geração, e conforme os séculos se passavam, as palavras mudavam seus sentidos, as figuras de linguagem regionais entravam em dês uso, e foram sendo substituídas por outras figuras de linguagem de suas respectivas épocas, para que não se perdesse a essência da mensagem do documento. O desgosto de Deus vira “ódio”, a tristeza de Deus se torna em “arrependimento”, a disciplina de Deus vira a “Ira de Deus”, trabalhar um dia para poder pagar uma dívida vira "Deus apóia a escravidão" também, é possível que existam alguns exageros do próprio legislador (MOISÉS) quem, com o propósito de infundir respeito, provavelmente, em alguns pontos atribuía à Divindade a alguns daqueles rompantes de ferocidade de que do Antigo Testamento. Cristo, traz um novo ponto de vista, para Jesus, o Criador seu Pai, não é o Deus terrível, ciumento, vingativo, cruel e implacável como Moisés apresentou na sua linguagem primitiva, essa teria sido a forma que Moisés encontrou para designar o indesignável; Mas, no tempo certo, Jesus nos revelou um Deus clemente, soberanamente justo e bom, cheio de mansidão e misericórdia que diz aos homens que, não quer ser temido, mas amado. Cristo, tomou da antiga lei o que é eterno rejeitando, o que era transitório, puramente disciplinar e contextual, acrescentou a revelação da vida futura, de que Moisés não falara, assim como a das penas e recompensas que aguardam o homem, depois da morte. – 3- As cartas Bíblicas são independentes umas das outras, foram escritas por autores diferentes, e endereçados para um público diferente, em regionalidades diferentes, um para "a" outras para "b". Pegamos, o Novo Testamento como exemplo: Não existe um só manuscrito grego que concorde com os demais ao contrario todos eles se divergem. A contradição dos manuscritos atestam sua veracidade, atestam que não foram cópias um dos outros, mas sim, foram pontos de vistas de autores diferentes em épocas diferentes, numa linguagem diferente. Caso fossem documentos fraudulentos, não haveria contradições ou dificuldades lingüísticas, nem tão pouco figuras de linguagem inerentes a época a qual foram escritos! Então o texto de Lucas, por exemplo, foi escrito para gregos, usou figuras de linguagem gregas, que diverge do texto de Mateus, que foi redigido exclusivamente aos judeus, que por usa vez, figuras de linguagem regionais judaicas, para o povo específico, EM UMA ÉPOCA ESPECÍFICA. Por isso a importância de observar o contexto e examinar as passagens paralelas.

87.  A Bíblia é toda contraditória e está Cheia de Erros e mais de 2 mil contradições! Se a Bíblia é a palavra de Deus, portanto não pode ter erro, se tem erros não é a palavra de Deus. Dê-me a Bíblia, eu mostro as contradições e então PROVO que Deus não existe.

Quais erros? Quais contradições? É necessário apontar uma a uma para que a questão seja válida. Se o questionamento for do tipo moral pessoal, já é descartado, pois não se avalia a validade de algo por gosto pessoal;Se for científico, falha, pois a “Bíblia” não tem o objetivo de ser um livro de descrição de causas e efeitos no mundo natural e a Ciência não legisla proibindo milagres; Se o centro da disputa for em relação a um aspecto teológico relevante, então ela pode, no máximo, danificar aquele aspecto, não o Cristianismo em geral; Mesmo que a contradição seja bem sucedida, ele serve apenas  para estabelecer a crítica aquela passagem, não a invalidade geral da Bíblia (ampliação indevida); Portanto, mesmo que toda a Bíblia fosse inválida, não seria o caso de pular para o ateísmo, pois a discussão da existência de Deus é feita separadamente da validade da Bíblia;  A maioria das “contradições” são dificuldades de interpretação, quanto a não observância do contexto histórico, e das passagens paralelas que podem causar vários mal entendidos. Se mesmo assim, essas dificuldades não forem sanadas, os estudiosos partem para a análise das línguas originais da Bíblia (hebraico para o Antigo Testamento e grego para o Novo Testamento) que podem resolver muitos aparentes problemas. Isso não é uma prática diferente de qualquer outra análise textual do material traduzido. Todas as línguas (especialmente o hebraico e grego) têm limitações especiais e nuanças que causam dificuldade na tradução. Por isso antes de se tentar entender um livro tão complexo, é necessário: – a) Tomar as palavras no sentido gramatical; – b) Examinar o sentido original das palavras;– c) Tomar as palavras dentro de seu contexto. – d) Examinar o estilo empregado;– e) Tomar as palavras em relaçã o com o propó sito do livro.– f) Estudar as palavras à luz da situaçã o histó rica e geográfica;– g) Examinar as passagens paralelas;– h) Tomar conhecimento do contexto teológico; –i) Nunca se esquecer que, Um significado recente de uma palavra não pode ser transportado para um texto antigo, por isso a suma importância de ler todo o texto bem como conhecer seu contexto para que possa identificar o sentido original da mensagem. Por isso existem, a análise Crítica, exegese e hermenêutica que são metodologias científicas que  ajudam a identificar as dificuldades no entendimento bíblico. Dê-me a Bíblia, eu mostro as contradições e então PROVO que Deus não existe? Se eu vendo um quadro dizendo ser de Van Gogh e você descobre ele uma parte em que ele foi modificado, então significa que o quadro tem uma falha, não que Van Gogh não existe; e muito menos que não há nenhuma participação de Van Gogh no processo (ainda poderia ter alguma). Calma lá com seus saltos lógicos. As coisas não são tão simples quanto você coloca. Não estou dizendo que a Bíblia não é importante ou que não deveríamos defendê-la. Só devemos ter algo em mente: quando um cético ataca certa parte da Bíblia, ele está só criando uma crítica a tal parte. Não criando um validador do ateísmo. O truque aqui é a transformação do teísmo em uma crença na inerrância bíblica.

88.  Deus é onisciente, A Bíblia  não é "onisciente" Portanto a bíblia não é o livro de Deus!

A Bíblia não contém (pelo menos não em sua totalidade) textos escritos diretamente por Deus. A Bíblia é uma coleção de escritos de homens que relataram suas experiências com Deus ao longo da história. Os cristãos acreditam que o conteúdo da Bíblia foi inspirado por Deus, e não que ela foi escrita diretamente pelo divino. Analisando a Bíblia, vemos também que Deus, em sua sabedoria, não se revelou de uma vez para a humanidade. A sua revelação à humanidade foi feita de forma progressiva, de modo que o aprendizado sobre Deus e o relacionamento com Ele evoluiu na escala de gerações. Primeiro, Deus se revelou a Abrão, no Gênesis. Mas Abrão não conhecia quase nada a respeito de Deus. Não temos nem como saber se Abrão tinha consciência de que Ele era o Deus único, ou se ele achava que existiam outros deuses. Centenas de anos depois, Deus se revela a Moisés e declara que Ele é o único Deus. Deus precisa se fazer conhecido a um povo que passou centenas de anos subjugado e escravizado, e tem conhecimentos muito precários de ética e civilização. Se existem contradições na Bíblia, isso não necessariamente prova que a mesma é falsa, porque existem vários tipos de contradições: contradições históricas, do texto em si, comparando textos, etc. A bíblia é tida como um livro cujo conteúdo mais interessante aos cristãos é o espiritual, embora hajam dados históricos relevantes também. Existem algumas contradições no texto que podem ser explicadas por erros de cópia e tradução ao longo dos anos, mas deve-se ressaltar que estes erros não prejudicam o conteúdo espiritual da mensagem. Os manuscritos do Mar Morto, por exemplo, confirmam que os textos bíblicos de hoje em dia são praticamente os mesmos que há dois mil anos atrás, com exceção de umas poucas palavras.


89.  Deus deixa um livro todo contraditório, que não para de ser revisado e ainda cria várias religiões e não diz qual é a certa.
1-Ao contrário do que muitos imaginam, não existe um manuscrito bíblico único do qual se possa traduzir o texto das Escrituras. Na verdade, o que temos à disposição são milhares de manuscritos posteriores, cópias feitas por escribas no decorrer dos séculos. Apesar disso, estamos absolutamente seguros de que a Bíblia é o documento antigo mais bem preservado da história da humanidade. Não há dúvida alguma de que possuímos manuscritos extremamente próximos dos originais. Todavia, um grande número de pequenas diferenças entre os diversos manuscritos exige avaliação cuidadosa por parte dos estudiosos para que se obtenha um texto mais próximo do original. O Novo Testamento, há centenas de papiros antigos, alguns códices² (cópias completas) e milhares de manuscritos mais recentes. O resultado do trabalho de crítica textual mais confiável e respeitado pelo mundo acadêmico encontra-se nas edições da Biblia hebraica stuttgartensia (Antigo Testamento) e no Novum Testamentum graece (organizado por E. Nestlé e K. Aland)³. Por isso, não sejamos ignorantes  em desconsiderar que, os textos bíblicos, são oriundos de outro idioma, aliás, vários documentos escritos em vários idiomas, em diferentes épocas, por diversos autores, havendo diferença de vários séculos entre um texto e outro, o emprego das palavras bem como o seu significado sofrem variações de acordo com a época em que o texto foi escrito, cada autor usa certos termos de maneira característica e que os textos sofreram influencias de  fatores culturais, particularidades lingüísticas, figuras de linguagem, Metáforas, símiles, sinédoques, metonímias da época em que foram escritos, portanto nem sempre a mesma palavra usada em textos diferentes tem o mesmo sentido por todos os autores, devemos lembrar ainda que o Tempo Verbal dos verbos Gregos e Hebraicos antigos, não encontram  correspondência aos português : No caso do hebraico antigo, não existiam verbos de ligação e os pronomes pessoais estão embutidos na maioria das formas verbais, e algumas preposições e sufixos de posse aparecem anexados aos substantivos. Em muitas passagens bíblicas somente o contexto determinará se o verbo será traduzido no futuro, no presente ou no passado. O grego conhece formas verbais peculiares e muitas vezes difíceis de ser traduzidas adequadamente. Entre elas destacam-se o aoristo, o modo optativo e a voz média do verbo. – 2- As diversas Versões e os desafios de uma tradução da Bíblia: Quando alguém tentar traduzir um livro do francês ou do inglês para o português encontrará uma tarefa não muito difícil. As três línguas são indo-européias, sendo muito semelhantes em estrutura e em vocabulário, todavia, quando se faz uma tradução do grego bíblico e do hebraico (ou do aramaico) para o português, a tarefa é muito mais difícil, pois a diferença cultural e lingüística é muito grande. O início das dificuldades reside no vocabulário das línguas bíblicas. Os vocábulos muitas vezes não têm correspondentes satisfatórios em português. O campo semântico das palavras é muito particular e até mesmo estranho para nós. Às vezes a construção da frase não segue a lógica gramatical comum da língua; em outras ocasiões os tradutores ficaram em dúvida sobre onde dividir a frase (a pontuação do texto grego do Novo Testamento, por exemplo, não faz parte do original); em certas passagens bíblicas há palavras difíceis de ser compreendidas, pois o significado primeiro delas não cabe no contexto. É por isso que o leitor comum muitas vezes já constatou que alguns textos bíblicos encontram traduções diversas em diferentes versões bíblicas. Embora nem todos saibam, a verdade é que vários textos bíblicos admitem mais de uma tradução correta e, em muitos casos, alguns deles exigem atenção especial e um trabalho cuidadoso para serem de fato compreendidos. Há uma ciência dedicada ao estudo do significado das palavras. Essa ciência é chamada semântica. – 3 Dificilmente, a essência da mensagem é perdida quando a leitura é feita de forma linear, ininterrupta, sem parar em capítulos e  observando o contexto histórico e cultural. Se as pessoas observassem essa recomendação, dificilmente haveriam tantos erros teológicos, dissensões e religiões, as divisões existem justamente pelo desconhecimento dos fatos apresentados, acreditando no equivoco da inerrância biblica que leva o Cristão a acreditar que qualquer versos isolado se justifica sem contexto, por se tratar da palavra inerrante de Deus, e por conseqüência se atrelam ao texto e não ao contexto. No Novo Testamento, grande parte das cartas está em uma linguagem simples e objetiva, de se entender (é claro, lendo o contexto e saindo dos versos isolados). Se as pessoas não querem analisar os textos de forma contextual, mas, preferem ir pela cabeça de Líderes Religiosos que não observam essas orientações que estão nos próprios rodapés das bíblias que culpa tem Deus disso? A informação foi dada, a escolha é sua. Tirar um texto aleatoriamente fora de contexto e jogá-lo é sério. Deve-se no mínimo tentar entender as circunstâncias na qual isto foi escrito.
90.  Se você não pode confiar na Bíblia como a inerrante palavra de Deus, porque confiar então que Jesus existiu? (porque existe algumas partes que são verdades e outras não na Bíblia) Quais são as partes verdadeiras? Porque confiar que os apóstolos estão dizendo a verdade? Não há razão nenhuma para isso.

Se eu acredito na inerrância? AQUELA que leva o Cristão a acreditar que qualquer versos isolado se justifica sem contexto não, mas,  se você quer dizer "inerrância racional" que adere ao método hermenêutico de intenção do autor o que inclui a ipsissima vox,  de forma contextualizada então a resposta é sim.1- As contradições bíblicas, não invalidam, ao contrário, o fato de Lucas se contradizer com Mateus, por exemplo, não invalida a carta de João, Mateus ou a de Marcos, visto que, todas elas relatam pontos de vistas acerca do que havia acontecido, e cada autor, relatou, o que havia se passado do seu próprio ponto de vista, numa linguagem própria, para um público específico. – 2- Dos quadro Evangelhos, o evangelho segundo João, foi o único documento endereçado a todas as nações, ele foi escrito, para que qualquer um que leia entenda, independente da cultura ou regionalidade, foi a mensagem aos gentios. Todas as figuras de linguagem e aspectos culturas foram minuciosamente explicadas pelo autor. Pegamos por exemplo, a carta de Hebreus que é o documento com o conteúdo teológico mais rico de todos eles, apesar de ser endereçada aos Hebreus, foi um documento criado para estrangeiros, como o evangelho de João. Os demais documentos devem ser analisados com cuidado, as cartas de Paulo foram cartas corretivas, não instrucionais, portanto devemos entender o que estava ocorrendo com a igreja primitiva da época para que Paulo as escrevesse, levando-se em conta a quem foi endereçada, porque foi endereçada e o que o autor queria transmitir ao público alvo. Paulo estava corrigindo e não instituindo.– 3 - Nada impede você de crer no evangelho de “a” ou de “b” e desprezar o evangelho de “c”, acaso, não foi exatamente o que os pais da igreja fizeram em seus concílios “divinos”? Os Papas, selecionaram alguns documentos e excluíram outros! Ora, as cartas são independentes, portanto, não há incoerência alguma em crer no Evangelho de João, e não crer no Evangelho de Marcos e desprezar outras partes da bíblia por exemplo. A incoerência esta em crer em algumas partes do Evangelho de João e desprezar outras partes desse mesmo evangelho de João, se for para considerar uma carta como certa, que seja toda ela. – 4 - Nada impede você de crer em fontes extra Bíblicas, existem um enorme acervo de documentos históricos as quais relatam sobre a vida de Jesus e seus incríveis feitos. Flávio Josefo, historiador Judeu (37-100 d.C.) –Tácito historiador romano  (56-120 d.C.) –Suetônio historiador romano  (69-122 d.C.) –Plínio o Moço Documenta  ao imperador Trajano (Epist. lib. X, 96 )(61-114 d.C.) – Tertuliano  Escritor latino (155-220 d.C.) –Paulo Vendelino Kons historiador  –Os Talmudes Judeus –O Agente Histórico–Enciclopédia Britânica.

A Palavra de Deus é Jesus, afirmando que Jesus não existiu, apenas porque existem contradições ou dificuldades na Bíblia, se faria necessário provar que os cristãos e Apóstolos do primeiro século também não teriam existido. Seria preciso mudar todo um contexto de uma época para tal. Pois se Cristo não existiu por que milhares de cristãos primitivos morreriam por uma lenda tão recente? Lenda a qual seria muito fácil de ser destruída? Como Pedro, Paulo, Tiago e outros homens de tamanha devoção morreriam por algo que sabiam terem inventado? Pois sabemos por meio de documentações históricas que morreram por não negar esta fé. A Historia não somente confirma a existência de um Homem-Deus chamado Jesus como também aponta para uma influência fantástica e indescritível causada por este Senhor na vida de vários discípulos. Existem inúmeros documentos atestando a existência de Jesus Cristo como sendo um grande mestre, profeta e operador de milagres e maravilhas. Cristo não só é mencionado por pessoas favoráveis a ele mas também por inimigos, isto é prova suficiente para vermos que foi uma pessoa real e não mais uma lenda ou mito religioso.

91. Deus deveria ter escrito a Bíblia de forma que pudéssemos entender mais claramente.
 Eu discordo disto, não penso que Deus queria que fôssemos burros. Ele nos deu capacidade intelectual e para aprender qualquer coisa, precisamos estudá-la.
92.  A Bíblia pode ser mal interpretada, por isso é má.

Se um conceito possui uma finalidade descritiva, esta finalidade pode ser entendida de forma errada por alguns, logo, o conceito é culpado de qualquer ato realizado por este entendimento errôneo? Tem certeza que a conclusão está coerente? Portanto, as premissas não levam à conclusão. Nesse caso faz se necessário a demonstração do caso especifico descrito na bíblia ou  um conceito que prove  necessariamente que ela deve receber culpa por sua interpretação errônea.

93.  Se Deus queria nos guiar, por que ele nos deu um livro? E por que justamente um livro que apóia atos de escravidão, assassinato e ainda por cima é contraditório?

Escravidão e assassinato? Escravidão era o nome dado a possibilidade de pagar uma dívida sem que o indivíduo possuísse bens ou dinheiro, paga-se a divida com o trabalho, geralmente durando pouco tempo dias talvez algumas horas de trabalho, mas, alguns Senhores exageraram no valor da dívida e começaram a abusar, por isso é necessário que se aprenda a diferenciar a vontade de Deus, com as ações dos seus seguidores! O texto narrou um fato, não quer dizer que Deus apóie o abuso! Por isso a importância de se observar o contexto. Assassinato? Depende qual é o texto em específico e qual o contexto? Agora, as passagens que relatavam o contato de Deus com o ser humano ficaram por escrito sim, afinal existia uma tecnologia melhor na época? Apesar de ter sido orientado aos Israelitas guardarem seus mandamentos de geração em geração verbalmente (com exceção de profecias), o ato de transcrever, foi o meio tecnológico que encontraram para que as revelações de Deus não se perdesse. Aproveitando-se desse meio tecnológico, os Israelitas começaram a anotar, a sua história, tradição e formação da nação! A grande maioria dos relatos do velho testamento, se referem a particularidades da nação de Israel e puramente contextual, não tendo nenhuma relação conosco. Jesus também não pediu para que fosse anotado qualquer coisa a seu respeito, foi uma atitude voluntária dos discípulos, um meio tecnológico e eficaz para que as palavras de Jesus não se perdessem, essas sim, devemos seguir. Por ser um livro oriundo de outro idioma, traduzido, logicamente a Bíblia possui, algumas dificuldades de concordância e algumas cronologias históricas, pois alguns autores fizeram Cronologias Resumidas outros completas, algumas partes precisam só serão compreendidas corretamente se analisadas paralelamente a outras anteriores,  lá, você também tem a revelação do equivoco  de falsos profetas, mas também tem a revelação do, amor de Deus por um povo que se alimentava da mentira e do engano, muito mais que da verdade; e isto tudo contado de modo lento e processual. Já no N.T. não há textos sagrados; há sim Palavra de Vida; afinal, Jesus mesmo disse: “As palavras que vos tenho dito são espírito e são vida”. Os discípulos de Jesus não tinham Bíblias, mas tinham a Palavra. A Palavra tem que ser carregada no coração como espírito, não em baixo do braço como livro santo. O mundo não foi feito pela Bíblia, mas a Bíblia por causa do mundo! A Bíblia é finita, e ela mesma fala de sua finitude. Jesus, o Verbo, é infinito; e não trata a Bíblia como nada além do que ela é: testemunho escrito e histórico do processo pelo qual Deus se revelou aos filhos de Abraão. Jesus, todavia, é sumo sacerdote de uma ordem superior, muito maior que Israel ou que a própria Escritura, No início os discípulos não carregavam Bíblias, e eram acusados de tudo, até de canibalismo infantil e de orgias nos cultos; num tempo em que o nome Jesus não soava como nada que pudesse ter algum valor ou crédito. Todavia, eles não buscaram provar ao mundo que a havia verdade nas Escrituras, mas tentaram viver a Verdade que é Jesus, neles mesmos. Paulo diz que nós somos a Carta Viva. Escrita no coração, e conhecida por todos os homens. A partir disso notamos que  o Deus que fez o mundo e tudo que nele há, não é limitado pra deixar a palavra dele em Pedra nem em papel, mas sim nos nosso corações, (Jeremias 31:31-34; Hebreus 8:8-11; 2 Coríntios 3:3; 1 João 2:27)  mais do que falar do evangelho, devemos viver o evangelho, dia a dia, como cartas vivas, talvez, esse seja o único evangelho que as pessoas enxerguem em você; Paulo diz que nós somos a Carta Viva escrita no coração, e conhecida por todos os homens. Portanto, não perca seu tempo tentando provar a Verdade. A Verdade é para ser vivida. A Única prova da Verdade é a Vida. E a Verdade é provada como verdadeira quando o bicho pega e a gente não teme; quando a morte chega e a gente celebra a vida; quando o ódio impõe sua tirania e a gente o destrói com Graça e Perdão. Essa é a coerência; e que só será vista em sua vida, não num pedaço de papel. Mas essa revelação, nem todos estão prontos para aceitar.

NOTA: ESCRAVIDÃO NO N.T COL3:22

Paulo disse uma vez que "nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus" (Gálatas 3.28). Acho que vocês não tem noção do quanto esta frase é impactante para os padrões da época. Num contexto onde a exploração das mulheres e a escravidão eram regra, esta pérola moral surge dos ensinamentos de Paulo: todos são iguais perante Deus, o homem não é maior que a mulher, o senhor não é maior que o escravo. Ninguém na história havia dito isto antes, e de fato, este princípio moral é tão a frente de seu tempo que só foi absorvido pela cultura geral ocidental muitos séculos mais tarde com as declarações de direitos humanos. É isto que os textos paralelos nos esclarecem.

Olhando o contexto histórico, vemos que a escravidão praticada naquela época era em muito diferente da que estamos acostumados a pensar. A idéia de escravidão nada mais era que alguém que estava devendo e não tinha condições de pagar, nesse caso ele oferecia seus serviços para pagar a dívida simples assim. Infelizmente, muitos senhores exploravam seus escravos, criando novas dívidas tão altas que nem a próxima geração poderia pagar, esse costume virou prática e de forma sutil, o que deveria ser uma troca justa virou meio de exploração! Para isso basta ler um pouco de História. Naquela época, além disso, a escravidão era uma realidade social existente há milhares de anos, que não poderia simplesmente ser mudada de uma hora para a outra, pois acarretaria em danos econômicos irreversíveis ao Império Romano, dentre outras coisas.  Por isso a solução pragmática de Paulo para aquele momento era procurar meios

94. Como os cristãos podem ter tanta certeza de que ele não influenciou a redação e a composição da Bíblia segundo seus interesses?

 Quem disse que não? A Bíblia que conhecemos não é a Escritura pura, foi aditivada de várias formas, com Epígrafes, Capítulos, Versículos e Concordância. Tudo isso foi colocado pra enganar os escolhidos. A Escritura pura foi escrita em couro de boi ou em papiro. Temos que ter a consciência de que a bíblia não é a escritura original, trata se de uma tradução da tradução de outra tradução, então é comum que em alguns tópicos haja contradições entre as palavras e sentidos.  Capítulos e versículos foi a pior praga já inventada, sabe porque?  INCITA A LEITURA DE VERSOS ISOLADOS, por isso, É PRECISO ENTENDER todo o contexto, com que finalidade o texto foi escrito, porque foi escrito, pra quem foi escrita, quais as circunstâncias que levaram ele a dizer o que disse? Exemplo: Se você escrever um texto pra mim, de 30 linhas. Eu pegar as duas linhas do seu texto, eu vou entender a sua mensagem da mesma maneira que eu lendo as 30 linhas? Você fez a carta para eu ler as 30 linhas, não duas. Você não se irritaria? Talvez eu pegue as duas linhas, que representa a expressão da sua ironia, e interpreto ao inverso como mandamento.  E como vou saber se as suas palavras não se perderam? Em 2400 Manuscritos antigos e todos eles dizem as mesmas coisas sobre Jesus.- Tácito era o governador da Ásia em 112 D.C - Suetônio historiador romano da  Casa Imperial (69-122 d.C.).
- Plinio foi o governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 A.D.),- Tertuliano Jurista e teólogo de Cartago, . (197 A.D)- Talo historiador samaritano  que escreveu em 52 A.D. - Phlegon de Lydia esta registrado que em aproximadamente 138 D.C- No Museu Britânico  filosofo estóico sírio chamado Mara Bar-Serapião.  70 D.C- Justino mártir Por volta de 150 A.D- Flávio Josefo (37-100 AD)
- Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a- O pesquisador judeu Joseph Klausne- Luciano de samosata escritor satírico do século segundo, tendo zombado de Cristo.- Enciclopédia Britânica emprega 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus–Existem inúmeros documentos atestando a existência de Jesus Cristo como sendo um grande mestre, profeta e operador de milagres. Cristo não só é mencionado por pessoas favoráveis a Ele mas também por inimigos, isto é prova suficiente para vermos que foi uma pessoa real e não mais uma lenda ou mito religioso. E nenhum deles se contradiz com os evangelhos no que diz respeito aos  "ensinamentos revolucionários" do MESTRE. Em síntese: O evangelho é a mensagem de Jesus! É a mensagem de como Jesus tratava as pessoas, como ele agiu, o que ele fazia, como ele vivia, e ainda, um convite a viver desse modo, pois o pai é daquele jeito. Ninguém pregou o evangelho melhor que Jesus, vivendo o evangelho na sua vida, e se fizermos isso, veremos, que somos seus discípulos, não em letras de pedras, mas, no dia a dia! (Hb 8:8-11) Amando uns aos outros, se compadecendo, perdoando, andando em piedade, humildade, mansidão, como ele o fez (Gl 5:22), só o andar Nele faz se, estar Nele (1 Jo 2:29) isso é o evangelho o resto é doutrinações.


95. A Bíblia diz que toda a escritura é inspirada, se há contradições, logo não é a palavra de Deus.

É possível que Paulo falasse acerca das cartas que ele próprio escrevia, existem traduções de algumas que esta assim: "Toda escritura divinamente inspirada é proveitosa", ou seja, o que for de Deus é proveitosa, se Paulo dissesse que toda a escritura é inspirada, a qual escritura ele se referia? Se for a Lei de Moisés então ele se tornou louco a morrer por ir contra a Lei e negar seus ensinamentos e depois dizer que ela é proveitosa para ensino! Se for a bíblia, ela nem existia na época, ela foi compilada séculos depois pelo Imperador Romano Constantino.  O que existiam eram cartas que mais tarde daria origem ao Livro do Novo Testamento.

96.  Por que Deus não inspirou os tradutores da Bíblia e evitou tantas interpretações humanas equivocadas?

Porque se DEUS, assim tivesse procedido, se Ele tivesse inspirado os seres humanos a fim de que traduzissem tudo corretamente, essas pessoas que usam a Bíblia debaixo do braço como desodorante estariam certas, e então o orgulho e prepotência delas aumentaria ainda mais. Mas DEUS, que é onisciente, permitiu que houvesse tantas interpretações humanas equivocadas a fim de que ninguém fosse portador da verdade absoluta e assim pudessem se salvar, pois Deus perdoa a ignorância. Os mistérios de DEUS são insondáveis e Ele só revela o que julga relevante revelar aos que cultivam o coração puro e a humildade no coração.

97.  Como distinguiremos na Bíblia o que veio de DEUS do que veio dos homens?

O ensino, de Deus, nunca foi contraditório, mas sim, em síntese é apartar se do mau, e fazer o bem, atender os necessitados e carentes. Qualquer coisa que for diferente disso, deve ser cuidadosamente analisado.


RESUMO: A FALTA DO CONCEITO BÍBLICO

Na minha visão, ocorrem dois problemas principais. O primeiro problema é ignorar o conceito cristão da complementaridade da Bíblia. O cristão lê a Bíblia como um documento único, não considerando trechos isolados dela como a palavra final para algo, sem considerar o que o resto da Bíblia diz sobre isso.

O segundo problema, é a falta de uso das ferramentas necessárias para a interpretação do texto bíblico. Assim como qualquer outro texto, a Bíblia está sujeita às regras básicas de interpretação de texto. E por se tratar de textos antigos, os procedimentos são mais criteriosos ainda em alguns aspectos.

É importante também estudar as figuras de linguagem ou de retórica (que aliás é tema obrigatório no ensino médio no Brasil), para entender quando os textos não são ditos literalmente. Isto é considerar a gramática na interpretação. Além disso, outro fator importante é o cenário histórico, ou seja, os eventos da narrativa, a quem é dirigida e como foi compreendida na época.

Boa parte do conteúdo da Bíblia contém verdades de caráter espiritual, isto é, que visam atingir o nosso espírito, para aplicarmos em nosso relacionamento com Deus. Por isso a Bíblia deixa claro que é necessária a iluminação dada pelo Espírito Santo para a compreensão destas verdades no texto (1 Coríntios 2.10-16). Por isso o cristão acredita que não só a hermenêutica deve ser respeitada, mas também o relacionamento com Deus é importante para poder entender e aplicar as palavras espirituais como lições de vida. 

===============Hermenêutica=Bíblica=======

98. Quer uma prova que o Deus da Bíblia não existe? Faça uma oração sincera com muita fé: “Querido Deus, todo-poderoso, todo-poderoso, criador todo-amoroso do universo, nós vos pedimos para curar todos os casos de câncer nesta noite planeta. Nós oramos com fé, sabendo que você vai nos abençoar como você descreve– Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, crede que já o receberam, e ele será seu. (Mc 11.24)– Tudo é possível àquele que crê. (Mc 9.17) –Porque para Deus nada será impossível. (Lc 1.37– E a oração da fé salvará o enfermo–A oração de um justo é poderosa e eficaz (Tg 5.15-16) e ainda– Porque em verdade, vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: – Passa daqui para acolá, e ele passará, e nada vos será impossível para você. (Mt 17.20)” e o pior de TODOS: Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. (Mt18:1).  Nada Aconteceu! afinal, seria ruim curar todos os casos de câncer no mundo?  Ou seja, fraude!

Depois desta exaustiva enxurrada de versículos sem absolutamente nenhum contexto, surgem as argumentações do autor. Por que uma oração como esta não é respondida por Deus? Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.(João 15:7) A condição é, se estivermos em cristo e cristo estiver em nós, nos pediremos o que for da vontade do pai e não aos nossos deleites, como foi dito em Tiago 4:2-3 “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.” Ou seja orarmos e não recebermos retorno porque pedimos erradamente, onde a oração é feita em virtude de cobiça e inveja! Ou Marcos 10:35, para nossos interesses e proveito próprio. O pedido não deve ter como objetivo vantagem ou glorificação pessoal e sim glorificação de Deus, de acordo (Mc 10:35-37) (Mt.  20:20-21) e (Tg 4:2-3). Da mesma forma quando Jesus diz a Marta ,( tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei João 11.22) Analisando as situações em que tais palavras foram ditas, este versículo fala acerca da Ressurreição de Lazaro pela fé de Marta, algo impossível para qualquer homem. e não tem nada a ver com prosperidade, satisfação pessoal cobiça e dinheiro. Quem pede isso não conhece a Jesus. Quem rolou a Pedra do sepulcro de Lazaroo foi Deus?Se as palavras de Jesus preencherem nosso pensamento, fala e ação, então, de fato, oraremos ‘em nome de Jesus’ e pediremos segundo a vontade do Pai e não as nossas cobiças. Sendo esta exigência cumprida no NT. O problema está exatamente aí: o autor usa uma definição arbitrária de Deus, a saber, uma espécie de "máquina de atender orações". Deus é muito mais do que isso. É um fato que nós não precisaríamos nem orar por nada, já que Deus conhece nossas necessidades. A oração é mais uma forma de criar e manter um relacionamento com Deus do que simplesmente uma espécie de "fonte mágica dos desejos".E finalmente, o exemplo do autor mostra a pessoa orando simplesmente para testar se Deus existe ou não - ou seja, a oração não seria sincera e desinteressada, além de ir contra a orientação de não tentar a Deus (Mt 4.6,7).
===================GENESIS==============

99.  Gênesis bíblica afronta a cientifica Dizendo que a criação foi feita em seis dias

O Gênesis dado a Moisés trata se de uma forma  bastante resumida e em partes alegórica do processo de formação e criação, pois na época as pessoas não estavam maduras o suficiente para entender de forma detalhada essas questões, como disse Jesus, aos homens mais inteligentes de sua época, que estes ainda não estavam preparados para o alimento sólido ou seja, para a verdade. Bíblia não é livro texto científico perfeito e completo, abrangendo Física, Astronomia, Biologia, etc. Mas apresenta certa harmonia. terá Moisés querido falar de dias de 24 horas, ou terá empregado essa palavra no sentido de período, de duração? É mais provável a primeira hipótese, se nos ativermos ao texto acima, primeiramente, porque esse é o sentido próprio da palavra hebraica iôm, traduzida por dia. Depois, a referência à tarde e à manhã, como limitações de cada um dos seis dias, dá lugar a que se suponha haja ele querido falar de dias comuns. Não se pode conceber qualquer dúvida a tal respeito, estando dito, no versículo 5: “Ele deu à luz o nome de dia e às trevas o nome de noite; e da tarde e da manhã se fez o primeiro dia.” Isto, evidentemente, só se pode aplicar ao dia de 24 horas, constituído deperíodos de luz e de trevas. Ainda mais preciso se torna o sentido, quando ele diz, no versículo 17, falando do Sol, da Lua e das estrelas: “Colocou-as no firmamento do céu, para luzirem sobre a Terra; para presidirem ao dia e à noite e para separarem a luz das trevas. E da tarde e da manhã se fez o quarto dia.”Aliás, tudo, na criação, era miraculoso e, desde que se envereda pela senda dos milagres, pode-se perfeitamente crer que a Terra foi feita em seis vezes 24 horas, sobretudo quando se ignoram as primeiras leis naturais. Todos os povos civilizados partilharam dessa crença, até ao momento em que a Geologia surgiu a lhe demonstrar a impossibilidade.

100.  Gênesis bíblica diz uma grande atrocidade, que Deus criou o Sol depois da luz!

Nos primeiros tempos de sua formação, por se achar carregada de vapores densos e opacos, a atmosfera terrestre não permitia se visse o Sol que, assim, efetivamente não existia para a Terra. Semelhante explicação seria, porventura, admissível se, naquela época, já houvesse na Terra habitantes que verificassem a presença ou a ausência do Sol. Ora, segundo o próprio Moisés, então, somente plantas havia, as quais, contudo, não teriam podido crescer e multiplicar-se sem o calor solar. Há, pois, evidentemente, um anacronismo na ordem que Moisés estabeleceu para a criação do Sol; mas, ele não errou, dizendo que a luz precedeu o Sol. O Sol não é o princípio da luz universal; é uma concentração do elemento luminoso em um ponto, ou, por outra, do fluido que, em dadas circunstâncias, adquire as propriedades luminosas. Esse fluido, que é a causa, havia necessariamente de preceder ao Sol, que é apenas um efeito. O Sol é cassa, relativamente à luz que dele se irradia; é efeito, com relação à que recebeu.Numa câmara escura, uma vela acesa é um pequeno sol. Que é que se fez para acender a vela? Desenvolveu-se a propriedade iluminante do fluido luminoso e concentrou-se num ponto esse fluído. A vela é a causa da luz que se difunde pela câmara; mas, se não existira o princípio luminoso antes da vela, esta não pudera ter sido acesa. O mesmo se dá com o Sol. O erro provém da idéia falsa, alimentada por longo tempo, de que o Universo inteiro começou com a Terra. Dai o não compreenderem que o Sol pudesse ser criado depois da luz.

101.  Crer na Teoria da Evolução e crer na Bíblia ao mesmo tempo é impossível, já que a Teoria da Evolução refuta Deus (ou a Bíblia)
Mesmo que o Gênesis tivesse a intenção de ser um livro científico e estivesse errado, isso não refutaria o resto da Bíblia e nem a existência de Deus. Isso somente refutaria o próprio Gênesis. O resto da Bíblia não é dependente do Gênesis. O Novo Testamento pode ser certo mesmo que todo o Gênesis esteja errado, não há nada que impeça, já que o NT narra eventos completamente isolados dos eventos narrados no Gênesis. Esse argumento só é utilizável se ignorarmos uma série de erros, e basta apontá-los um a um para derrubar o argumento do neo-ateu ou de qualquer um que venha debater sobre isso. A refutação pode ser dessa forma: A idéia de Evolução e Deus não são conflitantes porque eu não defendo o Criacionismo e nem a Inerrância Bíblica. Além disso, o Novo Testamento não depende do Gênesis para ser verdadeiro, para refutar a veracidade do NT você vai precisar mais do que uns ataques ao Gênesis, já que a Bíblia não foi feita para ser um livro de Ciências. Alem do mais, aTeoria da Evolução: Um fato? A Teoria da Evolução não deve ser tomada como um fato, e sim como uma Teoria. De fato, há evidências fortes a favor da Teoria da Evolução, mas ela apresenta diversas falhas, fazendo com que ela não seja necessariamente verdadeira. A microevolução (mudanças menores dentro de uma mesma espécie) está bem comprovada, mas a macroevolução (mudança de espécie para espécie) não está tão bem comprovada quanto se desejaria, fazendo com que a Teoria da Evolução não seja um fato, mas uma teoria. Quero frisar aqui que não sou contra a Teoria de Darwin, sou a favor da Teoria da Evolução, acredito no Design Inteligente. Só quero que as pessoas não se ceguem a ponto de achar que o Darwinismo é um fato já comprovado, pois não é. Os defensores da inerrância Bíblica que precisam defender-se contra o Evolucionismo para suportar o Criacionismo, e isso não me inclui. Portanto, não é necessário defender a Inerrância Bíblica. Eu mesmo não defendo! Porém, para crer na Bíblia você não precisa acreditar na sua inerrância, principalmente porque a Bíblia nunca foi feita para se tornar um livro científico. A Bíblia está aí para relatar eventos, confirmar a existência de Deus e mostrar a sua moral.  Desse modo, crer na Teoria da Evolução e crer na Bíblia ao mesmo tempo é perfeitamente possível, pois não são idéias conflitantes.

102. Deus está sujeito a variações de humor, manda Abraão para sacrificar seu filho Isaque e depois se muda de idéia. Não é plausível esperar que pelo menos Ele seja consistente?

Penso que Deus pode fazer exceções aos comandos morais que dá. O principal exemplo no Velho Testamento é a ordem que ele dá a Abraão para sacrificar seu filho Isaque. Se Abraão tivesse feito isso por iniciativa própria, isso seria uma abominação. O deus do Velho Testamento condena o sacrifício infantil. Essa foi uma das razões que o levou a ordenar a destruição das nações pagãs ao redor de Israel. Elas estavam sacrificando crianças aos seus deuses. E, no entanto, Deus dá essa ordem extraordinária a Abraão: sacrificar o próprio filho Isaque. Isso serviu para verificar a obediência e fé dele. Mas isso é a exceção que prova a regra. Não é a forma normal com que Deus conduz os assuntos humanos. Mas porque Deus é Deus, Ele tem a possibilidade de abrir exceções em alguns casos extremos, como esse.

103. A BIBLIA MENTE, diz que o mundo tem 6.000 anos.

Então, para dizer que a Bíblia NECESSARIAMENTE defende em um mundo de 6.000 anos, deve-se: Fazer uma leitura literal, baseada no entendimento próximo de uma criança de 8 anos;Ignorar toda tentativa de hermenêutica e exegese a partir dos conhecimentos contextuais; Ignorar toda teologia e tradição de interpretação bíblica, dos apologistas de hoje e de ontem; Será que isso é o mesmo correto a ser feito?
104.  Deus criou o mundo em 7 dias, mas a ciência diz que o planeta tem 4,5 bilhões de anos;

Os sete dias da criação divina registrados nas Sagradas Escrituras foram sete dias simbólicos, porque DEUS não se curva a calendário. Um dia para DEUS pode durar um milhão ou um bilhão de anos. Para Ele não faz nem um segundo que Jesus foi crucificado. Todavia, naquele tempo em que foram feitos os registros sagrados. Todas as diferenças entre as raças dos seres humanos e as espécies dos animais devem-se às alterações das condições cósmicas, climáticas e geográficas, que influem na aparência e na formação biofísica dos seres vivos.

105. Se Deus é onisciente, como Ele poderia ter Se arrependido de Sua criação?

a palavra hebraica naam não tem o mesmo significado que damos hoje para  o verbo 'arrepender-se'. Esta palavra no original está relacionada a mudar de caminho ou dar meia-volta. Deus mudou sua atitude em relação aos humanos, mas isto não quer dizer que não sabia que isso iria acontecer. Ele podia ter deixado ma situação se estender até um certo ponto porque era necessário, ou mesmo por querer demonstrar confiança, como o André sugeriu.

106. Em Isaías 40.28 diz: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem Se cansa, nem Se fatiga?”. Então como é que os católicos dizem que Deus descansou no sétimo dia no Gênesis?

Resposta: A palavra certa é "repousou", ou seja algo que está em constância ou em trabalho, deixou de realizar o trabalho, ele estacionou.

107.  Gênesis bíblica diz que não havia morte antes de Adão, todavia, evidência de fósseis indica que os animais morriam antes dos humanos morrerem, de modo que o homem se encontra no topo do Estrato Geológico (mais recente), e os animais então em níveis inferiores do Estrato (mais antigos).
Eles morreram fisicamente naquele dia? Não. Depois de pecarem, Adão e Eva continuavam caminhando. De fato, Adão viveu 930 anos de idade. Eles cultivaram a terra e tiveram filhos.A morte especificada em Gênesis 2 e 3 por Paulo, em Romanos 5 deve ser a morte espiritual
108.  Gênesis bíblica diz que o homem veio do barro e não do processo evolutivo, e para piorar a mulher veio da costela do homem, absurdo!
Se houve com mais acerto, dizendo que Deus formou o homem do limo da Terra. A Ciência, com efeito, mostra que o corpo do homem se compõe de elementos tomados à matéria inorgânica, ou, por outra, ao limo da terra. A mulher formada de uma costela de Adão é uma alegoria, aparentemente pueril, se admitida ao pé da letra, mas profunda, quanto ao sentido. Tem por fim mostrar que a mulher é da mesma natureza que o homem, que é por conseguinte igual a este perante Deus e não uma criatura à parte, feita para ser escravizada e tratada qual hilota tendo-a como saída da própria carne do homem, a imagem da igualdade é bem mais expressiva, do que se ela fora tida como formada, separadamente, do mesmo limo. Eqüivale a dizer ao homem que ela é sua igual e não sua escrava, que ele a deve amar como parte de si mesmo. O termo hebreu haadam, homem, do qual se compôs Adão e o termo haadama, terra, têm a mesma raiz. Porque os homens pré adâmicos morrera? Nessa época, em pleno quaternário, por efeito de causas pouco conhecidas, ocorreu um resfriamento súbito da atmosfera, formando-se geleiras, que cobriam toda a Terra. Provavelmente, sua inteligência superior, os levaram à descoberta providencial do fogo, o novo e precioso elemento de vida e defesa, que abriu à humanidade torturada de então novos recursos de sobrevivência e de conforto, nessa época de frio torturante, a vida na terra foi quase extinta.

109. Visto que a raça humana tem 50 milhões de anos, mas seguindo a genealogia de adao nota se 6 mil anos

Entendemos que eles eram seres espirituais, e após a desobediência comeram do fruto que os transformavam em animais (matéria bruta), como o reino de Deus não é de carne e sangue, caíram no mundo material, tais espíritos "perderam" o paraíso. Adão foi o precursos da raça adâmica, simboliza o momento em que os homens primitivos ou chamado raça pré-adâmica iniciam o conhecimento da diferença entre o certo e o errado, passando a ter condições de optar pelo caminho que prefere seguir. É aí que o homem se torna Homem e deixa de ser selvagem.O caminho do bem leva diretamente a Deus. O caminho do mal leva à satisfação dos prazeres imediatos e individuais. Este caminho, apesar de aparentemente saboroso, é longo e inóspito. Muito adiante do homem terrestre em inteligência e cultura, eles promoveram notável surto de progresso em nosso planeta. Deles originaram-se o grupo dos Árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia. Quando eles aqui chegaram, a Terra já estava povoada desde tempos antigos, como a América (pelos índios), quando aqui chegaram os europeus. Um exemplo é Caim, que após matar seu irmão Abel, saiu vagando pelo mundo, por ordem de Jeová, encontrando assim, a terra de Nod, a leste de Éden, onde conheceu sua esposa dando-nos a entender que havia mais pessoas habitando o paraíso. Mas lembremos que, assim como Adão e Eva, Caim e Abel também são figuras alegóricas, estes simbolizam a personalidade das criaturas.
Pra mim esse povo do JEOVÁ NAO É O PAI É MUITO PIOR QUE OS ATEUS...Eu chamo a atitude deles de desonestidade intelectual, se é para desprezar os Evangelhos porque então citar o que lhe convém? Despreze tudo ou despreza nada! Ou os evangelhos são válidos ou não são. Se não forem, não podem citar o Evangelho de João de forma seletiva como eles fazem.


110. Deus fez o homem a sua imagem e semelhança, logo Deus é masculino, por que Deus é do sexo masculino?

Pelo contexto é óbvio que o texto está se referindo à humanidade em geral. É claro, a análise do texto em português não é suficiente. No original hebraico, em Gn 1.26, a palavra em questão é 'adam, que também se refere à raça humana em geral, em vez de 'ish, que é a palavra para ser humano do sexo masculino. A confusão é causada unicamente na língua portuguesa (e talvez no inglês também, já que esta crítica no original   era em inglês). Deus é espírito (Jo 4.24) e não possui corpo, logicamente não possui órgãos sexuais e portanto não possui sexo. Sobre "Deus" estar associado à ideia de "Pai", esta é uma comparação que nos ajuda a melhor entendermos a essência do amor de Deus, a imagem e semelhança podem se referir ao fato de que, ao contrário dos outros animais, o homem é um ser racional e pessoal, assim como Deus seria. A semelhança se dá pelo aspecto qualitativo em relação a OUTRAS características, não a constituição física, que não são as únicas existentes para comparar dois seres ou objetos. Capisce?

111. Como Adão e Eva podiam saber que era errado comer da Fruta do Conhecimento se só ao comê-la saberiam o que era bom e mal, certo e errado?

Eles sabiam porque Deus havia dito, A alegoria afirmava que Eles conheciam apenas a LUZ mas não as trevas, a fruta trouxe o conhecimento das trevas, do mau, da morte no mundo caído

112. Como podemos ofender a Deus se não é possível surpreendê-Lo?

Ofender ele é ofender o próximo, quer ajudar a Deus, ajude o próximo, quer acolher Deus, acolha o próximo, quer cultuar a Deus, Não minta para seu próximo! Quer servir a Deus? Tenha mãos para servir ao próximo! Tudo para o próximo, pelo próximo e a favor do Próximo, Amando o próximo amo a Deus! Amando uns aos outros saberão sois meus discípulos!” Quer ser o Maior? Seja o menor, o mais humilde, o mais manso! Abandone a Arrogância!

113. Como Deus pode ter emoções (ciúme, raiva, tristeza, amor…) se Ele é onipotente, onisciente e onipresente? Emoções são reações, mas como Deus pode reagir a algo que Ele já sabia que iria acontecer e até planejou?

Os Homens do Antigo Testamento, estavam tentando se comunicar com pessoas que viviam em  trevas, assim sendo, ao descreverem “Deus” descreveram o com Antropomorfismo. Antropomorfismo é a ausência total de possibilidade descritiva (através do idioma) do que seja o sentir divino sobre a vida!  Ou seja dar uma forma humano um sentimento humano a algo Divino que é indescritível. O desgosto de Deus vira “ódio”, a tristeza de Deus se torna em “arrependimento”, a disciplina de Deus vira a “Ira de Deus”, trabalhar um dia para poder pagar uma dívida vira "Deus apóia a escravidão" e uma multidão de ignorantes fanatizados religiosos expondo interpretações infundadas,  tendenciosas  e proselitistas.

================GNOSTICISMO=========
114. O que você me diz do grupo Cristão Gnóstico que consideram, o Deus do Vt Jeová (Javé ou Yavé), um deus fraco, e que Jesus Cristo não era filho desse Deus.  Jeová seria um Anjo Querubim caído que formou o homem do pó,  matou milhares de pessoas no velho testamento, promoveu genocídios, carnificinas e não se cansava de se arrepender; Seriamos então filhos dos anjos! Como Jeová adorava sacrifícios, Cristo veio nos comprar a preço de Sangue do Anjo, e não do próprio Pai! Se Cristo  não tivesse vindo, nunca seríamos salvos e nem adontando-se jamais teríamos a chance de viver eternamente! Portanto  Jeová seria o pai da matéria, e da carne podre e fedida, e o Pai de Jesus seria o Criador do mundo espiritual, o verdadeiro Deus que exterminará Jeová e seu filho príncipe desse mundo no dia do Juízo final!

Gnosticismo é o nome dado a uma doutrina cristã do século II, considerada herética pela Igreja primitiva. Esta doutrina é refutada com base nos Evangelhos. Márcion ou Marcião foi um gnóstico (150) que, entre outras coisas, fez uma lista de livros a serem aceitos. Rejeitou todo o Velho Testamento por considerá-lo obra de um “deus inferior”. Sua lista de livros bíblicos inclui: uma versão resumida de Lucas (retirando os primeiros capítulos por serem muito judaicos) e mais dez epístolas de Paulo (as chamadas “Pastorais” não foram aceitas por serem-lhe contrárias, assim como todas as outras). Chamou “Efésios” de “Laodicenses”. Sua rejeição dos livros bíblicos forçou as igrejas a tomarem uma posição explícita sobre estes livros. De fato, a rejeição dos livros prova que já havia um consenso, mas a igreja tornou-se mais consciente deste consenso na luta contra a heresia. Paulo disse a Coríntios para que nós aprendamos a não ir além do que foi dito e escrito (1 Cor 4:6), Também disse aos Gálatas, que se alguém anunciar outro evangelho além do que foi entregue, seja anátema. (Gl 1:9). Estas afirmações mostram que os apóstolos e os profetas estavam convencidos de que tinham recebido tudo o que era necessário. Não falta nada aos cristãos que seguem o Novo Testamento. Portanto, a Opinião Oficial sobre a Doutrina Jeová Falso Deus é que, além de ir além do que está escrito, tal doutrina não possui livros, bases, e concistência histórica para se firmar, existiu até hoje, apenas um livro sobre o assunto, e este, não informa o autor e o principal suspeito de sua autoria nem possui formação teológica. É esquisitos que uma doutrina polêmica desse nível seja elaborada de maneira “leigo/caseiro” e seus autores nem possuam caráter para assinar a mesma, isso é uma vergonha! O apologista Ezequias Soares, que fez uma abordagem sobre a doutrina, afirma o seguinte: “A obra consiste de uma coletânea de textos bíblicos selecionados e intercalados com observações subjetivas do autor. Os versículos citados simplesmente para consubstanciar, uma doutrina, que à luz da Palavra de Deus é não somente heresia, mas uma afronta ao Deus de Israel. Os textos são ligados de maneira arbitrária, na tentativa de apresentar consistência bíblica. É um extrato de profunda ignorância… Seguindo os princípios da doutrina, cada pessoa pode fazer o que quiser da bíblia. Não haverá regras de interpretação, os princípios da hermenêutica irão para o espaço e qualquer doutrina poderá ser consubstanciada na Bíblia. O mecanismo usado é extremamente desonesto.

115. Ainda na questão dos Cristãos Gnósticos, eles afirmam “A Dois Senhores, O falso deus que criou a matéria (Jeová) e o Deus da Eternidade o que criou o mundo espiritual, (Pai de Cristo), pois bem, quem Forma Pessoas com defeito Físico? Na Guerra Jeová mandava Estuprar e depois jogar fora! –Jeová manda o Canibalismo! –Jeová é O Senhor da Guerra–A Matança sem Fim de Animais! Mar de Sangue! –Jeová Ordena Juramento Cristo não–Jeová  tomou conselhos Com Satanás Cristo não –Deus de Jesus nunca foi visto! Pois Jeová foi visto por Vários! Como se vê, há muita diferença entre Cristo Pai  amoroso e O falso deus Jeová que promovia  matanças,  ira, amor maligno, zelo caprichoso, terror e morte!.”

Dois senhores? O deus do tempo e da matéria (Jeová) e o Deus da Eternidade (Pai de Cristo)! Dois Universos, dois Senhores? Calma lá com os saltos lógicos. As coisas não são tão simples quanto essas seita os coloca. Só devemos ter algo em mente: quando alguém ataca certa parte da Bíblia, ele está só criando uma crítica a tal parte. Não criando um validador do ateísmo ou da doutrina JEOVA FALSO DEUS. O truque aqui é a transformação do cristianismo em uma crença com base  na inerrância bíblica. A maioria das dificuldades VELHO TESTAMENTO Resolve se voltando as escrituras originais e em resumo são dificuldades de interpretação. Por isso existem, a análise Crítica, exegese e hermenêutica que são metodologias científicas que ajudam a identificar as dificuldades no entendimento bíblico. Essas questões foram levantadas por céticos desde os primórdios, e todas refutadas facilmente. Quando vejo tanta bobagem reunidas num lugar só, eu entendo porque a igreja católica não quis liberar a Bíblia, olha só o que os leigos fazem com ela?! Criam uma doutrina baseada em inerrancia Bíblica ( textual e não contextual ) e pra piorar, criam uma doutrina tão especulatória  buscando apenas os textos na língua portuguesa e não se preocupam em buscar o sentido das palavras nas línguas originais (Grego e Hebraico)!! Quanta ingenuidade, desculpe! Pessoas incaltas não poderaima ter acesso a bíblia, até que tivessem o mínimo de estudo histórico/arqueológico/critico – textual, interpolação textual e parafraseamento. E isso qualquer um, consegue aprender, em menos de um ano, esses métodos científicos são simples, basta ter vontade de aprender, e abster-se da crendice e da fé cega.


116.  Deus cria um produto defeituoso (homem), mesmo assim, culpa o produto por ser defeituoso.

O erro esta em achar que a alma haja saído perfeita das mãos do Criador, quando este, ao contrario, quis que a perfeição resultasse da depuração gradual do Espírito por obra do próprio homem. A alegoria, de Adão e Eva, nos mostra que, qualquer alma saindo perfeita das mãos do criador, torna-se imperfeita, por não ter seu caráter moldado nas bases do amadurecimento que é conquistado, somente  pela experiência da existencialidade física, portanto, o homem deve construir seu caráter através das experiência, que o guiam ao conhecimento  do bem, do mal, do certo e do errado, chegando assim a unidade e plenitude do amadurecimento para só então estar pronto para se decidir. Há uma enorme diferença entre Deus nos mostrar o que são mandamentos morais, ou ele nos colocar em situações em que tenhamos a oportunidade de aplicar ou não esses mandamentos. Quando toma melhor caminho, é por sua vontade, e também, porque reconheceu os inconvenientes do outro caminho, assim a necessidade de mudança o constrange a melhorar-se moralmente e intelectualmente, para ser mais feliz, do mesmo modo que o constrangeu a melhorar as condições materiais da sua existência. Portanto, saber a teoria moral não edifica nenhum caráter quanto poder senti-la

117. Se Stanás foi expulso, como é que ele tentou Adão e Eva, já que estava de fora?
como é que ele entrou no Jardim se o jardim estava guardado?

Ele foi expulso depois. Na “doutrina” tradicional, aprendemos que Satanás foi um “anjo de luz” mas “se rebelou” e foi tirado (destituído) da glória de Deus. Na verdade, esta é uma “afirmação” "meio" infundada, pois não existe narrativa Bíblica que concorde com esta tese. Alias, a Bíblia se quer menciona que ele é um anjo caído. O que na verdade a Bíblia menciona é que Satanás pode se transfigurar (se tornar parecido no original Grego) em um anjo de luz e isso não significa dizer que ele é ou tenha sido um anjo de luz, mas sim, que ele tem poderes para “mudar de aparência”. Onde diz, realmente, que satanás era um anjo? Profecia: Ezequiel 28 que na verdade refere-se ao Rei de Tiro e não a um anjo! Basta ler o contexto.

118.  Se o incesto é pecado como a humanidade inteira se originou de Adão e Eva, e o pior, com a incrível variabilidade genética?
Naqueles tempos não existia código de ética, portanto Adão e Eva e seus filhos e filhas naturalmente coabitavam entre si e assim proliferaram sucessivamente, dando origem à humanidade.A diversidade de raças existe devido às diferenças cósmicas, geográficas e climáticas de cada região do planeta. A ciência já demonstrou em suas pesquisas que muitas vezes as diferenças genéticas entre dois negros são maiores do que as existentes entre um "branco" e um "negro", por exemplo. O que se observa nas subseqüentes gerações de animais silvestres quando submetidos ao isolamento reprodutivo (diferenciações genéticas) é o mesmo que acontece em relação aos seres humanos. Se várias famílias de japoneses viessem morar no Brasil e se reproduzissem isoladamente por várias gerações subseqüentes, sem a interferência de outras raças, as características físicas mudariam gradativamente devido à mudança geográfica e climática a que foram submetidos. Observe que cada raça em cada diferente região do planeta possui características físicas que se adaptam às circunstâncias de cada local
119. Por que Deus mandou o dilúvio para eliminar o mal da Terra? Não funcionou! O mal voltou logo em seguida. Deus já deveria saber que isto iria acontecer, então, por que Ele Se deu ao trabalho?

O livro de Gênesis nos diz no capitulo quatro que o Dilúvio foi causado por uma interferência alienígena na natureza do homem e das criaturas, as quais corromperam o seu caminho natural. Os Benai Elohim (os filhos de Deus), termos somente usado no VT para designar anjos como é também o caso no Livro de Jó, tomaram mulheres dos melhores genes e da mais elevada estética feminina, e as usaram para procriação, gerando os Nephilim que significa os que caíram; os quais se tornaram os Gigantes da Antiguidade, melhor traduzido como raça híbrida, conforme registro não apenas bíblico, mas também presente nos mitos de quase todos os povos antigos, dos Nazca aos Gregos e Chineses. Aquele mundo foi afogado em razão disso, segundo a Bíblia. Os Nefilins, são seres ESPIRITUAIS E CELESTIAIS, os Anjos desertores, caídos, derrubados, são os falsos Deuses (Elohim) Os “caídos” procuraram se misturar com a linhagem de Adão por causa da promessa desviar um redentor através de seus descendentes. A raça de nefilim surgiu dessa união, mas, o certo é que a raça híbrida,  foi eliminada.

120.  Deus dá o livre arbítrio, mas extermina todos os que não concordam com ele no DILUVIO Arca de Noé!

É provável que o dilúvio tenha sido local, e não global. A frase "cobriu todos os montes da Terra" pode ser entendida do ponto de vista do autor, que só conhecia a região do Oriente Médio. Isto elimina ao mesmo tempo o problema do Monte Everest, da fauna e do DNA. No caso do dilúvio o problema maior foi a união sexual de anjos materializados com mulheres nasceram uma raça hibrida. A raça de nefilim surgiu dessa união, mas, o certo é que a raça híbrida,  foi totalmente eliminada. Deus não assassina!! Aquele que não deu a vida, esse sim assassina, Deus emprestou a vida, uma vida provisoria, ela não é eterna, a vida finda, para Deus, essa existência não é vida, essa existência não é o fim. As estrelas nascem, e morrem, tudo morre, e isso é apenas um ciclo! Ora, este mundo é caído. Os dez mandamentos não foram escritos para Deus, mas por Deus para os homens. Deus mata a quem desejar; e não pratica homicídio; e nem tampouco existe mal em nada do que Deus faça;  Ele faz o que é bom para além do que a moral do homem conhece como bom e bem o que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano. ( Lembre-se: A morte não é o Fim!).  

121.  O dilúvio atingiu mesmo todo o planeta Terra? Hoje em dia existem milhões de espécies de animais terrestres e aves, e em cada local do planeta as espécies são diferentes. Segundo a teoria da evolução, leva-se milhões e milhões de anos para ocorrer as transformações entre os seres vivos. Como em 5 ou 6 mil anos teriam se multiplicado extraordinariamente as poucas espécies que Noé preservou na arca?

O dilúvio atingiu os lugares habitados pela raça híbrida, como uma reação da mãe natureza face à violação da lei de DEUS. Se o dilúvio deveras tivesse atingido todo o planeta Terra, seriam necessários muitos oceanos semelhantes ao que nos envolve nos dias atuais. Quando o homem registrou esse acontecimento, ignorava certos detalhes da geologia e considerou apenas o que seus olhos podiam ver. O conhecimentos científicos eram ainda muito precários. Pensavam os homens que a Terra era uma área plana e que sua extensão era restrita aos locais até onde lhes era permitido o acesso. Como o dilúvio inundou toda a área em que vivia os ascendentes do povo hebreu, para o povo de então toda a Terra fora inundada, idéia que passou de geração a geração, até chegar ao tempo de Moisés. Atualmente, é ponto pacífico para a ciência que, embora o dilúvio tenha se estendido por uma grande superfície, foi apenas local, naquela região onde viviam os ascendentes do povo hebreu. Por maior que fosse a densidade da chuva, a quantidade de água, ainda que se prolongasse por quarenta dias, não poderia ser suficiente o bastante para cobrir toda a Terra, incluindo as mais altas montanhas. Segundo a narrativa da gênese bíblica, um dilúvio teria destruído todo o gênero humano, à exceção apenas da família de Noé e de um casal de cada espécie animal. O povoamento da Terra, em conseqüência, dataria daquela época. Entretanto, o dilúvio aconteceu no ano de 1.656 após a época assinalada para o surgimento do homem na Terra, ou seja, 2.348 antes da era cristã. Ao se estabelecerem no Egito, os hebreus encontraram um poderoso império, que teria sido povoado em menos de seis séculos. Considerando que, além do povo egípcio, havia outros países povoados, é inadmissível que toda essa população fosse constituída pelos descendentes de Noé.

122. Quantos animais de cada espécie Noé levou na arca? Noé recebe ordens para levar dois de cada animal para a arca. Gn 6:19-20, 7:8-9, 7:15 Noé recebe ordens para pegar sete animais de cada espécie. Gn 7:2-3.
Deus disse que tinha que ser dois animais de cada espécie. Se Ele disse que tinha que ser de dois de cada espécie, Ele não pode acrescentar nada no que disse. Entenderam? Se eu digo, que quero que minha esposa compre vinte pães francês, e, no caminho para o mercado ligo no celular dela e digo para que ela traga mais dez pães de água, eu estou me contradizendo? Os céticos dizem que ela deveria me responder: “- Não vou comprar mais dez pães de água porque você disse que eu deveria comprar só vinte pães francês!” Eu a responderia: “- Eu não disse que você deveria comprar apenas vinte pães franceses. Eu disse para você comprar vinte pães franceses”. Onde está no texto que Deus disse que ele deveria colocar apenas dois animais de cada espécie e nada mais? O cap.6 diz que ele deveria colocar dois animais de cada espécie e no cap.7 ele acrescentou a informação de que dos animais limpos deveriam ser 7 casais e dos animais impuros um casal apenas. Não há nada contraditório nisso, é apenas o desenvolvimento ou acréscimo na conversa de duas pessoas (Deus e Noé).Obs.: Gn 7:15 não está dizendo o que os céticos querem que diga. Diz apenas que entraram aos pares os animais na Arca. E não que entraram apenas dois de cada espécie. O texto diz: “entraram de dois em dois para Noé na arca”

123. O Mentiroso Jeová faz a promessa de abençoar todas as famílias da terra por meio do descendente de Abraão (Gênesis 12:3).  Mas não se cansa de enviar Pragas a Israel.
Toda impiedade e imundice humana volta como um bumerang o que os homens mesmo produziram, isso colherão! Os Israelitas eram excessivamente maus, viviam em abominações internas, então DEUS disse: vocês acham que eu não sou? Minha é ira é vivam com a minha ausência e provem as conseqüências e fiquem entregues aos seus próprios atos! A seus próprio “falsos deuses” ao seu culto aos anjos, sem minha graça, sem minha ajuda, sem mim! O livro de Oséias explica bem isso, Deus tinha motivo inegável para repudiar Israel: As prostituições e adultérios espirituais dela. Ele, porém, gostaria de poupá-la. Para fazer isso, teria que ver o arrependimento dela. A rejeição do povo seria temporária.  (Gênesis 12:3).  Ele também disse que mudaria a sorte do povo: De "Não-Meu-Povo" para "Filhos do Deus Vivo"; De Desfavorecida para Favor, Israel e Judá se uniriam sob uma só cabeça. Em (1 Pd 2:10)  é citado esta mudança de nomes para mostrar as bênçãos espirituais recebidas pelo povo espiritual da Nova Aliança. Os cristãos são os filhos do Deus Vivo, favorecidos por ele. Jesus é o único cabeça deste povo (Ef 1:22-23).  Deus sempre está disposto a perdoar, mas a falta de arrependimento do pecador impede a comunhão. Se Israel não se arrepender, Deus a deixaria sofrer as conseqüências do pecado. Ela se tornaria em terra seca e os filhos sofreriam. Quando Israel foi atrás de amantes (ídolos), ela achou que eles fossem a fonte das suas necessidades. Deus, como marido, impediu o acesso de Israel aos seus amantes, dando-lhe motivo para voltar e buscar o marido. De fato, não foram os amantes e sim o próprio Senhor que sustentava Israel. Ela tomou as coisas que Deus lhe deu e as usou para servir Baal (um falso deus). Quando Israel insistiu em praticar a prostituição espiritual, Deus decidiu abandona-la. A conseqüência disso: Israel ficou exposta diante dos amantes, onde os outros perceberam a pobreza e nudez dela. Deus destruiu as coisas que ela recebeu, supostamente, dos amantes e deixou o povo sofrer durante um determinado tempo, conforme o tempo em que andava na idolatria. Tais conseqüências do erro podem ser exatamente o que precisa para refletir e chegar ao arrependimento e servem como sombra das coisas futuras. Depois do período de sofrimento, Israel é atraída de novo pelo próprio marido
124. Se Deus não é a causa da confusão, o que dizer da Torre de Babel?

O que é que tem a Torre de Babel? O culpado da confusão foi o ser humano. Ele é que queria se exaltar e tocar o céu. Deus, então, fez justiça. Agora, não fosse essa "confusão", segundo a Bíblia, hoje falaríamos todos a mesma língua e moraríamos no mesmo lugar, o que seria talvez desconfortável para 7 bilhões de pessoas.

125.  Deus compactuava a escravidão logo ele é mal
Aprenda a diferenciar o comportamento abusivo dos sevos com a vontade de Deus. A escravidão foi simplesmente o processo pelo qual você quita sua divida mesmo sem ter dinheiro, ou seja, você me deve um prato de comida, vai lavar a louça!!! Na verdade é um trabalho que paga pela divida anterior realizada. e nada tem a ver com a exploração que conhecemos dos negros, a palavra teve uma transferência de identidade, antes tinha um significado, hoje tem outro.

119. Por que Deus abriu o Mar Vermelho para que Moisés tirasse os judeus do Egito, mas não abriu os portões dos campos de concentração?

Deus interveio em situações muito pontuais e específicas na história. Naquelas ocasiões do Velho Testamento era necessário preservar a continuidade da nação hebraica porque um dia Jesus viria a nascer através deles. Não que depois da vinda de Jesus Deus tenha "abandonado" os judeus, apenas não são mais necessárias intervenções sobrenaturais específicas, assim como não houveram em qualquer outro povo. Alem disso, a questão de Deus parar de se manifestar de formas físicas é um cumprimento das Profecias, os Judeus rejeitaram o filho, todas as promessas de Deus morrem no filho.


126. Judeus tradicionais dizem que o nome de Deus é impronunciável e por isso o chamam de Javé ou JHVH. Como é que então alguém pode ser acusado de falar Seu nome em vão se ninguém sabe qual é?

YHWH  É IMPRONUNCIÁVEL?? BOBAGEM, ELES NÃO querem que saibam o  NOME do Deus de ISRAEL, escondem de todos. A pronûncia é Yahweh, ou Yahwuh, e significa "eu sou" dependendo do sotaque...obs.: Hebraico não tem “J”  Essa letra foi instituída na tradução de Lutero do Grego para o Alemão, na Alemanha essa letra "J" tem o som de Y. Os tradutores portugueses apenas copiaram da tradução do protestante sem levar em conta o som.

123. Deus é mal, cruel e vingativo, manda destruir todos que discordam dele. Bem parecido com o deus do Alcorão.

O deus dos muçulmanos e o Deus Judaico Cristão se diferem radicalmente quanto à natureza. O Islã vê a violência como a maneira de propagar a fé muçulmana e acreditam que deus ama apenas os muçulmanos, alem de tudo ele não tem amor por descrentes e pecadores, portanto, eles podem ser mortos indiscriminadamente. Além disso, no Islã a onipotência de deus pisa em tudo, até mesmo em sua própria natureza, sendo absolutamente arbitrário em seu tratamento com a humanidade. Em contraste, o Deus Judaico Cristão sustentam que a natureza de Deus determina o que Ele ordena. No Velho Testamento o Deus Judaico Cristão mostra um profundo cuidado com pobres, os oprimidos, os abusados, os orfanados, e assim por diante, e para protegê-los, Deus exige leis justas e juízes justos, essas leis prejudicam os injustos, cruéis e pessoas de coração duro, mas nunca os bons e justos. Ele literalmente luta para que as pessoas se arrependam de seus caminhos injustos para que Ele não tenha de julgá-los. Ele envia um profeta até mesmo à cidade pagã de Nínive por causa de Sua misericórdia pelos seus habitantes. O próprio Pentateuco contém os Dez Mandamentos, um dos maiores códigos morais antigos, que moldou a sociedade ocidental. Até mesmo a restrição “um olho por um olho e um dente por um dente” não era uma prescrição de vingança, mas uma limitação para a punição excessiva de um crime, servindo para moderar a violência, portanto, o juízo de Deus não tem nada de arbitrário. Quando o Senhor anuncia Sua intenção de julgar Sodoma e Gomorra, Abraão ousadamente pergunta, Como um mercador do Oriente Médio barganhando por uma pechincha, Abraão continuamente diminui seu preço, e a cada vez Deus responde sem hesitação, garantindo a Abraão que se houvesse dez justos na cidade, Ele não a destruiria por causa deles. Quanto as Guerras e aos assassinatos em nome de Deus no Vt, representaram circunstância histórica incomuns, não uma maneira regular de comportamento, cada caso foi um caso. Pelo fato da História de Israel ter sido passada boca a boca de geração em geração para só depois ser escrita, as chances de algumas passagens terem sido exageradas no período da oralidade são altíssimas, por isso muitos Cristãos, não crêem que todas as passagens do Velho Testamento aconteceram exatamente da forma que foi escrita, com todos os detalhes, mas crêem num todo contextual, assim como Jesus o considerava. Portanto, sabendo que os livros da bíblia são independentes e escrito por vários autores através de vários séculos e que algumas histórias foram passadas por oralidade antes de serem registradas, sendo assim,  é perfeitamente plausível para um Cristão rejeitar alguns detalhes de certos textos inerentes a formação do estado de Israel, ai o problema é a questão de contentar o problema da inerrância Bíblica. Ora, Mesmo que alguma Crítica a bíblia for bem sucedida, ou Se Deus não poderia ter dado determinada ordem em um determinado texto, o que se segue? Que Jesus não ressurgiu dos mortos? Que Deus não existe? Que Jeová é um Falso deus?  Dificilmente!


123.b Como Deus parou o Sol (Josué 10:12-14) Se ele nunca esteve em movimento?

Hoje, dizemos que o sol se levanta pela manhã e se põe à tardinha. Significa isso que não cremos em que a terra gire em torno do sol? Naturalmente que não. Simplesmente descrevemos os eventos assim como se apresentam a nós. O versículo 13 estabelece que o sol "não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro". Isto pode indicar que a rotação da terra não parou completamente, mas que foi retardada a uma velocidade tal que o sol não se pôs senão depois de quase um dia inteiro. NÃO TORÇA A BIBLIA PRA ACHAR CONTRADIÇÕES

=================PENTATEUTO=========

124. Jeová endurece o coração de Faro para que ele não se arrependa e assim Jeová possa desfrutar do sofrimento alheio Foi Deus. Ex 4:21, 7:3, 7:13, 9:12, 10:1, 10:20, 10:27, 11:10, 14:4, 14:8, 14:17, e depois mente dizendo que o coração foi endurecido pelo próprio faraó  I Sm 6:6  

E o apóstolo Paulo confirma isto em RM 9:17-18“Porque diz a Escritura a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para em ti mostrar o meu poder e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra. Logo, pois, compadece-se de quem quer e endurece a quem quer”. Em cada uma das cinco primeiras pragas, o faraó foi o agente exclusivo do endurecimento. Só a partir da sexta praga Deus confirmou a ação deliberada do faraó (9:12), como avisara a Moisés que faria. O suposto texto de contradição:
I Sm 6:6 - "Por que ter o coração obstinado como os egípcios e o faraó? Só quando Deus os tratou severamente, eles deixaram os israelitas seguirem o seu caminho".Este texto está se referindo as primeiras cinco pragas. Os egípcios não deixariam sua fonte de riqueza escravista sair assim tão facilmente de seu domínio. Cada praga enviada ao Egito teve o propósito de desafiar os deuses egípcios. Teve o propósito de mostrar a glória de Deus a eles e buscar levá-los ao arrependimento."Deus endureceu" não significa que eles deixariam os hebreus sairem do seu território de boa vontade. Deus endureceu o que era duro. Deus apenas postergou da sexta praga em diante para mostrar que ele era o único Deus."Deus endureceu" não foi uma escolha de Deus para um povo bonzinho que estava com o coração disposto a libertar o povo. "Deus endureceu" foi direcionado a um povo que ha 400 anos os mantinha debaixo de um regime escravo. O texto não está contrariando. Ele apenas evidencia que o coração dos egípcios era duro, e que Deus os endureceria ainda mais justamente para tratar com a injustiça que causaram aos judeus. Porém, em nenhum momento os textos citados dizem que eles inclinaram seus coração para libertar Israel e que Deus os impediu.

125. Jeová Mata os primogênitos dos Filhos de Faraó, o que as criancinahas tem a ver com isso? Ex 12:30 – "E Faraó levantou-se de noite, ele, e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto".

Pois é, o tal Faraó estava destruindo a vida de um monte de gente. Subjuldando-as a escravidão. Daí Deus chega e dá um recadinho simples: Ou você deixa ir o meu povo, ou todos os seus primogênitos morrerão. Se você fosse pai, diante de tamanha ameaça, o que faria? Quem é mais importante: O poder ou sua família? Bom, Faraó fez sua escolha e colheu as conseqüências e se tornou responsável pela morte de todos os primogênitos. Se houve um culpado nesta história, este foi Faraó. (ver também Sl 135:8, 136:10)

126. Jeová Seria um Deus Assassino, quando Jeová fez a terra abrir a boca para tragar vivos Coré, Datã e Abirão, com suas mulheres, filhos e crianças (Nm. 16:17). Após a injusta morte das mulheres, filhos e criancinhas, saiu fogo de Jeová e consumiu os 250 homens, todos maiorais da congregação e varões de nome (Nm. 16:2, 35)! É preciso ressaltar que os filhos de Coré não morreram conforme Nm. 26:9-11. Este fato revela, uma discriminação de Jeová, pois Coré foi o cabeça da rebelião e Datã e Abirão pereceram com seus filhos e mulheres

 A Lei de Deus dada a Moisés não cometia excessos. Em princípio, se não analisarmos de perto as questões envolvidas, parece que o mandamento é cruel. Lemos em Êxodo 21.23-25: Mas se houver morte, então darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe. Essa lei é conhecida também como pena de talião, ou retaliação, expressão procedente do latim lex talionis. Quando alguém feria seu próximo de forma grave, a retaliação deveria ser equivalente: olho por olho, dente por dente. Contudo, perguntamos: Era a lei mecânica, automática? A lei incentivava a violência, a vingança crua? Não! Em Deuteronômio 19.16-21 encontramos informações que exigem eqüidade nos casos: Quando se levantar testemunha falsa contra alguém, para testificar contra ele acerca de transgressão, então aqueles dois homens, que tiverem a demanda, se apresentarão perante o Senhor, diante dos sacerdotes e dos juízes que houver naqueles dias. E os juízes inquirirão bem; e eis que, sendo a testemunha falsa, que testificou falsamente contra seu irmão, far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão; e assim tirarás o mal do meio de ti. Nesta passagem, veremos que os sacerdotes e os juízes deveriam inquirir as testemunhas sobre os muitos detalhes da acusação para que chegassem a um veredicto. A lei fazia distinção entre delito culposo e doloso. Ou seja, se o delito cometido acarretasse em morte e o culpado não tivesse a intenção de matar e/ou simplesmente não pôde evitar o acontecimento, a pessoa era poupada (Êx 35.11-25). Até mesmo o homicida intencional tinha o direito de ser ouvido, com testemunhas (Nm 35.30). Por outro lado, devemos perguntar: que critério alguém deveria usar para vingar os maus-tratos de um adversário? Se um olho fosse arrancado, contentaria o vingador em arrancar apenas um olho da outra pessoa ou excederia, talvez, causando a morte do adversário? Quantas vezes lemos nos jornais que, por motivos banais, alguém se vinga matando seu ofensor? O que aprendemos então sobre a Lei? Que a Lei de Deus limitava a vingança ao dano causado. A Lei não permitia que um dano fosse retaliado por outro maior. Realmente, a Lei corrigia e limitava o ódio no coração humano, servia como um moderador dos excessos. A Lei não exigia que o dano fosse retaliado na mesma proporção (pois o perdão era o alvo), mas até o limite da proporção. A Lei também demonstrava a gravidade de se praticar o mal contra o próximo. Esta mesma Lei apontava para Cristo, o único que pagou integralmente todos os pecados daqueles que nele exercem fé. Seu sacrifício perfeito nos reconciliou com Deus (Rm 5.8-12). A Lei trouxe à luz o pecado (Rm 5.20), mas a justiça de Deus se manifestou através de Cristo Jesus (Rm 3.21-22). (ICP Responde).


126. Se Deus dirigia Israel por meio de uma nuvem, por que Hobabe foi requerido como guia? Números 10:31

O crítico demonstra uma falta de compreensão do princípio de que Deus não faz por nós aquilo que nós mesmos podemos fazer. conclusões de alguns acadêmicos são profundamente moldadas por suas pressuposições


127. Jeová diz que o sacrifícios de animais nos livra dos pecados Lv 4:20, já o Deus de Jesus diz que é é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire pecados. Hb 10:4

Os sacrifícios foram ordenados por Deus para servirem de sombra para aquilo que Cristo faria na Cruz. Eles serviam como um ato de fé para o povo enquanto o Cordeiro de Deus não vinha ao mundo oferecer-se como o único e verdadeiro sacrificio válido e aceito verdadeiramente por Deus. Cada animal oferecido em holocausto era uma sombra de Cristo. Tipificava o sacrifício feito pelo Messias na Cruz! Quando Deus legalizou os holocaustos na lei Mosaica, eles serviram como uma alternativa naquele momento até que finalmente o Cordeiro viesse e em definitivo abolissse tais sacrifícios. Por isso, hoje no cristianismo não existe mais nenhum tipo de sacrificio animal, pois não existiu razão nenhuma de ter continuado. Pois o propósito de sua existência se consumou em Cristo. Concluindo:
É disso que hebreus está se referindo, os animais em si mesmo jamais tiveram o poder de expiar o pecado de Israel. Era o ato de fé que o fazia e não o sacrifício em si mesmo, pois este era apenas a sombra do sacrifício de Cristo, o qual verdadeiramente era o sacrifício perfeito aceito por Deus.

128. Jeová instruiu os Israelitas que lhe fizessem sacrifícios e holocaustos Ex 8:27, 10:25, 20:24, 29:16-18, mas depois diz que não pediu nenhum sacrifício ou holocausto.Jr 7:22.

A Bíblia de Jerusalém traduz Jr 7:22 da seguinte maneira:“Porque eu não disse e nem prescrevi nada a vossos pais, no dia em que vos fiz sair da terra do Egito, em relação ao holocausto e ao sacrifício”. É fato, pois, que Deus não disse qualquer coisa a seu povo no início – “no dia em que os tirei da terra do Egito” – a respeito de ofertas e sacrifícios. O que o Senhor enfatizou muito foi o compromisso de seus corações com Deus, tendo o firme propósito de obedecer à sua vontade. Sem esse objetivo, os atos religiosos nada significariam senão hipocrisia abominável. Isaías 1:11-17 e Amós 5:21-26 ensinam exatamente esse mesmo princípio”.


129. Jeová não cansa de se contradizer primeiro, ele diz que escreveu os dez mandamentos nas tábuas de pedra Ex 34:1 – Depois muda de idéia e diz que foi Moisés quem escreveu: Ex 34:27

O autor de Êxodo (Moisés) ao descrever esta passagem e deixar esta aparente "contradição" registrada, nos deixa diante de duas opções: 1. Ele cometeu um “erro grotesco”, ou seja, primeiro ele diz que Deus escreveria e depois disse que foi ele (Moisés) quem escreveu (conforme a proposta da Bíblia do Cético).–2. É que ele não estava falando literalmente de Deus talhar com as próprias mãos as tábuas da Lei. E sim no sentido figurado, deixando nas entrelinhas que aquilo que Moisés escrevesse seria como se o próprio Deus literalmente tivesse escrito. A segunda opção é a mais lógica de se pensar, pois algo tão complexo quanto o Pentateuco não poderia ter sido escrito por alguém que cometesse um erro tão grotesco. Moisés certamente quando escreveu o vs.27 tinha em mente também o vs.1. Diante disso, é de se pensar que ele não seria tão inocente em deixar uma discrepância assim tão aberta. Ele sabia quando escreveu o vs.27 que ele não era uma discordância do vs.1 e sim algo lógico.Concluindo:Foi Deus quem escreveu as tábuas da Lei, porém, ele as escreveu por meio de Moisés. Não há nenhuma discordância entre o vs.1 e o vs.27.

130. O que Jeová diz, não se pode escrever, primeiro ele diz que nunca se cansa: Is 40:28 depois afirma que algumas vezes Deus se cansa: Ex 31:17 - Is 1:14 - Is 43:24 - Jr 15:6.

Primeiro de tudo, o conceito de cansado nestes textos não tem nada a ver com o texto de Is 40. Aqui está se referindo a tolerância e não a cansaço “físico”. Deus se cansou, ou melhor, não suportou mais a hipocrisia e os pecados de Israel. É disso que os textos estão falando. Para que estes textos se tornassem uma contradição, teria que ser baseado num outro texto que dissesse que Deus suporta o pecado humano eternamente. Se a Bíblia dissesse isto, daí sim haveria uma contradição. No mais, é apenas mais um exemplo de tentar fazer a Bíblia dizer o que ela não está dizendo.

131. Com Jeová era  na base do Apedrejamento! Mas Jesus não compactuava com isso!

Aprenda a diferenciar a vontade de Deus das ações de seus seguidores! As pessoas não se ajudavam a achar o caminho de Deus, só sabia acusar e julgar, Jesus se referiu a Jerusalém como “matadora de profetas e apedrejadora dos que lhe são enviados”. (Mt 23:37; compare isso com He 11:37.) O próprio Cristo foi ameaçado de apedrejamento. (Jo 8:59; 10:31-39; 11:8) Estêvão foi morto desse modo. (At 7:58-60) Em Listra, judeus fanáticos “apedrejaram Paulo e o arrastaram para fora da cidade, julgando-o morto”. – At 14:19; compare isso com 2Co 11:25. Deus o pai, deixou a lei o (Tora) para Moisés ensinar o povo. Quando o Messias Jesus veio ao mundo ( O verbo se tornou carne) com trinta anos numa sinagoga ele disse as escrituras estavam cumpridas, com isso ele disse que o homem viverá na graça, por isso ele perdoou Maria Madalena, e nos deixou somente dois mandamentos, Amai a Deus sobre todas as coisas, amai o seu próximo como a si mesmo, sendo que o primeiro depende do segundo. A Bíblia é fantástica se bem interpretada. Nas mãos de ignorantes torna-se um instrumento perigosíssimo de alienação e manipulação. Alem do mais, Jesus mesmo endossou especificamente a pena de morte pra aqueles que amaldiçoam os pais (Ex 21.17) em Mateus 15.4. “Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser ao pai ou à mãe, que morra de morte.” Puxa vida, o camarada é avisado com antecedência pra não fazer essa desgraça (bater nos pais) e ainda assim ele vai lá e dá uma surra no pai e na mãe. Daí, a lei o condena a morte e Deus é quem se torna o vilão da história.

132. Jeová ordena apedrejando Crianças Desobedientes (Dt 21.18, 21).

Primeiro, a pessoa em vista não é uma criança pequena, mas um “filho” crescido. O termo hebraico para “filho” (ben) empregado aqui é indefinido. Ele é algumas vezes usado para filhos de ambos os sexos (Ex 21.5), mas com maior frequência para aqueles do sexo masculino, e esse é claramente o sentido neste texto. Em si, a palavra “filho” não dá nenhuma indicação de  idade. Ela pode
se referir a uma criança ou a um  jovem  (cf 1Sm 4.4; 19.1; 1Rs 1.33); a  idade deve ser determinada a partir do contexto. Neste caso, o filho em vista não é uma  criança, pois os pecados  trazidos  em  testemunho  a  fim de mostrar  sua maneira  contumaz  são  glutonaria  e  bebedeira  (v.  20),  dificilmente  pecados praticados por uma criança entre 6 a 10 anos! O caso  também  indica que os
pais tentaram restringir seu filho, mas todos os seus esforços falharam (vv. 18,20); especificamente que ele está fisicamente além do controle deles. Além do mais, os pais trazem seu filho aos magistrados, para que estes  julguem o caso (v. 19); portanto, o filho  teria oportunidade de falar em seu favor. Tudo  isso indica  que  o  “filho”  em  questão  não  é  uma  mera  criança,  mas,  antes,  um
jovem  no mínimo  em  sua média-adolescência  ou mais  velho. “a  lei  não  está  falando  sobre  crianças  travessas, mas  sobre  jovens adultos seriamente delinquentes” As leis foram contextuais, direcionadas a Israel, num tempo muito antigo onde todas essas praticas eram comuns, a intenção da Lei foi em  restringir  a impiedade,  de  forma  que  o  justo  possa  florescer  em  paz, a Lei jamais foi contra o Justo!


133. Jeová ordena Apedrejando de filho que não concorda com os pais e come e bebe muito

O  texto  diz  que  o  filho  é “contumaz”  e  “rebelde”  (vv.  18,  20).  Esses  dois  termos  descritivos  são particípios  ativos,  indicando  dessa  forma  uma  ação  habitual.  O  filho  não demonstra uma tendência contumaz de vez em quando, ou age rebeldemente de  tempos  em  tempos, mas  é  continuamente  contumaz  e  rebelde. A palavra “contumaz”  refere-se  a  alguém  que  é  obstinado  em  sua  resistência  à autoridade. Ela é usada no Antigo Testamento para uma vaca selvagem e não
domesticada  (Os  4.6);  para  uma  mulher  imoral  que  não  tem  moderação  e entregou-se à cobiça (Pv 7.11); e de Israel como um povo rebelde que não se submeterá  à  autoridade  de  Deus  (Sl  78.8;  Is  1.23).  A  palavra  “rebelde” significa,  literalmente,  bater  ou  fustigar,  e  é  usada  daqueles  que  contendem contra  a  autoridade  e  recusam prestar  atenção  às  suas palavras. O  indivíduo rebelde despreza e ataca aqueles que têm autoridade sobre ele verbalmente, e talvez mesmo  fisicamente.  À  luz  disso,  é  importante  observar  que  a  lei  do pacto prescreve a morte para qualquer um que bate em  seus pais  (Ex 21.15) ou os amaldiçoe (Ex 21.17). Há, portanto, razão para supor que o filho nessa
jurisprudência  quebrou  a  lei  do  pacto  em  uma  ou  ambas  dessas  formas. Os pais  também descrevem o  caráter do  seu  filho  como  sendo um  “comilão”  e um “beberrão”. Esses pecados são apresentados como exemplos de uma vida sem moderação. No caso de tal rebelião e viver esordenado, e após todas as tentativas de  disciplina  e  controle  falharem,  os  pais  devem  trazer  seu  filho  diante  dos magistrados para  julgamento. Se os magistrados  concordam  com  a  avaliação
dos  pais  sobre  a  situação,  eles  devem  ordenar  aos  homens  da  cidade  que apedrejem o rebelde com pedras, até que morra (vv. 20-21). O propósito a ser servido na execução do rebelde é “tirar o mal do meio de ti” e para que todos “ouçam e temam” (v. 21). O  tipo  de  rebelião  contra  a  autoridade  paternal  descrita  nesta jurisprudência é chamada “mal”  (v. 21).  É algo mal porque zomba  tanto de
Deus como de  sua  lei (i.e., o mandamento de honrar os pais). É mal porque ameaça a própria existência da família e, portanto, da sociedade mesmo. É mal porque  assinala  a  rejeição  de  toda  autoridade  ordenada  por  Deus  e  leva  à desordem  civil  e  eclesiástica. Deus  considera  tal  coisa um mal perigoso, que deve ser extinto pela morte nas mãos do magistrado civil.


134. Jeová é o Deus da Guerra Ex 15:3 - Sl 18:34 - Sl 144:1 enquanto o Deus anunciado por Jesus é um Deus é pacificador Rm 15:33 - I Co 14:33 - II Ts 3: 16.

Os dois dizem claramente que Deus protege o fraco. Que ele é a força daqueles que o buscam. Nada diz que Ele é um Deus que ama a guerra e que adora matar pessoas. Ele sempre estará do lado do oprimido e o defenderá e será a sua força. O texto não está dizendo que Deus literalmente pega uma arma e coloca na mão dos homens.

136. Jeová Proíbe o assassinato (Êxodo 20:13). Mas depois se arrepende e manda Moisés matar todos os homens de Madiã (Números 31:7)

No AT, há sete termos hebraicos traduzidos por “matar” em português:– rasah = usada no sexto mandamento = assassinato violento de um inimigo pessoal. Não assassinarás seria uma tradução viável. Este verbo nunca é usado para indicar um assassinato em defesa própria (Ex 22:2), uma morte acidental (Dt 19:5), a execução de assassinos (Gn 9:6) ou situações de guerra. O verbo rasah é usado para suicídio, mas não é aplicável ao homicídio não-premditado (Ex 21:12-14) ou acidental (Nm 35:23).– Q´tal = é o de uso menos corrente (Sl 139:19; Jô 13:15; 24:14).– Hemit = derivado de Hamas, indica violência deliberada, homicídio (Jr 22:3; Ez 22:26; Sf 3:4; Pv 8:36).– Harag é empregado 162 vezes e significa “matar uma pessoa” (Nm 31:19; Jr 4:31).– Tabah = matança de animais.– Zabah = sacrifício de animais.– Shahat = indica qualquer morte sacrificial. Como o verbo Rasah é o verbo usado no sexto mandamento, isto indica que o que Deus proíbe é o assassinato sem motivo. O próprio Senhor Jesus disse isto em Mt 5:17, 21-22: "Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir... Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás (Rasah = assassinarás); e: Quem matar (assassinar) estará sujeito a julgamento (morte sg. Ex 20:13, Dt 5:17). Eu porém, vos digo que todo aquele que (sem motivo) se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento”. Rasah foi o tipo de crime da qual a Lei está enfatizando. Uma melhor interpretação da Lei seria: “Não matarás sem motivo!”.Não devemos nos esquecer que, o Deus que disse não assassinarás sem motivo, foi o Deus que disse: “- Mate!”, a Moisés, Saul, Josué, e outros. Estaria Ele se contradizendo? Não! Porque nestes casos, havia um motivo para a ordenança. Deus não mandou que fizessem algo o qual não havia um sério motivo para fazê-lo. As razões para serem aplicados a lei da pena de morte eram: –Assassinato premeditado (Ex 21:12-14); –Seqüestro (Ex 21:16; Dt 24:7); –Adultério (Lv 20:10-21, Dt 22:22); –Homossexualismo (Lv 20:13); –Incesto (Lv 20:11-14); –Bestialidade (Ex 22:19; Lv 20:15-16); –Ferir ou amaldiçoar os pais (Ex 21:15; Lv 20:9; Pv 20:20; Mt 15:4; Mc 7:10); –Falsas profecias (Dt 13:1-10); Portanto, não há contradições nos textos nem mesmo ordens carpichosas, uma vez que a palavra usada no sexto mandamento é Rasah (Assassinar sem motivo). Os contextos em que ocorreram as supostas “contradições” foram mortes que resultaram de motivos que não foram relevantes no contexto da época. As mortes tinham uma razão maior para acontecerem. E Deus não sua infinita sabedoria e Rei do seu povo, sabia exatamente o que estava fazendo.Quando lemos sobre os massacres dos inimigos de Israel em nome de Deus, devemos lembrar também da violência cometida por nações cristãs em nome de JESUS, tudo, era puramente religioso e ideológico assim como AS Algumas BATALHAS EM NOME DE DEUS no VT,  poderiam ter sido em resumo, A Ideologia e Lingüística do Autor.

137. Se saquear é um comportamento vergonhoso para quem se diz “santo”, ordenar os saques é ainda pior! Pois foi o que Jeová ordenou ao povo de Israel com relação aos despojos dos inimigos (Sl. 128:1 a 6). O mesmo interesse materialista em bens  Tudo isso Quase identico ao Deus do Alcorão e Islamismo. 
Primeiro leiamos o versículo anterior: “E farei que os egípcios tenham boa vontade para com o povo, de modo que, quando saírem, não sairão de mãos vazias”.O versículo diz claramente que os egípcios dariam de boa vontade. a) “Todas as israelitas pedirão às suas vizinhas, e às mulheres que estiverem hospedando em casa, objetos de prata e de ouro, e roupas, que vocês porão em seus filhos e em suas filhas”. Onde diz aqui, que elas pediram algo emprestado para devolver mais tarde? Roubo está relacionado a tomar algo sem consentimento. As mulheres hebréias não roubaram ninguém. Elas pediram os objetos e como diz o vs.21, as egípcias deram de boa vontade. b) “Assim vocês despojarão os egípcios”. A palavra despojo aqui em hebraico é ונצלתם , oriundo de natsal, cuja raiz significa “despir, despojar, livrar alguém do (perigo)”. Este não é termo que se utiliza comumente referindo-se a despojar o inimigo depois de ter sido morto no campo de batalha; nesse caso, usar-se ia o verbo salal. Mas está bem claro que temos aqui nissel em sentido figurado, visto que a narrativa declara que os israelitas fizeram um pedido verbal e não um saque. A pergunta que fica é por que as mulheres egípcias deram de boa vontade os objetos preciosos? Basta ler Ex 12:33: ”Os egípcios pressionavam o povo para que se apressasse em sair do país, dizendo: “Todos nós morreremos!”. E continua nos vs.35 e 36: ”Os israelitas obedeceram à ordem de Moisés e pediram aos egípcios objetos de prata e de ouro, bem como roupas. O Senhor concedeu ao povo, bem como roupas. O Senhor concedeu ao povo uma disposição favorável da parte dos egípcios, de modo que lhes davam o que pediam; assim eles despojaram os egípcios”. Os egípcios estavam apavorados com o Deus de Moisés e deram de “boa vontade” (na verdade por temor) tudo o que o povo pediu a eles. Pois não viam a hora de se ver livres do Deus de Moisés. Porém, onde fica a questão moral aqui nestes textos? Durante muitas gerações, alguns séculos, a população israelita no Egito havia sido sujeita à escravidão opressiva, verdadeiramente brutal. Israel sofrera infanticídio (crianças foram jogadas para os crocodilos no Rio Nilo) e genocídio, tinham sido obrigados a trabalhar sem ordenado, na construção das cidades do tesouro do Faraó e demais edifícios públicos. Quem foi que roubou verdadeiramente nesta história afinal? Israel não roubou o Egito. Israel pediu algo. Pedir não é roubar. Os egípcios não pediram nada para eles. Eles oprimiram Israel e roubou sua vida, matando seus filhos durante quatro séculos. Israel tinha o direito de receber todos os objetos que receberam dos egípcios. Era um direito deles. Porém, mesmo assim, eles pediram e não roubaram. Fonte: Enciclopédia de temas bíblicos, de Gleason Archer, ed. Vida.


138. Jeová manda Profeta Andar Nu e (Isaías 20:1-5)

Desde Gênesis 3, quando o homem se tornou capaz de discernir entre o bem e o mal, Deus tem ensinado sobre a importância de privacidade em relação ao corpo humano. Uma vez que o homem perdeu a sua inocência e ingenuidade, era necessário usar roupas. Diferente das atitudes de hoje em dia em que homens carnais exaltam a nudez nas ruas em época de Carnaval, ou incentivam a indecência nas vestes usadas na praia ou até na rua, Deus exige mais do que o mínimo em termos de vestimenta. Adão e Eva tentaram cobrir uma parte do corpo, mas Deus lhes fez roupas adequadas (Gênesis 3:21). A nudez pública é sempre tratada na Bíblia como motivo de vergonha (Isaías 20:4; Ezequiel 22:10; Apocalipse 3:18; 16:15). Deus não quer que o corpo humano seja exposto publicamente. Portanto não faz sentido achar que Deus deu tal ordenança, A palavra hebraica traduzida 'nu' pode também ser traduzida 'pouco vestido'. Portanto, Isaías talvez tenha apenas tirado a roupa de cima, ficando com a túnica curta que, em geral, era usada bem junto ao corpo. Os prisioneiros não raro são representados assim em esculturas assírias. Ora, o versículo 4 é simbólico. Veja que ele está retratando que os egípcios e os etíopes seriam levados como prisioneiros. Perderiam todos os seus bens e seriam exilados. Jeová alerta os habitantes de Judá de que seria fútil confiar no Egito e na Etiópia. A queda dessas nações as levaria à “nudez”.


139. Jeová diz que adultério é proibido (Dt 5:18) depois manda profeta Adulterar Os 1:2 - Os 3:1

O texto parece indicar que Oséias sabia que Gomer era prostituta antes de casar com ela. Pelo menos é o que parece indicar a ordenança de Deus em 1:2. Não apenas isto, mas deixa a entender que ela talvez já tivesse filhos deste tempo como prostituta. Porém, mesmo tendo consciência disto, Oséias se casa com ela em obediência à Deus. E assumi a paternidade dos filhos que aparentemente já possuia (expeculando-se). Em nenhum momento esta história é uma apologia ou incentivo ao adultério. Bem pelo contrário, é uma demosntração da indignação diante dela. É uma história sendo escrita por um profeta de Deus que sente na pele o que Deus sente quando o seu povo lhe trai (prostitue) com outro deus. Não é uma defesa e sim uma demonstração daquilo que fazemos a Deus quando lhe traimos. O ponto alto desta história é que Oséias perdoa e compra Gomer de volta e a recebe novamente como sua esposa. Demonstrando com isso, que Deus age do mesmo modo conosco: Ele nos comprou de volta com o precioso sangue de Seu Filho Jesus Cristo. Concluindo:Deus abomina o adultério, porém mesmo diante deste caso, existe perdão e restauração na vida daquele que se arrepender de seus pecados.


140. Jeová manda profeta Casar com Prostituta (Oséias 1:1 - 2:1)
Ele mandandou? Que tal ler o capítulo todo? Oséias escreveu no oitavo século a.C. (segundo as datas dos reinados dos reis mencionados em 1:1), durante a mesma época do trabalho de Amós (Amós 1:1), Isaías (Isaías 1:1) e Miquéias (Miquéias 1:1). Ele fala sobre o povo que se achava bom e próspero, mas estavá se apodrecendo por causa da idolatria, a imoralidade e a injustiça. Destes quatro, Amós e Oséias profetizaram principalmente para Israel, e Isaías e Miquéias pregaram mais para Judá. Oséias viveu nos últimos dias do reino de Israel. Devido a séculos de pecado, o povo estava chegando ao fim. A infidelidade espiritual do povo é comparada ao pecado de adultério. Para conhecer mais esse período da história, (leia 2 Reis 14-17 e 2 Crônicas 26-29). O livro de Oséias, talvez mais do que qualquer outro livro do Velho Testamento, expõe o coração de Deus. A mensagens é puramente espiritual, e usar esse verso isolado é desonestidade. Oséias vive no próprio casamento o que Deus estava passando em relação a Israel. Os primeiros três capítulos descrevem a vida de Oséias.  Quadno se diz "toma uma mulher de prostituições" significa que ela veio de um ambiente de imoralidade, e teria a tendência de se tornar adúltera. Não faz sentido sugerir que Deus mandou que Oséias se casasse com uma prostituta, por vários motivos: (1) Deus sempre incentiva a pureza no casamento; (2) O caso de Gômer é paralelo ao de Israel, que se tornou adúltera depois de "casar" com Deus; (3) O relato comenta sobre filhos que nasceram depois do casamento, mesmo de adultério, mas não fala de nenhum filho nascido antes do casamento dela com Oséias. Ele se casa, mas a mulher dele se torna adúltera. Ele sofre com a infidelidade dela, mas ainda mostra a misericórdia para tomá-la de volta. Assim Deus viu a sua noiva, o povo de Israel, se envolvendo com "outros deuses", ou seja, cometendo adultério espiritual. Mesmo depois de tudo que Israel havia feito, Deus teria graça e misericórdia para reconciliar com esta esposa adúltera e estabelecer uma nova aliança com ela. O amor de Deus. Depois de tudo que Israel fez, repetidas vezes traindo o marido bondoso que tanto a amava, ele se dispôs a tomá-la de volta e entrar numa nova aliança de casamento. Que amor! O mundo ensina algumas lições duras quando uma pessoa se entrega ao pecado (veja a parábola do filho pródigo, Lucas 15:11-32). A vítima (a pessoa ofendida pela traição do companheiro) não deve proteger o pecador, ainda não arrependido, das conseqüências do crime cometido. Deus amava a Israel, mas ele a deixou sofrer para chegar ao remorso necessário para a reconciliação. A pessoa que comete adultério normalmente se encontra depois desamparada e pode até passar por privações. Tais conseqüências do erro podem ser exatamente o que precisa para refletir e chegar ao arrependimento. Depois do período de sofrimento, Israel é atraída de novo pelo próprio marido. A figura aqui é de um namoro e reconciliação. Deus atraiu a sua mulher infiel e a levou para o deserto para falar ao coração. Deus age para possibilitar a volta dela, mas somente num lugar longe dos amantes.Ele a trata bem, como nos dias do namoro com a jovem. Em Oséias 3:1-5 Este versículo se refere à restauração espiritual do povo na Nova Aliança. Davi simboliza Jesus. Os últimos dias se referem à época do Novo Testamento. Por meio de Jesus, Israel espiritual se aproxima do Senhor (Gálatas 3:26-29), depois de um período em que o povo estava em casa mas não em plena comunhão com Deus. Assim o profeta indica um tempo entre a volta do cativeiro e a vinda de Davi (Jesus) para fazer paz entre o povo e Deus.


140. Jeová não se decide, primeiro diz que não devemos comer animais. (Gn 1:29, Pv 23:20, Is 7:14-15, Dn 1:8, Rm 14:21) depois muda de idéia e diz: somente alguns tipos de animais podem ser comidos. (Lv 11:2-4, Dt 14:7-8) Por fim Jesus e os apóstulos dizem que nós podemos comer qualquer tipo de animal. (Gn 9:3, Mc 7:18-20, At 10:10-13, Rm 14:2, 14:14, I Co 10:25, I Tm 4:1-3)

Não devemos comer animais. (Gn 1:29, Pv 23:20, Is 7:14-15, Dn 1:8, Rm 14:21) Isto foi dito por Deus antes da queda. Por tanto não se aplica mais ao período pós-queda. Obs: Os carnívoros no Éden se alimentavam de ervas como os outros animais. Observe que o vs.30 diz: "E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu e a todos os seres viventes que se arrastam sobre a terra, tenho dado todas as ervas como mantimento...".Porém, devido ao pecado os animais e toda a criação passaram por mudanças de comportamento. Uma delas diz respeito a sua própria alimentação.–Somente alguns tipos de animais podem ser comidos. (Lv 11:2-4, Dt 14:7-8) Um povo vivendo no Deserto e o seu Deus apenas dizendo que tipo de comida saudável eles deveriam comer naquelas circunstâncias. Animal imundo significa justamente que estes traziam complicações para a saúde. principalmente se tratrando de se estar vivendo no deserto. Não há nada de mais nisso. É apenas o cuidado de um Pai que ama e está cuidando de seus filhos.Nós podemos comer qualquer tipo de animal. (Gn 9:3, Mc 7:18-20, At 10:10-13, Rm 14:2, 14:14, I Co 10:25, I Tm 4:1-3) O que o intelectual não sabe diferenciar é aquilo que é cultura daquilo que é absoluto na Bíblia. No contexto do deserto, aqueles animais eram impuros para o consumo por razões que Deus conhecia. No contexto dos Apóstolos, depois de 1.500 anos de distância e vivendo num contexto urbano, a situação era outra. Por exemplo: todo mundo sabe que o porco tem grande porcentagem de ter um parasita chamado "Solitária" (taenia) em seu întestino ou estômago. Este parasita pode ser hospedar no ser humano e lhe causar até a morte. O homem adquire este parasita através do consumir a carne do porco. Porém, este risco está situado no consumo de porcos não vacinados e não nos porcos que são criados exclusivamente para consumo e que chegam até nossa mesa. Em nenhum monento na Bíblia Deus disse que era pecado comer os animais imundos. Deus apenas disse que estes animais eram imundos. Ou seja, não era bom para consumo naquele contexto. Depois, em outra situação, 1.500 anos depois, a história era outra. Não dê ouvidos a legalistas que trazem conselhos falsos de santidade que diz que comer isto ou aquilo é pecado. Se for para não comer, que seja apenas por questão de saúde ou então por cuidado com o irmão mais fraco.

142. Jeová disse para os moabitas que Os israelitas não lutariam contra eles, e a sua terra seria poupada Dt 2:9 -  Depois muda de idéia e decide mandar os israelitas os derrotariam e tomariam sua terra Jz 3:28-30

Não há nenhuma contradição visto que a passagem não está dizendo que Israel jamais poderia levantar a mão contra Moabe e sim que naquela situação com Moisés Deus o probiu de fazê-lo.Porém, na situação de Juízes foi bem diferente uma vez que israel estava debaixo da escravidão moabita.

143. Jeová se esconde daqueles de precisam de sua ajuda Sl 10:1 - Sl 22:1-2 - Is 1:15 - Is 45:15 - Ez 20:3 - Os 5:6

Não preciso nem repetir que esta tal nunca termina de ler o texto e já toma suas conclusões. O Salmista começa apenas dizendo da angústia que estava sofrendo e lhe parecia que Deus não o estava ouvindo. E quando chega no vs.24 ele afirma com louvores nos lábios que Deus é aquele que ouve ao que clama. O Profeta Isaias mostra que Deus não ouve orações quando não há arrependimento, o Arrependimento é um requisito absoluto o Deus que se esconde ser achado quando você o buscar.O profeta Ezequiel diz que a única coisa que ele está dizendo é que os homens que o estavam consultando permaneciam no mesmo pecado que seus antepassados e precisavam se arrepender antes de consultarem a Deus. O profeta Oséias no vs.15 diz que se for buscado depois que reconhecerem sua culpa, eles o encontrariam. É disto que novamente o texto está tratando. Sem arrependimento, não adianta oferece sacrifícios à Deus. O Sentido é um só em todos as passagens

144. Jeová ordena que os pais matem seus filhos.
Esta profecia de Zacarias não está dizendo que Deus quer que os pais matem seus filhos. O texto diz que os pais matarão por vontade própria e não porque Deus mandou. Outra coisa, o texto não diz que os filhos aqui em questão eram exatamente crianças.


145. Jeová coloca Hemorroida! (Samuel 1:6.19)

É digno de nota o fato de que os povos daquela época já haviam estabelecido ligação entre os ratos e a peste; do contrário, a oferta de expiação não seria constituída de hemorróidas (bubões) e de ratos. Aliás, esta ligação já havia sido referida em textos antigos da medicina hindu (Susruta, 1000 d.C.) 2
A palavra Epholim do texto original hebraico tem o sentido de inchação, tumefação, e poderia referir-se a gânglios enfartados (bubões na região inguinal) e não a uma afecção benigna como as hemorróidas. Os gânglios inflamados ou bubões, que caracterizam a peste é que lhe valeram o nome de peste bubônica.3


146. Jeová ordena mulher menstruada ficar trancada no porão!

O texto Bíblico orientava aos israelitas a não praticar sexo durante a menstruação da mulher. É usada a seguinte justificativa: “não te chegarás a mulher enquanto for impura, em virtude da sua imundície...” (Lv 18:19). A mulher durante o seu ciclo pré-ovulatório e ovulatório possui um mecanismo muito interessante que protege o órgãos reprodutivos altos (útero, tropas e ovários). Esses órgãos superiores normalmente não possuem microorganismos nenhum; do outro lado a vagina possui até 25 espécies de bactérias diferentes e milhões de microorganismos que convivem no órgão genital da mulher. Embora vagina e útero estejam ligados um ao outro, os dois em situações ideais e normais nunca se contaminam. Ou seja, os microorganismos da vagina nunca alcançam a útero.  Isto porque na vagina não há nenhuma bactéria com ‘mobilidade’ – como ocorre no intestino, que bactérias como a E. Coli e Proteus mirabilis, possuem ‘mobilidade’ e podem se deslocar em meio aquoso ou nas secreções.


147. Jeová permite a poligamia

Devido a sociedades patriarcais, era praticamente impossível que uma mulher solteira providenciasse para si mesma. As mulheres frequentemente não tinham nenhuma educação ou treino. As mulheres dependiam de seus pais, irmãos e maridos para sua provisão e proteção. Mulheres solteiras eram sujeitas frequentemente à prostituição e escravidão. Quarto, a diferença significante entre o número de mulheres e homens teria deixado muitas, muitas mulheres em um situação muito indesejável. Então, aparenta ser o caso que Deus permitiu poligamia para proteger e providenciar pelas mulheres que provavelmente não achariam um marido de outra forma. Um homem que tinha várias esposas providenciava e protegia todas elas. a intenção original de Deus era para que um homem fosse casado com uma só mulher: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher (não mulheres), tornando-se os dois uma só carne (não várias carnes)” (Gênesis 2:24). Enquanto Gênesis 2:24 está descrevendo o que o casamento é, ao invés de quantas pessoas estão envolvidas, o uso consistente do singular deve ser destacado, como sempre digo, tudo no antigo testamento era puramente circunstancial e inerente aquela época! Deus aparenta ter permitido poligamia para resolver um problema, mas era o Seu desejo que esse problema nunca tivesse ocorrido, como ele não influencia no livre arbítrio, nem sempre o desejo de Deus é realizado, assim sendo, diante das circunstancias ele permite medidas de caráter especifico para resolver o problema. Será que existem algumas situações onde poligamia seria aceito ainda hoje? Talvez... mas é insondável que não existiria nenhuma outra solução. Devido ao aspecto de “uma só carne” do casamento, à necessidade de união e harmonia no casamento e à falta de uma necessidade verdadeira para a existência de poligamia, somos firmes na crença de que poligamia não honra a Deus e que não é o Seu plano para o casamento.

148. A Mulher  é um objeto, considerada Lixo pelo deus Jeová!
Definição: Compreendendo este princípio, partindo do significado literal da palavra “submissão”.SUB - quer dizer “debaixo - de”. MISSÃO - “profissão ou vocação.” Em resumo: SUBMISSÃO é EXERCER MISSÃO DE APOIO, missão de base, de auxilio. Alguém disse: “Por detrás de um grande homem, sempre existe uma grande mulher”. A submissão deve ser a mais forte demonstração de amor da mulher para com o marido. Esta submissão não escraviza. É importante entender o que não é submissão segundo a Bíblia. Submissão, não é ser empregada doméstica de luxo, não é ser super-dependente, não é se auto-escravisar, não é se anular como pessoa.Sem dúvida as leis reveladas no Velho Testamento foram decretadas pelo próprio Deus. Do mesmo modo, ele tem o direito de aplicar essas leis somente a certas pessoas e fazer com que essas leis cessem de vigorar no devido tempo em que ele resolver, como nos exemplos já estudados
149. Se Deus detesta tanto o prepúcio que manda que os homens sejam circuncidados, por que Ele os criou assim?

Isso era só uma aliança com o povo de Israel, vinda dos patriarcas como explicou Jesus, pois o povo primitivo dotado de influências supersticiosas egípcias tinham por necessidade algo que os lembrasse de Deus, de forma visível, uma marca física, não se contentavam apenas com o espiritual, portanto, os patriarcas deram essa marca por causa dos homens

150. Jeová é inimigo de seu próprio povo e promete destruir as nações: Ex 33:2 - Dt 7:1 - Dt 7:24 Dt 31:3 - Js 1:3-5 - Js 3:10 Js 17:17-18 - Js 21:43-44, mas depois muda de idéia e não pôde destruí-las: – Js 15:63 - Js 16:10 - Js 17:12-13 - Jz 1:21 - Jz 3:1-5 - Jz 1:27-36

Nenhum destes textos está dizendo de extinção total destas nações. Os textos simplesmente afirmam que Deus expulsaria estas nações de diante de Israel. E foi o que aconteceu.O fato de terem permanecido, não se torna uma contradição uma vez que estes permaneceram debaixo do domínio israelita. E estes também, só permaneceram porque pagavam tributos a Israel.Uma pergunta: Se uma nação diz que vai destruir outra nação e sai a guerra, o que implica esta destruição? Aniquilação total e extinção? Ou domínio total sem necessariamente isto se transformar em aniquilação e extinção?Aquelas nações foram expulsas diante de Israel. Porém, não foram aniquiladas e nem extintas (os textos não dizem que seriam). Mas foram totalmente dominadas por Israel.

151. Jeová habita nas Trevas Mora na Escuridão I Rs 8:12 - II Cr 6:1 - Sl 18:11 Sl 97:2 -  No entando, o Deus de Jesus habita a luz. I Tm 6:15-16

Os textos estão falando da manifestação de Deus quando se apresentava ao povo. Para demonstrar que estava se manifestando, Deus se ocultava numa nuvem. Pois, caso não o fizesse, o povo seria fulminado pela sua Glória ou imarcescível Luz. É disto que os textos estão falando. Deus não habitava naquelas nuvens. Ele se manifestava ocultamente naquelas nuvens. Porém, aquelas nuvens não eram a sua habitação permanente. Conclusão: Não há nenhuma contradição!


152. Jeová habita os templos! I Rs 8:13 - II Cr 7:12 - II Cr 7:16 -  Mas o Deus apontado no Novo Testamento não habita os templos. At 7:48

Se Deus habitava literalmente no templo, por que Deus disse então que "dos céus" ouviria as orações? Ué,  Ele não mora dentro do templo? O que se percebe em, todo o texto, é que Deus não está falando literalmente que o templo seria a sua morada. E sim, que o templo seria nada mais e nada menos que um símbolo da sua presença e que em alguns momentos Ele manifestaria a sua glória naquele lugar. Concluindo: O contexto de II Cr 7 deixa claro que Deus dos céus ouviria as orações feitas naquele lugar. E não, que literalmente moraria dentro dele.


122. Jeová promove o Canibalismo: Jr 19:9 - "E lhes farei comer a carne de seus filhos e a carne de suas filhas, e comerá cada um a carne do seu próximo, no cerco e no aperto em que os apertarão os seus inimigos e os que buscam a vida deles".

Deus não tem nenhum tipo de obrigação de proteger ou até mesmo não julgar quem quer que seja. Jerusalém, onde ficava a casa de Deus, tinha sido profanada por rituais pagãos totalmente alheios ao caráter e ao objetivo da aliança. O sangue de inocentes talvez se refira aos assassinatos de 2 Rs 21:16. Naquele vale as pessoas tinham sacrificado e queimado seus filhos quando os rituais do culto a Moloque o exigiam, como sacrifício especial em uma emergência (cf 7:31s)". Este povo tinha sacrificado seus filhos a Moloque jogando-os no fogo. Este povo tinha abandonado o seu Deus e o traído com Baal e Moloque. Este povo foi avisado por diversos profetas que se não se arrependesse, Deus os destruiria. Jeremias passou 40 anos de sua vida profetizando e lhe advertindo a se arrependerem, porém em vão. O povo se entregava a bebedice, a idolatria, ao sacrificio de crianças e a prostituição. Então Deus disse: "- Basta!" e os julgou. O Julgamento de Deus às vezes implica em apenas deixar que o povo colha aquilo que plantou. E eles colherem de fato o abandono de Deus no fim das contas. Colheram um cerco dos Babilônicos. Colheram a fome e a morte de seus filhos. Palavras como "fa-los-ei", e "lhes farei" não significa que o Deus "malvadão" um dia acordou de mau humor e decidiu destruir pessoas inocentes entre elas criançinhas. O sentido é que os abandonou a própria sorte depois de mais de 40 anos os advertindo que o faria caso não se arrepende-se.

122. Jeová odeia e mata Milhares de Crianças! Os 13:16 –“Samaria virá a ser deserta, porque se rebelou contra o seu Deus; cairão à espada, seus filhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão abertas pelo meio”.

Isso é uma profecia, é o que acontecerá caso eles continuem com o infanticídio, sacrifícios de crianças a falsos deuses, Este povo tinha sacrificado seus filhos a Moloque jogando-os no fogo. Este povo tinha abandonado o seu Deus e o traído com Baal e Moloque. Este povo foi avisado por diversos profetas que se não se arrependesse, Deus os destruiria. O Juízo de Deus foi ainda em Vida, e ele pode!
153 Deus diz a todos que matar é pecado, mas ordena que os exércitos de Israel exterminem os Cananeus (Juizes 1:4) e massacrem, velhos, mulheres e criançinhas inocentes de peito, quase idêntico ao Deus do Alcorão e Islamismo?
Se os Israelitas pensaram que Deus havia ordenado que cometessem essas atrocidades, quando na verdade Ele não ordenara é, na verdade, uma objeção à inerrância bíblica. De fato, ironicamente, muito críticos do Velho Testamento são céticos quanto à ocorrência dos eventos da conquista de Canaã. Eles consideram muitas dessas histórias como parte das lendas da fundação de Israel. Todavia, na teoria do mandamento divino, então, Deus tem o direito de ordenar um ato, que, na ausência de uma ordem divina, teria sido pecado, mas que agora é moralmente obrigatório em virtude daquela ordem.Certo; mas não é essa ordem contrária à natureza de Deus? Talvez seja significativo que a história da destruição de Sodoma e Ninive que o Novo Testamento  Jesus e os Apostulos creditam como exemplo ara quem se arrepende ou para quem se mantém no pecado. A implicação é que os cananeus não são pessoas justas e estavam sob o julgamento de Deus. Deus suspende Seu julgamento dos clãs cananeus por 400 anos porque sua malignidade não havia ainda alcançado o ponto de intolerabilidade! (Gn. 15.13,16) Esse é o Deus paciente que conhecemos nas Escrituras Hebraicas. Ele até mesmo permite que seu próprio povo escolhido sofra em escravidão por quatro séculos antes de determinar que os povos cananeus estejam prontos para o julgamento e chamar Seu povo do Egito. Deus sabia que se essas crianças cananéias fossem mantidas vivas, elas significariam a desintegração de Israel. Além disso, se nós cremos, como de fato cremos, que a graça de Deus é dada a quem morre na infância ou como crianças pequenas, a morte dessas crianças foi na verdade a sua salvação. Nós somos tão casados a uma perspectiva terrena e naturalista que esquecemos que aqueles que morreram tiveram a felicidade de deixar esta terra para uma alegria incomparável no Paraíso. Portanto, Se de fato esta foi uma ordem divina, Deus não fez a essas crianças nenhum mal ao tirar suas vidas. Então, contra quem Deus errou ao ordenar a destruição dos cananeus? Não contra os cananeus adultos, pois eles eram corruptos e merecedores do julgamento. Nem contra as crianças, pois elas herdaram a vida eterna. Então, quem está ofendido? Ironicamente, eu acho que a parte mais difícil deste debate é o aparente erro cometido contra os próprios soldados israelitas. Você pode imaginar como seria ter que entrar em alguma casa e matar uma mulher aterrorizada e suas crianças? O efeito brutalizante sobre esses soldados israelitas é perturbador. Mas então, novamente, estamos pensando de um ponto de vista cristianizado e ocidental. Para pessoas do mundo antigo, a vida já era brutal. A guerra e a violência eram um fato da vida para pessoas vivendo no antigo Oriente Médio. Uma evidência para isso é que as pessoas que contavam essas histórias aparentemente não pensaram nada sobre o que os soldados israelitas foram ordenados fazer (especialmente se essas foram lendas sobre a fundação da nação). Ninguém estava torcendo as mãos por causa dos soldados terem que matar os cananeus; esses que fizeram isso eram heróis nacionais. Em contraste, a conquista de Canaã representou o julgamento de Deus sobre esses povos. O propósito não foi convertê-los ao judaísmo! A guerra não estava sendo usada como um instrumento de propagação da fé judaica. Além disso, o massacre dos cananeus representou uma circunstância histórica incomum, não uma maneira regular de comportamento.
154 Deus ordena a destruição da cidade de Canaã, inclusive autorizando o genocídio, argumentando que os inocentes mortos nesse massacre seriam salvos pela graça divina. Esse não é um argumento perigosamente próximo daqueles usados por terroristas motivados pela religião?

A teoria ética desses terroristas não está errada. Isso, contudo, não quer dizer que eles estão certos. O problema é a crença deles no deus errado. O verdadeiro Deus não ordena atos terroristas e, portanto, eles estariam cometendo uma atrocidade moral. Quero dizer que se Deus decide tirar a vida de uma pessoa inocente, especialmente uma criança, a Sua graça se estende a ela.


155. Genocídios e atrocidades na Bíblia, Deus manda matar Mata os filhos pelos pecados dos pais (I Sm 14:21); E para piorar, criancinhas inocentes! “Percorrei a cidade, logo em seguida, e feri! Não tenhais consideração, nem piedade. Velhos, jovens, moços, moças, crianças e mulheres, matai todos até o total extermínio; precavei-vos, todavia, de tocar em quem estiver assinalado por uma cruz. Começai por meu santuário. Começaram pelos anciãos que encontraram defronte ao templo” Ez9:4-6

A Bíblia de antemão dá uma justificativa para o ato, a saber, aqueles povos estavam sendo exterminados por causa dos pecados e imoralidades que eles cometiam. Mas esta resposta parece ignorar que crianças e bebês inocentes também foram mortos. Havia neles alguma culpa? A lei da justiça é essa: Se você escolhe viver no meio da lama, imunidisse, e cria a sua prole, alí, o que Deus tem a ver com isso? Os seus filhos pagam sim pelas suas ações. A culpa é sua, não de Deus, se planta Espinheiros e gera seus filhos lá, então lá eles viverão. Deus não pode fazer nada por você, a menos que você se arrependa. Como você não se arrepende, se ele desencarnar você, seus filhos vão sofrer mais ainda, ele então decide desencarnar as crianças e arrebatá-las para casa de Deus. E lançar você fora do Reino. Como não é justo? Você está pensando como uma criança que acha injusto ir para escola, precisa conhecer a DEUS e todo o contexto histórico, para só então analisar. Deus enviou Jonas a Nínive porque teve compaixão dos habitantes daquela cidade pagã, nas Suas palavras, “homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda” (Jn 4:11). No próprio Pentateuco, encontramos os dez mandamentos, uma dos códigos morais mais elevados da Antiguidade. Mesmo o aparentemente severo "olho por olho, dente por dente" não servia para expressar vingança, como julgamos hoje a luz do Séc XXI, mas sim para oficializar a justiça, dadas as punições excessivas que eram comuns na época. Veja também quando Deus intentou destruir Sodoma e Gomorra, e Abraão corajosamente retrucou: "Destruirás também o justo com o ímpio? Se porventura houver cinqüenta justos na cidade, destruirás também, e não pouparás o lugar por causa dos cinqüenta justos que estão dentro dela? Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não faria justiça o Juiz de toda a terra?" (Gn 18.25). Abraão "negocia" com Deus, até que Deus garanta que não destruiria a cidade até mesmo se houvessem apenas dez pessoas corretas na cidade, por amor a eles. Apesar da primeira abordagem já explicar bem a situação, existem grupos de cristãos que preferem uma outra abordagem e dizer que o evento não ocorreu, que foi apenas uma lenda contada pelos hebreus ou que eles simplesmente pensaram que Deus havia ordenado isto, o que havia ocorrido foi que os próprios homens atribuíram divindade ao que não era, ou seja, linguagem do autor que escreveu em terceira pessoa. Aí entra em jogo a questão da inerrância bíblica. Entretanto, observe que mesmo se o texto do Pentateuco não for totalmente confiável, isto não diz nada acerca da confiabilidade do resto da Bíblia. Os evangelhos do novo testamento continua mantendo a mesma credibilidade e de forma nenhuma as conclusões acerca da existência do Jesus histórico ou as provas de sua divindade ficam prejudicadas. Afinal, são livros diferentes, escritos em épocas diferentes, por autores diferentes. Mas vamos ignorar a questão da inerrância e assumir que os relatos são verdadeiros, para não complicar o problema. É importante ver também que Deus não nos deve nada. Ele não tem a obrigação de prolongar a nossa vida indefinidamente. Se eu caísse morto agora mesmo, ou se uma bomba explodisse matando centenas de pessoas junto comigo, Deus não teria feito nada de errado. Ele não erra com ninguém quando toma a sua vida, seja com duas semanas ou com 92 anos de idade.

156. Eliseu amaldiçoou 40 meninos, simplesmente porque eles estavam fazendo uma brincadeira com sua calvície, pois Eliseu era careca. Jeová mandou duas ursas despedaçar aquelas crianças, tudo por causa de uma brincadeira, é estarrecedor!

Os 42 meninos que foram mortos por duas ursas, ao zombarem do profeta Eliseu -2 Reis 2: 23 e 24. Desde a mais tenra idade, os judeus são ensinados a respeitarem a lei de Deus e os profetas. Os meninos judeus são considerados maiores de idade aos 13 anos, quando celebram o seu bar mitzvah. Naquela ocasião, quando zombaram do profeta de Deus, não o fizeram inocentemente, mas sabiam exatamente o que dizia a lei de Moisés a respeito disso, e também que os profetas eram os porta-vozes do deus altíssimo. Eles tinham plena consciência do seu pecado e o fizeram por livre e espontânea vontade. Naquela época, todos sabiam perfeitamente que zombar de um profeta de Deus era zombar do próprio Deus. O estatuto da criança e do adolescente prevê que o menor infrator deve sofrer a medida sócio-educativa de internação, por desrespeitar a lei penal de seu país. Alguns desses infratores são assassinos e ladrões, verdadeiros psicopatas, perigosos para si mesmos e para toda a sociedade em que vivem. Na verdade, a folha de antecedentes infracionais de alguns desses meninos faz com que possam ser classificados como "irrecuperáveis" para retornarem ao convívio social. E isso porque a vida que levam fez com que suas consciências e mentes se tornassem cauterizadas e insensíveis. Na época do Velho Testamento, os meninos nascidos entre o povo de Israel que se tornassem criminosos irrecuperáveis deveriam enfrentar a pena capital. E isso por que as suas vidas, ao tornarem-se adultos, seriam um verdadeiro peso e desgraça para o seu povo. O deus onisciente os tomou como exemplo para todo o povo de Israel. a fim de que houvesse o temor e o respeito diante dos profetas de deus e da lei de Moisés. Diante de tal fato, muitos meninos e meninas foram salvos de uma vida de transgressões, pois entenderam que viver contra a lei de deus tem como conseqüência a morte. Se de fato, essa história ocorreu exatamente como está escrito, sendo Deus justo, ele os desencarnou por que sabia muito bem o que havia em seus corações e que, certamente, ao se tornarem adultos, se tornariam homens de Belial, vivendo pela violência e contrariamente às leis de deus. “Não vos enganeis; deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). É a mesma história de Jonas, Sodoma e Gomoara que foram posta por exemplo da conseqüência da vida na maldade, na injustiça e no pecado.
157.Disciplinar com vara é uma coisa, ter prazer é outra. Eu pergunto: Se você bater no seu filho você sentir algum prazer nisso? Pois é DEUS tinha prazer, deleite em destruir Israel, somente porque não obedecia os mandamentos. Dt 28:63 Bela maneira de açoitar os próprios filhos, matando e sentindo prazer! É exatamente isso que diz Dt 28:63 esta escrito e ninguém pode dizer o contrário.
       Em Dt 28:63 o autor afirma que Deus tinha prazer, deleite em destruir Israel, somente porque não obedecia os mandamentos, mais uma vez, a visão do autor: se você faz o bem será bem sucedido, senão será mau sucedido. Para Deus se "deleitar", ele deveria estar na terra, se materializar e eu ver ele dando a gargalhada.... para encaixar o contexto. o autor não viu a Deus, não tem como saber se elhe deu gargalhada...tudo figura de linguagem do povo judaico. Os Homens da Antiguidade estavam tentando se comunicar com pessoas que viviam em  trevas, assim sendo, ao descreverem “Deus” descreveram o com Antropomorfismo, ou seja, a ausência total de possibilidade descritiva (através do idioma) do que seja o sentir divino sobre a vida!  Ou seja dar uma forma humano um sentimento humano a algo Divino que é indescritível. O desgosto  de Deus vira “ódio”, a tristeza de Deus se torna em “arrependimento”, a disciplina de Deus vira a “Ira de Deus” ESTA FOI A FORMA  DE MOISÉS E OS PROFETAS explicarem ao povo hebreu as conseqüências do pecado. Toda essa confusão é apenas por causa de uma coisa que eu chamo de "percepção humana daquele que É". Como você sabe, a Bíblia é uma coletânea de livros compilados por pessoas que viveram e relataram a sua percepção "daquele que É", em muitas vezes,  essa percepção se choca com outras percepções, mas ainda assim é uma percepção "daquele que É".Eu vejo que todas as percepções que mostram "aquele que É" como o Deus da guerra, o mentiroso, iracundo e o que tem prazer no mau, apenas revela o estado de espírito daquele autor, e logo, mostra uma percepção equivocada "daquele que É".

158. Jeová diz que ele é rei, misericordioso e bom. (Ex 34:6, II Sm 24:14, I Cr 16:34, Sl 25:8, 86:5, 100:5, 103:8, 106:1, 118:1, 136:1, 145:9, Jr 3:12, 33:11, Lm 3:33, Jl 2:13, Mq 7:18, Tg 5:11, I Jo 4:16) em seguida assume que é um Deus é cruel, sem misericórdia e mal.(Ex 34:6-7, Nm 25:4, Dt 7:16, I Sm 6:19, 15:2-3, Jr 13:14, 16:3-7, Lm 2:2, 2:17, 3:43, Ez 7:4, 7:9, 9:5-6, Mq 1:12.)

A Misericórdia é uma escolha livre de quem desejar distribuí-la. Nunca foi uma condição revelada pela Bíblia. Deus como um Ser livre administra em Seu Ser distribuí-la como bem lhe aprouver. Caso contrário, isto implicaria em jamais ter o direito de julgar o universo por ser condicionado a não fazê-lo mediante a sua misericórdia. Ele é misericordioso, porém não é escravo de sua própria misericórdia. E o fato é que a Bíblia revela também que o Deus misericordioso um dia julgará toda a terra.É bem simples. Deus visitará a iniquidade, ou seja, se não houver arrependimento nas gerações futuras, elas também sofrerão as conseqüências de suas escolhas. Porém, quando há arrependimento, a misericórdia de Deus perdoa tudo.

159. Na Bíblia, Deus do Velho Testamento se contradiz com Deus do Novo Testamento: Ninguém jamais "viu" a Deus (João 1:18, 6:46) (I João 4:12). Jacob viu Deus cara a cara (Gênesis 32:30). Moisés e os anciões de Israel viram Deus (Êxodo 24:9-11). Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33:11) (Deuteronômio 34:10). Ezequiel viu Deus em uma visão (Ezequiel 1:27-28).

Ninguém jamais "viu" a Deus (João 1:18, 6:46) (I João 4:12). Basta observar o contexto, a palavra está no sentido de "conhecer" Aqui a palavra está no sentido de "enxergar" Jacob viu Deus cara a cara (Gênesis 32:30). Moisés e os anciões de Israel viram Deus (Êxodo 24:9-11). Deus falou com Moisés cara a cara (Êxodo 33:11) (Deuteronômio 34:10). Ezequiel viu Deus em uma visão (Ezequiel 1:27-28).


160. Jeová diz que ama todos. (Jo 3:16, I Jo 4:8, 4:16) Mas depois, revela que faz acepção de pessoas, e odeia algumas pessoas. (Lv 20:23, Sl 5:5, 11:5, Pv 6:16, 6:19, Ml 1:3, Rm 9:13)
São as pessoas ou as suas atitudes perversas que Deus odeia? O texto é claro em dizer que são as atitudes.Um dos problemas relacionados a BDC, é que esta parece desconhecer o fato de Deus não ser apenas amor, mas também e principalmente ser o Deus da justiça. O amor não é uma condição em que alguém é posto que não lhe dê a opção de praticar a justiça. De onde eles tiraram isto? Desde quando o amor elimina a justiça? A BDC afirma diante disto que: Se Deus julga ele não ama, e se não julga é injusto. Mais uma vez Deus é colocado dentro de limites delineados por conceitos reducionistas do todo que a Bíblia nos revela da pessoa de Deus. Deus ama sem sombra de dúvida, porém é principalmente o Deus da justiça que julgará todos os crimes que a humanidade comete sem se arrepender. Pois para aqueles que se arrependem existe o perdão mediante o ato de amor feito por Cristo na Cruz. Quer maior demonstração de amor do que esta? Esaú e Jacó eram irmãos gêmeos, filhos de Isaque. A história bíblica diz que Esaú vendeu a benção paterna por um prato de comida a Jacó. A história demonstra que Esaú foi um homem que parece nunca ter se interessado muito por Deus, o contrário de Jacó, que lutou por Deus. Deus amou a Jacó por que este se permitiu ser amado por Deus. Já Esaú, não foi amado no sentido relacional, porque este nunca se interessou de fato no amor de Deus.Conclusão, Quando Deus diz que ama, diz que ama a pessoa, quando Deus diz que "odeia", diz que "odeia" a atitude da pessoa.
161. Jeová diz que não mente I Sm 15:29, Mas depois deixa escarpar a mentira e assume que mente através de procuração; Ele envia espíritos mentirosos para enganar. I Rs 22:23, II Cr 18:22, Jr 4:10, 20:7, Ez 14:9


Esqueceu dessa passagem para a coleção de insanidades II Ts 2:11? Que tal ler todo o capítulo de I Re 22:23? . –1. Os profetas falavam que Israel e Judá deveriam sair a guerra (vs.6);–2. Aqueles profetas não eram profetas do Senhor (vs.7);–3. Os falsos profetas permaneciam profetizando (vs.10-12);–4. O mensageiro tenta induzir Micaías a profetizar o que o rei queria ouvir e não o que Deus queria dizer (vs.13);–5. Micaías é irônico com o rei dizendo o que o rei queria ouvir (vs.15);–6. O rei percebe a ironia (vs.16);–7. A profecia verdadeira (vs.17);–8. Todo o exército do Céu estava diante do Senhor (vs.19). Ver também Jó 1:6;–9. Deus pergunta aos anjos que induziria Acabe a guerrear (vs.20);–10. Um espírito se propõem a fazê-lo (vs.21);–11. Deus pergunta ao espírito como ele induziria Acabe a fazê-lo (vs.21b).–12. O espírito diz que seria um espírito de mentira (vs.22a);–13. Deus permite que seja assim (vs.22b);–14. "O Senhor pôs" significa que o Senhor permitiu que o espírito da mentira agisse na vida dos falso profetas (vs.23); Quem se propôs a mentir foi o espírito e não Deus, será que um anjo de luz conhecendo o caráter de Deus faria uma proposta desta? É Claro que não! Porém, e se o espírito (anjo) que fez a proposta fosse um anjo caído, a proposta se encaixaria nesta situação?Certamente! Se o anjo que propôs a mentira fosse Satanás, tudo estaria dentro de uma normalidade. Pois, o diabo é o pai da mentira. Qual é a diferença entre Deus mandar mentir e Deus permitir que mintam? Não se esqueçam que as criaturas que compôem a existência, apesar de livres em suas escolhas, vivem debaixo da soberania de Deus. Isto implica em dizer que quando um ser humano mata outro ser humano, foi Deus quem matou? É lógico que não. Quem matou foi o homem, porém, Deus o permitiu. O mesmo na questão de Satanás. Ele age como um agente livre debaixo da soberania de Deus. Quem mentiu foi o espírito. Deus apenas o permitiu que fizesse. Se Deus queria mentir para Acabe, por que depois ele revelou para Acabe o que estava acontecendo (vs.23)? Por que Ele simplesmente não deixou a mentira rolar? O texto está falando de uma verdade que todos nós sabemos e que a história de Jó exemplifica muito bem. A verdade que Satanás não pode agir sem a permissão de Deus. E foi exatamente isto que aconteceu nesta história. Satanás sugeriu a mentira e Deus apenas permitiu que o fizesse. Porém, foi o próprio Deus que depois foi e disse através de Micaías que os profetas estavam mentindo. Em Jr 4:10 -Deus não iludiu ou mentiu para ninguém. O texto é claro em dizer que o que estava acontecendo com Jerusalém era fruto de sua desobediência. As promessas de Deus só se cumprem diante de obediência. Desobediência sempre acarretará em juízo. A não ser que haja arrependimento. Já Jr 20:7 eremias está apenas lamentando a visão que tinha tido ao ver o seu povo destruído pelos babilônicos.  Este texto fala de um profeta que investiu mais de 40 anos de seu ministério tendo a esperança de que seu povo se arrependesse, e agora tem diante dele uma visão que mostra que ele será destruído. É neste sentido que Jeremias diz que foi iludido por Deus. Porém, Deus não disse para Jeremias que o que Ele estava presenciando jamais seria uma opção histórica caso Israel não se arrependesse. Deus não mentiu para ele. Jeremias tinha esperança que Israel se arrependeria e agora estava indignado pela sua ilusão. Ilusão que brotou dele mesmo e não de
Deus. Em Ez 14:9: O texto não diz que Deus o fez, e sim que Deus advertiu o povo e o profeta que se tentassem enganá-lo, quem seriam enganados seriam eles. Diante disto, se o povo e o profeta não dessem ouvidos a Deus. Deus estaria isento da culpa de não advertí-los. Pois advertiu a eles que procederia desta maneira caso eles não se arrepedenssem. Por exemplo: Se eu digo para a minha esposa que se ela não me disser a verdade, também não direi a ela a verdade, e esta vem me fazer uma pergunta, e eu não lhe digo a verdade, ela foi enganada? É lógico que não. Eu a adverti que não diria a verdade. Tudo o que eu disser a ela pode ser chamado de ironia, menos de mentira. Por tanto, não estou mentindo pois ele sabe de fato que não direi a verdade. Em outras palavras, Deus está dizendo:
"- Não tentem me enganar. Se vocês tentarem me consultar sem se arrependerem de seus pecados, quem será enganado serão vocês mesmo. E o profeta que não estiver atento a isto, também será destruído". Finalmente, II Ts 2:11 O que Paulo está dizendo é que Deus abandonará os que amam a mentira à suas próprias mentiras. Eles não querem saber da verdade e por isso Deus os deixará com a mentira. O texto não está dizendo que Deus os fará crer na mentira e sim que Deus apenas os deixará como desejam permanecer: Crendo na mentira!

161. B Deus aprova o sacrifício humano Juizes 11:29

Não foram os sacrifícios humanos severa e reiteradamente proibidos por Deus, em suas leis? (Lv 18:21; 20:2-5; Dt 12:31; 18:10). Nossa... alguém está prestes a morrer e este fica preocupado com a sua virgindade? Vocês acham que foi isso o que aconteceu de fato: Jefté sacrificou sua filha num altar de pedra à Deus? Deus sabendo de antemão que seria a filha dele que morreria, mesmo assim deu a vitória a Jefté? Este é o Deus que a Bíblia revela? E mesmo que não fosse a filha de Jefté, vocês acham que Deus aceitaria algum tipo de sacrifício humano sendo que Ele mesmo havia proibido na lei e isto era uma aberração para o povo de Israel? Observe que:-1.Deus sempre proibiu na Lei o sacrifício humano.-2.Jefté disse que ofereceria em “holocausto” o primeiro que saísse da porta da sua casa. Então provavelmente não era nem uma vaca e nem um cordeiro. Certamente estava se referindo que a primeira pessoa que saísse de sua casa ele consagraria a Deus.-3.Jefté seria louco para pensar que Deus aceitaria um sacrifico humano? Mesmo que fosse talvez de um servo dele?-4.Era costume em Israel consagrarem filhas ao serviço no templo (Ex 38:8).-5.Por que tamanha ênfase na questão da virgindade? De não conhecer homem algum? Não se esqueçam que ela era filha única. Por tanto, Jefté não teria herdeiros.-6.Não se esqueçam que Jefté está na lista dos heróis da fé em Hb 11. Ele jamais estaria lá se tivesse cometido esta abominação diante de Deus.Conclusão: A filha de Jefté foi consagrada a Deus e não morta sobre um altar como o Cético quer nos fazer entender.

=================LEI=MOISES=========

162.  A BIBLIA Manda matar. Como Deus cria uma Lei:–Que impede um homem de servir no Templo simplesmente porque tem um defeito físico? (Lv.21:16 a 21) –Que hostiliza os bastardos por serem ilegítimos? (Dt.23:1 a 3) – Que elege os judeus e pretere todas as demais nações?–Que admite ira, vingança e revides? (Ex.21:23 a 25; Dt.19:21)–Que pune povos através de pragas e castigos coletivos?–Que reconhece o mero sinal físico da circuncisão como um selo de adoção de Deus? (Gn.17:10 a 14)–Que intencionalmente prescreve ordenanças que levam muitos a condenação?(Ez.20:25) –Que elege apenas um dia por semana para a santificação, como se nos demais não fosse importante a conduta do indivíduo?–Que estabelece o terror fulminando os desobedientes por coisas banais, como por exemplo, tocarem em coisas sagradas? (II Sm.6:6 a 8) –A Lei de Deus manda eliminar e assassinar todo que descordar dele, através de apedrejamentos e outras formas (Ex. 31:15; Le. 20:9-16; 20:27; 24:17-23; Nu. 15:32-36; 13:9-16; 17:5-7; Dt. 22:20-24; Jo. 7:24-25) manda ainda a  retaliação na base do Olho por olho, dente por dente Ex. 21:24-25; Dt. 19:12-21; Js. 6:19-24; 11:20; Ju. 2:14; 3:1; Sl. 7:11-13; Je. 46:10-11; Na. 1:2); logo a e a Lei é má, e consequentemente Deus é Mal.           

Você acha que essas Leis foram aplicadas para a Nação de Israel a quantos anos atrás? Acaso foi no século passado? Acaso são Leis elaboradas para um estado moderno?  Essas leis, naturalmente, são relacionadas a um período específico histórico, e somente aplicáveis naquele período, inclusive no tratamento a outros povos. Naqueles tempos, os filhos de Israel viviam como nômades, não tinham uma morada fixa. Se já é difícil administrar um país, uma cidade onde existem alojamentos, ocupações definidas, imaginai um povo nômade em constante peregrinação. Neste caso, é necessário que existam leis rígidas e bem definidas para manter a ordem; se estas leis forem violadas e não houver um castigo, uma punição, o caos se estabelece. Como não era possível manter prisioneiro o violador da lei, pois naquelas circunstâncias não existia penitenciária, então foi estabelecida que fossem apedrejados até a morte os que violassem a lei. A lei era má? A Lei de Moisés foi feita para os injustos, não para os justos, e revelava muito mais o caráter de Justiça (olho por olho, dente por dente e outras coisas do tipo) do que o caráter amoroso (embora este estivesse presente em certos aspectos da Lei).  –Olho por olho, expressa a justiça, como disse Paulo mostra o que é justo, se você matar meu gado, o justo seria que eu matasse o seu, mas, o ideal é que se deixe para lá;–Se alguém te bater na face, o justo seria que eu batesse na sua, mas o ideal é dar a outra face, a lei só nos mostra a Justiça, mas Deus na sua infinita sabedoria entendeu que haja visto o entendimento pleno da justiça, ensinemos agora a misericórdia e o amor que vai além da justiça;–Se você é mal, incompacivo, sem misericordia, logo o justo é morre sem misericórdia também, mas a misericórdia e o amor triunfam sobre o Juízo, logo, mesmo você sendo mal, Deus tem misericórdia e te perdoa. Deus é injusto ao perdoar quem não merece? De forma alguma, antes ensinou o significado de justiça pela Lei, no momento apropriado, demonstra que a misericórdia e o amor estão acima da justiça.

163. Os 10 mandamentos foram dados por quem Êxodo 31:18 ? Por Deus?  Por que então, Paulo chamou  essas ordenanças gravado com LETRAS EM PEDRA (10 mandamentos) de ministério da morte, (II Cor 3:7).  Tem certeza que o ministério de Deus é de morte e iniquidade?

A Lei, como todo documento legal, era inflexível assim como qualquer documento legal que façamos seja para compra ou venda de um imóvel ou para pagar ou cobrar uma dívida. A Lei dos (Dez Mandamentos) gravada em tábuas de pedra é chamada ministério da morte. (2 Co 3.7) porque condenava aqueles que deixaram de cumprir suas exigências através do sacerdócio Levitico de Moisés. Qual, pois, a razão de ser da lei?  Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, que é Cristo (Gl 3:19)­  Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio e se fez cumprir a promessa nele mesmo “está consumado” Nesse momento, adentra-se a Nova Aliança que se resumo ao exercício do amor ao próximo por livre espontânea vontade sem ordenança alguma.

164.  Se a Lei tornou-se Obsoleta, logo, ela era imoral!

Elas aconteceram em circunstâncias culturais de menor “refinamento moral”. Não foi colocado leis a Israel para as quais o povo não estava preparado. Naquela época turbulenta, jamais conseguiriam guardar a hermenêutica de cristo. A lei mosaica foi pensada para ser temporal. Se ela é estranha ou cruel aos nossos olhos, ainda assim significou uma melhora nos costumes e nas estruturas sociais do Oriente Médio da época. O Antigo Testamento, para dar um exemplo, limitava os castigos infligidos aos escravos, ao contrário do que ocorria nos países circundantes, onde os escravos estavam totalmente à mercê dos seus amos. Em Israel, também, os escravos estrangeiros fugitivos deviam ser acolhidos. Outros códigos, como o de Hamurábi, tinham muito menos respeito pela vida humana do que o código mosaico. Muitas das leis, além disso, sofriam restrições de outras leis. O Antigo Testamento prescrevia a pena de morte para dezesseis crimes, mas em quinze deles o juiz podia sentenciar uma pena menor. A lei mosaica, portanto, é menos estrita do que os códigos orientais próximos e foi restrita a sua época.

164b.  Se a Lei tornou-se Obsoleta, logo, ela era imoral!
A intenção de Deus era que as leis dadas por meio de Moisés vigorassem somente para a nação de Israel. Os Dez Mandamentos foram dados somente a Israel.Deuteronômio 4:1 - Deuteronômio 4:44,45 - Deuteronômio 5:1,6 - Êxodo 34:27,28 - 1 Reis 8:9,21 - Deuteronômio 4:7-13 - O sábado foi dado somente a Israel.Deuteronômio 5:15 - O povo de Israel (v. 1) era escravo na terra do Egito, Deus tirou-o de lá e ordenou que guardasse o sábado.O sábado era o sinal entre Deus e Israel, tão certo como a circuncisão também o era (Gênesis 17; Romanos 4:11). Como poderia ser um sinal entre Deus e Israel se ele tivesse dado o mesmo mandamento a outras nações também? Se um homem desse anéis de noivado a várias mulheres, poderia um anel ser o sinal de seu especial relacionamento com sua esposa? (Oséias 2:11, 1:10; Ezequiel 20:10-12).Hoje em dia o povo em geral não precisa guardar os mandamentos revelados através de Moisés, incluindo os Dez Mandamentos e o sábado, pela mesma razão que não precisamos construir arcas, como Noé, ou sacrificar os filhos, como Abraão. Deus não dirigiu esses mandamentos a nós.Deus removeu as leis do Velho Testamento porque elas já cumpriram o seu propósito. Estas leis vigoraram através das gerações de Israel. Deus disse que todas as seguintes práticas deveriam durar através das gerações de Israel. –Circuncisão (Gênesis 17:9,10) – Dias festivos santificados (Êxodo 12:14; Levítico 23:21,31, 41) –Sacrifício de animais (Êxodo 29:42; 30:10) – Incenso (Êxodo 30:8 ) – Óleo para santa unção (Êxodo 30:31) – Observação do sábado (Êxodo 31:13-17) – Sacerdotes levitas servindo no ta-bernáculo que são so Templos Religiosos.(Êxodo 40:15; Números 18:23) Todas estas práticas dura-riam o mesmo tempo: através das gerações de Israel. Se algumas delas cessaram, então todas elas têm que ter cessado, desde que todas elas deveriam ter a mesma duração. Mas já provamos que muitas delas já cessaram, então todas devem ter cessado.


165. Os cristãos devem obedecer as leis do Velho Testamento? Sim, elas sempre serão válidas. Ex 12:14, 12:17, 12:24, Lv 23:14, 23:21, 23:31, Sl 119:151-152, 119:160, Ml 4:4, Mt 5:18-19, Lc 16:17 Não, os cristãos não estão sob as leis do Velho Testamento. Lc 16:16, Rm 6:14, 7:4, 7:6, 10:4, Gl 5:18, Ef 2:15
A Lei de Moisés nunca foi para nós, mas sim exclusivamente a Israel e peregrinos, agora, os textos que afirmam que os cristãos não vivem debaixo da lei dizem o seguinte: Só existe quebra de lei onde há lei, não estamos sob a Lei, mas sob a Graça. A Lei ainda serve o propósito que Paulo menciona em (Rm 3:19-20). A Lei, como todo documento legal, era inflexível assim como qualquer documento legal que façamos seja para compra ou venda de um imóvel ou para pagar ou cobrar uma dívida. A Lei dos (Dez Mandamentos) gravada em tábuas de pedra é chamada ministério da morte. (2 Co 3.7) porque condenava aqueles que deixaram de cumprir suas exigências através do sacerdócio Levitico de Moisés. Qual, pois, a razão de ser da lei?  Foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa, que é Cristo (Gl 3:19)­  Se a lei foi acrescentada até que Cristo veio, então o domínio da lei parou quando Cristo veio e se fez cumprir a promessa nele mesmo “está consumado” Nesse momento, adentra-se a Nova Aliança. Por isso, Jesus deixou bem claro, seu propósito não era contra a lei, pois ele não veio para destruir a lei mas sim para cumprir.  (Mt 5:17-18). De fato, Ele era o cumprimento da lei e dos profetas, (Lc 16:16). e ainda acrescentou dizendo, que até o céu e a terra passrem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra!  (Lc 16:16), portanto toda a lei e os profetas haveriam de desempenhar suas funções propostas, até o seu cumprimento. Porque o fim da Lei é cristo. (Rm 10:4).  Após a consumação do sacrifício de Jesus, este  passou a ser mediador de um Novo Testamento, (Hb 9:15 ) Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador (Hb 9:16 -17), passou também a ser o novo Sumo Sacerdote da Nova Aliança, que faz também mudança de lei (Hb 7:12), se revoga a anterior ordenança (Hb 7:18-19) abolindo conceitos primitivos e arcaicos como sacerdotes tomado dentre os homens (Hb 5:1), Cultos em Santuários Terrestres feito por mãos de homens (Hb 8:13; Hb 9:1) dízimos (Hb 7:5), estatutos e preceitos da Velha Aliança, porque a segunda aliança torna antiquada a primeira, (Hb 7:18) ou seja, o velho Concerto foi abolido - (II Cor 3:14). De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico pois sob este o povo recebeu a Lei que necessidade havia ainda de que outro sacerdote se levantasse? Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. (Hb 7:11-12). Portanto, os Cristãos estão sob a Lei da fé (Rm 3.27), Lei de Cristo (Gl 6:2),  escrita, não em tábuas de pedra, mas em nossos corações (2 Co 3.3). A Nova Aliança providencia o remédio para os pecados dos homens. A velha aliança era um ministério de condenação porque condenava aqueles que deixaram de cumprir suas exigências, mas a nova aliança justifica, através do sangue de Cristo, aqueles que pecaram. É certamente uma coisa maior justificar o pecador do que condená-lo. A nova aliança é superior também porque ela ainda permanece, enquanto a glória da antiga aliança desvaneceu. Os adventistas e outros tentam escapar do significado destes textos, “inventando” a diferença entre a lei moral, que eles chamam a lei de Deus, e a lei cerimonial, que eles chamam a lei de Moisés.  Normalmente, eles ensinam que a lei cerimonial foi abolida por Cristo (assim não guardamos a Páscoa nem oferecemos sacrifícios de animais) mas a lei moral (10 mandamentos) ainda está vigente.  Esta distinção não está na Bíblia EM LUGAR ALGUM. Quando se fala em Lei, em todos os textos, claramente se referem a Lei de Moisés do Sacerdócio Levítico e isso inclue os dez mandamentos. Então surge a pergunta, se eu não preciso seguir os (10 mandamentos) porque tudo faz parte da Lei, então posso matar e roubar? Paulo Responde: Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. (Rm13:9). Os dez mandamentos devem estar nos nossos corações, não como Lei, não naquele formato dado a Israel, não como doutrina, mas como amor. Amar ao próximo como a ti mesmo, quem não ama o próximo, não ama a Deus, e não conhece a Deus pois Deus é amor, nisso se resume a Lei de Cristo na Nova Aliaça. (1 Jo 2:29);(1 Jo 3:17);(1 Jo 4:7-8);(1 Jo 4:12);(1 Jo 4:20);(Jo 13:35)
166. Deus manda eliminar todo aquele que trabalha no sábado, porque os Cristãos não cumprem a Lei imutável de Deus e deixam o Mc Donalds, Carrefour e Shoppings violarem sua lei?
O dia de repouso dos cristãos de sábado para domingo, o Dia do Sol venerado pelos pagãos. O calendário Hebreu foi alterado para calendário Romano de Júlio César, que possui a contagem das semanas diferente, desse modo seria impossível saber qual dia seria sábado hebreu estando nós no calendário Romano. Portanto o nosso sábado é latino e nada tem a ver com o sábado hebreu, nosso calendário veio de Julio César, ainda que precisássemos guardar o sábado, este, não é o mesmo dia que os israelitas. Quando as Leis vieram através de Moisés, o sábado já era um dia reservado à adoração pelos povos antigos. Santificar o dia de Sábado, na verdade queria dizer que pelo menos um dia da semana o homem teria que se dedicar a Deus. Mas tanto pode ser sábado, como domingo, como qualquer outro dia. É apenas uma questão de forma. Na verdade o homem de bem teria que se dedicar a observar a Lei todos os dias. Mas ainda somos atrasados para compreender isso. Que seja pelo menos em um dia. Não faz sentido achar que é neste ou naquele. Pensar assim é grande sinal de atraso espiritual ainda. Os cristãos não vivem sob a Lei do Velho Testamento. Jesus cumpriu a profecia da lei e nos trouxe uma Nova Aliança muito superior.
167. O quarto dos dez mandamentos manda guardar o Sábado! Porque os Cristãos ignoram?
No Velho Testamento, o sábado era "por aliança perpétua nas suas gerações" e "entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre" (Êxodo 31:16-17).  Os adventistas argumentam que estes termos mostram que a guarda do sábado semanal nunca terminará (descansaremos no céu, também?).  Mas o verdadeiro significado de "para sempre" e "perpétua", neste trecho, é limitado por "nas suas gerações".  Estas expressões significam "duração de uma era".  Outros mandamentos do Velho Testamento foram "para sempre":  por exemplo, a Páscoa (Êxodo 12:24).  Muitos mandamentos do Velho Testamento foram "perpétuos":  a queima do incenso (Êxodo 30:21), o sacerdócio Levítico (Êxodo 40:15), as ofertas de paz (Levítico 3:17), a parte dos sacerdotes nos sacrifícios (Levítico 6:18, 22;  7:34, 36),  o sacrifício anual de animais pela expiação  dos pecados (Levítico 16:29, 31,34), etc.  Os adventistas, normalmente, não ensinam que sacrifícios de animais, queima de incenso ou a guarda da páscoa têm que ser continuados hoje;  porque, entã, deveriam eles argumentar que a guarda do sábado tem que ser continuada hoje? De fato, a Bíblia nunca ordenou aos gentios que guardassem o sábado ­ somente os judeus ­  desde o tempo de Moisés até Cristo. O dia do sábado como parte da sombra que foi substituída por Cristo. (Colo 2:16-17). Jesus guardou o sábado? Certamente que sim.  Jesus era um judeu nascido sob a lei (Gálatas 4:4) e portanto obedeceu a todas as leis do Velho Testamento.  Jesus foi circuncidado, ordenou a entrega de oferendas ao sacerdote, pela purificação, guardou a Páscoa, etc. (Lucas 2:21; 5:12-14; Mateus 26:18-19).  Mas quando Jesus morreu, ele inaugurou a nova aliança e revogou a velha.  Se o fato que Jesus guardou a Páscoa não prova que nós também deveríamos guardá-la, então o fato que Jesus guardou o sábado não prova que nós deveríamos guardá-lo também. Paulo guardou o sábado?  As Escrituras não ensinam isto.  Havia um número de ocasiões em que Paulo ensinou em sinagogas, no sábado (Atos 18:4, por exemplo).  O sábado era o dia quando as pessoas se juntavam na sinagoga e Paulo aproveitou-se dessas oportunidades para ensinar muitas pessoas.  Se eu tivesse permissão para ensinar lá, eu haveria de ir a assembléias adventistas todos os sábados.  Mas a ida de Paulo às sinagogas, para ensinar no sábado, não prova que ele guardou o sábado como um dia santo de descanso.  Ainda que fosse necessário guardar o sábado, O calendário que adotamos hoje é uma forma recente de contar o tempo. Foi o Papa Gregório XIII que decretou o seu uso através da Bula Papal "Inter Gravissimus" assinada em 24 de fevereiro de 1582. A proposta foi formulada por Aloysius Lilius, um físico napolitano, e aprovada no Concílio de Trento (1545/1563). Nesta ocasião foi corrigido um erro na contagem do tempo, desaparecendo 11 dias do calendário. A decisão fez com que ao dia 4 de outubro de 1582 sucedesse imediatamente o dia 15 de outubro do mesmo ano. Os últimos a adotarem este calendário que usamos foram os russos em 1918.O calendário Judaico é composto da seguinte forma: Os anos têm 353 dias quando são "defeituosos", 354 os "regulares", e 383 dias os "perfeitos" ou "abundantes". O Rosh Hashana (Ano Novo - 7 de outubro do nosso) dá in¡cio ao per¡odo de dez dias de penitência, que vai até o Yom Kipur, Dia do Perdão. O calendário israelita é lunissolar, com anos solares e meses lunares. Para se ajustar os meses ao ano solar, intercala-se um mês nos anos 3, 6, 8, 11, 14, 17 e 19 de um ciclo de 19 anos. Os meses são fixados alternadamente com 29 e 30 dias. Sempre em ordem e essa ordem não falhava, justamente por considerar apenas os movimentos observados da Lua e Sol. O calendário Judeu nunca sofreu modificações por parte de reis e governadores , sendo o mesmo até hoje.
168.  Se Jesus aboliu todos os mandamentos, então a Bíblia seguiria incoerente!

Claro que não, a lei foi criada para ser transitória e contextual, esta ensinaria acerca da justiça, até que viesse o Cristo, por isso, Cristo veio para cumprir a Lei, o fato dele se fazer presente, como dito na Lei, já é o cumprimento da lei. A base da interpretação da Bíblia para um cristão são os ensinamentos de Jesus Cristo; As leis existentes antes de Cristo foram abolidas e a interpretação do VT deve ser feito com base na luz oferecida pelo Novo Testamento; A Bíblia não é um livro de descrição do mundo natural, mas sim um livro cujo objetivo é ser utilizada como um passo para aproximar o homem de Deus; Portanto, não se espera que TODOS os relatos ali sejam conselhos ou histórias literais (como devem ser em papers científicos), podendo ter fundo espiritual ou metafórico (seria ridículo pensar que Jesus dizia para “sermos como ovelhas” querendo que as pessoas passassem a comer capim e andar de quatro patas), ou mesmo que todos comportamento descritos sejam recomendados (quando há relatos de comportamentos de certos personagens não quer dizer que TODOS sejam aprovados.

169.  Jesus Cristo, não cumpriu a Lei coisa nenhuma, ele  VIOLAVA o sábado!
Em Mateus c.12 v.1 a 12.  foi dito aos discípulos que até do sábado o Filho do Homem é Senhor, porque sendo o Filho de DEUS, ele tinha o poder para decidir, para autorizar-lhes fazer algo com meu consentimento; cabia-sim a ele o direito de permitir que colhessem espigas ao sábado. Jesus usou de racionalidade, e o bom senso! Por exemplo, se no dia de sábado teu irmão quebra a perna, tu podes consertar ou então levá-lo ao médico; se uma mulher tem que dar à luz, tu podes e até deves ajudá-la. São as exceções da regra, há que se proceder racionalmente.  Quando o imperador Constantino criou o cristianismo; declarando-o religião oficial do império romano como golpe de habilidade política. Para atrair adeptos pagãos, introduziu diversas mudanças, dentre as quais mudar. Seguimos a doutrina de Jesus e, como tal, oferece aos homens a possibilidade de libertar-se da situação de ignorância espiritual, através de seus ensinamentos, que se sustenta basicamente no exercício do amor ao próximo. Portanto, todas as doutrinas que professem o mesmo sentimento podem levar o homem a compreender melhor sua essência divina. Entretanto, as religiões orientais por desconhecerem os ensinos libertadores de Jesus, embora tenham conhecimento da imortalidade do Espírito, permanecem presas ao atraso material e intelectual reinante nas regiões onde se localizam. Certamente, são religiões que foram criadas para atender um fim específico. A doutrina de Jesus é superior a elas em todos os sentidos, pois não se atrela a ritualismos, exterioridades, nem fanatismos e regionalidade seletiva, mas sim, a todos os povos.

170.  Jesus manda fazer coisas do Velho Testamento inclusive da Lei.

Jesus disse nos evangelhos se referindo aos sacerdotes e todos que deturpam a palavra salafrariamente por sórdida ganância. O fim do espírito deles é trágico e esmagador. AS prostitutas e ladrões precederão esses homens. O Velho Testamento nunca foi pra nós, mas sim para Israel, as palavras de Jesus, aos não JUDEUS chamados gentis, ou seja, nós, foi de fato para nós. Velho Testamento nunca deveria estar na bíblia, sim, ele e a causa de todo o mal.  Para entender os mistérios você precisa de uma visão espiritual, e uma visão física. Se olhar só pela razão, é como tapar um olho, e enxergar apenas com o outro, você vai descobrir muita coisa, mas não tudo. Se olhar apenas o espiritual, é a mesma coisa. Precisa ter a visão equilibrada, metade espiritual, metade racional animal. A inteligencia racional animal do barro, não trás todas as respostas. Para tristeza dos religiosos,o interessante é q JESUS estava ao lado desses que eram excluídos pela religião.


177. Porque o diabo fez Judas trair Jesus?

Porque ele desconhecia as formas como Deus salvaria a humanidade. E, no entento de destruir este propósito, pensou que matando Jesus conseguiria frustrar os planos de Deus.Satanás desconhecendo este propósito cooperou para que o plano de Deus se consumasse em Cristo! Ele pensou que a cruz seria a derrota, e de certa forma talvez até tenha festejado enquanto o Filho esteve morto. Porém, na ressurreição, certamente Satanás ficou cético ao descobrir que cooperou para sua derrota definitiva!Diabo, não se tem como afirmar que o diabo sabia que a cruz seria a sua derrota. Pois se soubesse, isto significa que ele é mais burro do que pensamos ser.

==============DESCONTRADIZENDO=====

178.  Quem era o pai de Basemate? Ela era filha de Elom. Gn 26:34 Ela era filha de Ismael. Gn 36:2-3
Possivelmente, devido a igualdade no nome, o autor, quando escreveu o texto do capítulo 36, preferiu colocar o outro nome de Basemate filha de Elom, justamente para fazer a diferenciação uma da outra. Obs: São inúmeros os casos de personagens no AT que tem dois nomes.

179. Efraim retornou ao Egito? Efraim retornou ao Egito.Os 8:11-13 - Os 9:3 - Efraim não retornou ao Egito.

A Bíblia de estudo NVI também reforça a resposta de Gleason Archer afirmando que a palavra Egito usada pelo autor não é no sentido geográfico e sim apenas um referêncial de escravidão. Portanto, não há nenhuma contradição!

180.   A Bíblia condena o jogo? Sim. Pv 28:22, Jo 19:23-24 Não. Nm 26:52-56, Js 14:2, 18:6, 19:51, 21:8, I Cr 26:13-14, Ne 10:34, At 1:23-26.

A Bíblia condena o jogo que traz destruição financeira e produz o vício em que a vida da pessoa gira em torno disso.  Porém, ainda assim, isto é falado de forma implícita e não explícita.  Os textos usados pela BDC são totalmente desprovidos de algum tipo de ensino que incentive pessoas a serem viciadas em jogos de azar e arriscarem seu dinheiro nisso.

181.  É correto beber álcool? Não. Nm 6:3, Pv 20:1, 23:20-21, 23:29-30, 23:31-32, Is 5:11, 5:22, 28:7, Dn 1:8, Hc 2:15, Lc 1:15, Rm 13:13, 14:21, Gl 5:21, Ef 5:18 Sim. Jz 9:13, Sl 104:15, Pv 31:6-9, Ct 5:1, Jo 2:3-10, I Tm 5:23".

Embreagues e bebedices, bom, não irei nem comentar a respeito do SIM, porque ficou evidente que  que os textos condenam a embriaguez e o alccolismo e não o fato de você beber álcool exporadicamente. E isto compete a consciência de cada um saber se dominar.

182.  O sangue dos sacrifícios de animais nos livra dos pecados? Sim. Lv 4:20, 4:26, 4:31, 4:35, 5:10, 5:16, 5:18, 6:7, 17:11, Nm 15:27-28, 29:5 Não. Hb 10:4, 10:11"

Os sacrifícios foram ordenados por Deus para servirem de sombra para aquilo que Cristo faria na Cruz.  Cada animal oferecido em holocausto era uma sombra de Cristo. Tipificava o sacrifício feito pelo Messias na Cruz! Quando Deus legalizou os holocaustos na lei Mosaica, eles serviram como uma alternativa naquele momento até que finalmente o Cordeiro viesse e em definitivo abolissse tais sacrifícios. Deus legalizou algo que já ocorria antes da lei. A lei foi feita por Moisés, mas o sacrifício já ocorria desde Jó. Por isso, hoje no cristianismo não existe mais nenhum tipo de sacrificio animal, pois não existe razão nenhuma de continuarem a existir. Pois o propósito de sua existência se consumou em Cristo. É disso que hebreus está se referindo. Os animais em si mesmo jamais tiveram o poder de expiar o pecado de Israel. Era o ato de fé que o fazia e não o sacrifício propriamente dito, pois este era apenas a sombra do sacrifício de Cristo, o qual verdadeiramente era o sacrifício perfeito aceito por Deus.

183.  O incesto é proibido? O incesto é condenado. Lv 18:9, 18:12, 20:17, 20:19, Dt 27:22 O incesto é permitido. Gn 20:12, Ex 6:20".
A Lei levítica foi dada ao povo de Israel depois que Abraão havia morrido. Aliás bem depois. Basta ler a genealogia de Moisés desde Abraão. A Bíblia condena o incesto e mesmo que alguns cometeram o incesto, isto não significa que Deus aprovou tal ato. A Bíblia apenas relata o ato e não o aprova. A Bíblia do Cético está querendo nos dizer que todo o ato descrito na Bíblia foi algum tipo de aprovação de Deus? Isto é um absurdo. Ex. Deus diz:"- Não minta!". E logo depois Moisés mente. A Bíblia do Cético diz: "- Viu, viu, a Bíblia está se contradizendo. Porque Deus disse para não mentir e Moisés foi lá e mentiu". Então, isso é uma contradição? A Bíblia é um livro que não esconde os erros dos seus heróis. Ela seria um livro hipócrita se mostrasse um monte de gente perfeita fora da realidade do que somos de fato. Um ótimo exemplo de hipocrisia é o alcorão, que mostra Maomé como um cara santo e imaculado, mas que na verdade era um assassino, ladrão e mulherengo.

184.  Podemos fazer juramentos? Os juramentos são aprovados. Gn 21:23-24, 24:2-3, 24:9, 31:53, 47:31, Lv 27:2, Nm 30:2, Dt 6:13, 10:20, 23:21, Sl 63:11, Is 45:23, 48:1, 65:16, Jr.4:2, 12:16, Hb 6:13, Ap 10:5-6 Os juramentos são proibidos. Mt 5:34, Tg 5:12.
- Mas por que Deus fala algo e depois proibe?". Jesus não proibiu! Jesus aconselhou. Disse: Não jureis por nada. Em outras palavras, "Não jureis porque vocês poderão ser enlaçados na oportunidade de perderem suas palavras se não cumprirem seus votos. Por isso, digam apenas sim ou não. Isso basta! Ele está apenas dizendo:"...ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor. Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus, nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei, nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna". Observaram que Ele cita a ordenança de Deus no Antigo Testamento e em seguida diz: "Eu, porém, vos digo que,...".Ele não anula. É como se dissesse:"- Você pode fazê-lo, porém eu te digo: Não faça!".Basta seguir em diante no texto e verá que até a Lei do olho por olho e dente por dente é revista por Ele. Ele não anula a Lei do olho por olho, porém a coloca de uma outra forma. Ao invés de se vingar, dê a outra face! Isto não é uma contradição. É apenas uma outra alternativa. O mesmo com relação ao juramento: Se quizer jurar jure, porém Ele te aconselha que não o faça. Jurar é do maligno? Jesus afirma que jurar é do maligno. Então por que Deus disse para jurarmos? Jurar é do maligno porque um juramento não cumprido é uma arma do diabo para gerar frustração e morte na vida de um ser-humano.
–Olho por olho, expressa a justiça, como disse Paulo mostra o que é justo, se você  matar meu gado, o justo seria que eu matasse o seu, mas, o ideal é que se deixe para lá;–Se alguém te bater na face, o justo seria que eu batesse na sua, mas o ideal é dar a outra face, a lei só nos mostra a Justiça, mas Deus na sua infinita sabedoria entendeu que haja visto o entendimento pleno da justiça, ensinemos agora a misericórdia e o amor que vai além da justiça;–Se você é mal, incompacivo, sem misericordia, logo o justo é  morre sem misericórdia também, mas a misericórdia e o amor triunfam sobre o Juízo, logo, mesmo você  sendo mal, Deus tem misericórdia e te perdoa. Deus é injusto ao perdoar quem não merece? De forma alguma, antes ensinou o significado de justiça pela Lei, no momento apropriado, demonstra que a misericórdia e o amor estão acima da justiça.
Deus ensina a cura da lebpra? Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote, E o sacerdote sairá fora do arraial, e o examinará, e eis que, se a praga da lepra do leproso for sarada, Então o sacerdote ordenará que por aquele que se houver de purificar se tomem duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e carmesim, e hissopo. Mandará também o sacerdote que se degole uma ave num vaso de barro sobre águas vivas, E tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o carmesim, e o hissopo, e os molhará, com a ave viva, no sangue da ave que foi degolada sobre as águas correntes. E sobre aquele que há de purificar-se da lepra espargirá sete vezes; então o declarará por limpo, e soltará a ave viva sobre a face do campo. Levítico 14:2-52
Texto fora de contexto. Essa é a oferta daquele q foi curado de lepra e não um método para se curar.
185.  Devemos seguir nosso coração? Nós devemos seguir nosso coração:Ec 11:9 - Nós não devemos seguir nosso coração:Nm 15:39
Leiamos a parte final de Ec 11:9 - "...sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo".É tão difícil assim perceber que se trata de um jogo de palavras? Uma “ironia”? O que o autor está dizendo é justamente o contrário de confiar no coração. Ele está dizendo: "- Olha, vai e faça tudo o que o teu coração desejar. Saiba porém, que de tudo o que fizerdes, darás conta para Deus".O "segue" aqui, não é uma ordenança, e sim apenas uma liberação do tipo: "- Quer fazer o que o teu coração deseja? Então faça, porém, saiba que um dia terás que prestar contas à Deus"
186.  Devemos temer a Deus? Sim. Lv 25:17, Dt 6:2, 6:13, 6:24, 10:12, 10:20, 31:12, 31:13, Js 4:24, I Sm 12:14, II Rs 17:39, Jó 28:28, Sl 25:14, 33:8, 33:18, 34:9, 96:4, 103:11, 103:13, 103:17, 111:10, 112:1, 115:13, 128:1, 147:11, Pv 1:7, 22:4, 24:21, Ec 5:7, 12:13, Jr 5:22, Mt 10:28, Lc 1:50, 12:5, II Co 7:1, Ef 5:21, Hb 10:31, I Pe 2:17, Ap 14:7  Não. II Tm 1:7, I Jo 4:18".
Todos os textos usados em relação a Temer a Deus, estão direcionados para aqueles que fazem o mal. Ou seja, faça o bem e não precisarás temer a Deus. A imposição que a BDC tenta colocar é que devemos viver uma vida de medo de Deus. Sendo que, o que a Bíblia deixa bem claro é que somente os que praticam o mal é que devem temer o seu juizo.
187.  Deus alguma vez tentou alguém? Deus nunca tentou ninguém. Tg 1:13 Muitas pessoas foram tentadas por Deus. Gn 22:1, II Sm 24:1, Mt 6:13
Provação é algo bem diferente de tentação. Deus não tentou Abraão! Deus provou Abraão! Tentação é algo relacionado ao desejo pecaminoso do coração humano. Provação é algo relacionado as situações e dificuldades da vida, a qual não tem nada a ver com pecados ou desejos do coração.
188.  A circuncisão é necessária? Sem dúvida. Gn 17:7, 17:10, 17:13, 17:19 De maneira alguma. Gl 5:2.
Basta ler o próprio texto em seu contexto para ver o verdadeiro sentido de ambos: Lei (circuncisão) e graça. O cristianismo é a religião da graça e não da lei. A lei imperou até Cristo. Porém, em Cristo houve uma nova aliança. Uma aliança não feita na carne (circuncisão) e sim no espírito através do sacrifício de Jesus na cruz. Basta dar uma boa lida nas cartas de Paulo para entender melhor sobre isso.

189. Deus pode ser tentado? Deus não pode ser tentado: Tg 1:13. Deus pode ser tentado: Dt 6:16, Ml 3:15, Mt 4:7, Lc 4:12, At 15:10

Os texto não estão dizendo que Deus pode ser tentado. Pelo contrário, eles deixam claro em seus contextos que aqueles que buscam "tentar" à Deus, estão perdendo seu tempo. Pois, Deus não pode ser tentado. O homem o tenta, porém em vão, pois Ele não pode ser tentado!

190. Temos livre arbítrio? Sim. Dt 30:19 Não. At 13:48, Rm 8:29-30, 9:11-22, Ef 1:4-5, II Ts 2:11-12, II Tm 1:9, Jd 1:4

Esses textos são circunstanciais e não generalizados. Digamos que seja a livre escolha dos seres que compõem a existência (Deus, humanos, animais, e o restante da natureza). Estes seres tem escolhas livres! Partindo para um segundo ponto (deixando de lado as questões que não temos escolhas), nossas escolhas barram num segundo ponto: o fator externo.  Nossas escolhas não são absolutas. Nossas escolhas sempre encontrarão no caminho ações, pessoas e condições que tanto podem favorecê-las quanto contrariá-las. Diante disto, as minhas escolhas sempre estarão limitadas pelas escolhas dos outros agentes livres que compõem a existência. As tuas escolhas, não podem impedi-los de também terem escolhas. Não há contradição nenhuma nestes textos. Escolhas que envolvem agentes livres (Deus x homens) sempre envolverão alternativas contrárias. E estas não podem ser colocadas como contradição e sim apenas como escolhas diferentes. Se Deus em Dt 30:19 quis dar a Israel naquele momento uma escolha, o fez como um agente livre. Ele não se colocou numa condição de escravo das escolhas humanas por causa disto. A escolha de Deus não anula as escolhas dos escolhidos, pois estes se encontram numa condição de gratidão de terem sido escolhidos por Deus. Pois afinal de contas, eles também tiveram parte nesta escolha. Por exemplo: Eu escolhi minha esposa e a conquistei. Isto implica em que ela não teve escolha? É lógico que teve escolha. Porém, quem a escolheu primeiro fui eu.

191. Deus se contradiz: Quem crê no filho de Deus tem vida eterna (João 3:36). Quem ama a Deus e ao seu próximo tem vida eterna (Lc 10:25-28). Quem guarda os 10 mandamentos tem vida eterna (Mt 19:16-17).

Quem crê no filho de Deus tem vida eterna (João 3:36). A palavra Crer falando na nossa linguagem, seria:  "botar fé nas idéias de Jesus, e viver daquele jeito que ele ensinava." Quem ama a Deus e ao seu próximo tem vida eterna (Lc 10:25-28). Quem guarda os 10 mandamentos tem vida eterna (Mt 19:16-17). Aqui, é Jesus ensinando a LEI DE MOISÉS, AOS JUDEUS, A LEI DIZIA ASSIM,apos a sua morte, a lei é abolida, Jesus cumpriu a lei para que nós não viessemos a cumprir. Um testamento é válido apenas com a morte do testador, assim disse Paulo. Então até que Jesus morresse, todos deveriam cumprir a Lei. e a Lei dizia: "Amar a Deus sobre tudo, e o próximo como a si mesmo."

192. Deus se contradiz: Deus confiou o julgamento a Jesus (João 5:22) (João 5:27,30 8:26) (II Coríntios 5:10) (Atos 10:42). Jesus, porém, disse que não julga ninguém (João 8:15,12:47). (I Coríntios 6:2).

Deus confiou o julgamento a Jesus (João 5:22) (João 5:27,30 8:26) (II Coríntios 5:10) (Atos 10:42). Jesus, porém, disse que não julga ninguém (João 8:15,12:47).Os santos hão de julgar o mundo (I Coríntios 6:2). Claramente, vê se que a palavra Julgar tem outro sentido, uma no sentido de "acusar, se por no lugar de Juiz", outra no sentido de "discernir o que é certo e errado" Por isso a importância de ler todo o contexto.


193. Deus se contradiz:  A terra vai durar para sempre (Salmos 104:5) (Eclesiastes 1:4). A terra perecerá (II Pedro 3:10) (Hebreus 1:10-11).

 O termo grego “αιωνιον”= aionios ("eterno") literalmente significa "aquilo que dura um período", e freqüentemente refere à permanência do resultado e não à continuação de um processo. Essa palavra qualifica objetos de uma natureza limitada e temporária; assim, indica apenas uma duração indeterminada (mas não eterna). A palavra aionios, traduzida como "eterno", "para sempre", significa literalmente "perdurando por um século”. (MUNSEY, William Elber – Eternal Retribution. Murfreesboro, TN, Sword of Lord Publishers, 1951, p. 65.). Todos os textos, dizem de forma metafórica e profética que a terra como a conhecemos (com fome, dor, morte e pecado) deixará de existir para dar lugar a um outro tipo de existência. A mensagem é espiritual, e ainda que haja divergências nas traduções não anula a finalidade a mensagem.


======NOVO TESTAMENTO======

194. Que Deus de infinito amor aceitaria sacrifícios humanos, inclusive de Seu próprio Filho e dos filhos de Suas criaturas?

Não tenho conhecimento de outros 'sacrifícios humanos' que tenham sido feitos a Deus.

195. Deus Decide mandar seu filho, Jesus te salvou, mas lança o no inferno caso não aceite Ele como Salvador e o ame! Não importa o quão você seja bom ou tenha boas obras, seu destino é sofrer.
Somos salvos por fé e não por Obras Sim! Paulo deixou claro que a fé vale pelas obras (Ef 2:8-9) Então é só acreditar em Jesus de forma mística e pronto? Tiago explica: "Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma"(Tg 2:17). As obras não são a CAUSA mas sim o EFEITO da fé viva, a fé salva, mas ausência de obras refletem uma fé morta. Agora isso não são obras de Religiosidade e ritualística, mas sim do exercício do Amor ao próximo! Como nenhum de nós merecemos ser salvos, ser salvo pela fé significa "tentar" praticar o que JESUS ensinou no seu dia a dia, se você não conseguir, o que valeu foi a tentativa. Afinal ninguém é bom o suficiente para alcançar o Reino de Deus. Portanto,  Deus salva quem ele quiser salvar sem dar satisfação para ninguém como explica através de várias parábolas: dos trabalhadores da vinha (Mt 20:7) ou dos publicamos e meretrizes que alcançarão o Reino de Deus (Mt 21:31) misericordioso que alcançam misericórida (Tg 2:13) (Mt5:7) puros de coração que verão a Deus (Mateus 5:8), etc. Observe nenhum dos textos se referem a “Crer” na existência da pessoa Jesus, de forma mágica esses, são bem aventurados, por, realizar as obras e os frutos de Jesus ainda que não soubessem quem é a pessoa de Jesus. É por isso que Cristo disse, que quem “Crer” nas palavras de Cristo (exercício do amor ao próximo), passa longe do Juízo, e tem a vida eterna! (João 5:24-29), agora, quem não “Crer” não será justificado pela fé! Será Julgado pelo bem ou mal que fez na vida! Assim como foi dito também na parábola de (João 15). Deus deixou bem claro, a decisão é dele, que ninguém se glorie de nada!! Ele vai nos salvar por misericórida, dó, graça imerecida, porque não merecemos a salvação nem por um milhão de boas obras. Todavia ausência de boas obras significa falta de amor, e quem não ama não conhece a Deus, não exercitou o amor ao próximo e automaticamente nega a Cristo no coração, logo se há a ausência de boas obras pode haver crença, não há Fé nem amor e nem Deus. Toda fé viva tem que produzir boas obras. Imagina se Deus, fosse “deus” apenas dos que não possuem equívocos, erros, e heresias doutrinárias e teológicas a seu respeito? De Fato, Um Deus que se apresente do tamanho dessa mediocridade não serve nem pra ser homem, quanto mais para ser Deus! Então surge mais um questionamento: Existem pessoas que amam o próximo sem precisar de nenhum Deus! Certamente elas não conhecem o Deus das escrituras, mas conhece o Deus em espírito que habita em seu coração que é o mesmo das escrituras, onde há amor, ali há Deus. Faço me anti-Bíblico?
196. Deus entrou em uma virgem, nasceu humano, sacrificou-se a si mesmo, para salvá-lo da sua própria vingança. Deus tem o poder para perdoar, mesmo assim, preferiu sacrificar seu filho!

De acordo com a Bíblia, a natureza de Deus é tanto justiça perfeita quanto amor perfeito. Ambas são igualmente poderosas, e nenhuma delas pode ser comprometida. Mas isto é precisamente o problema! Porque a justiça de Deus expõe a inadequação humana, pois todas as pessoas falharam em viver a lei moral divina e são culpados perante Deus. A palavra bíblica para esta falha moral é pecado. Debaixo da lei da justiça divina você colhe o que planta. O único problema é que ninguém é perfeito! Então, se confiamos somente na justiça de Deus, nos afundaremos! Não há ninguém que mereça ir ao céu, ninguém é bom o bastante! Portanto, devemos colocarmo-nos na misericórdia de Deus, mesmo quando somos culpados e merecemos morrer, Deus ainda nos ama. De um lado sua justiça, os quais exigem punição ao pecado, justamente merecida. Por outro lado estão o amor e a misericórdia de Deus, os quais exigem reconciliação e perdão. Ambos são essenciais à natureza Dele e estão relacionados um com o outro. O que Deus deve fazer com este dilema? A resposta é Jesus Cristo. Ele é o fundamento da justiça e do amor de Deus. Eles se encontram na cruz: o amor e a justiça de Deus. Na cruz, vemos o amor de Deus pelas pessoas e sua ira contra o pecado, Jesus foi nosso substituto. Ele experimentou a morte por todos os seres humanos e arrancou a punição por todo pecado. Nenhum de nós poderia imaginar o que Jesus suportou por nós, para que não tivéssemos que suportar, no dia do juízo. A fim de receber perdão, precisamos colocar nossa confiança e em Cristo como nosso salvador e Senhor de nossas vidas, mas se rejeitarmos a Cristo, então não seria lógico que também rejeitamos a misericórdia de Deus e retrocedemos à sua justiça? Se rejeitarmos a oferta de perdão de Jesus, então não existe simplesmente ninguém mais que pague a penalidade pelo seu pecado -- exceto você mesmo. Contudo, não há como conceber que, após a morte de Jesus, todos nós estejamos salvos simplesmente por aceita-lo como salvador!  Aceitar Cristo é abraçar a sua causa, os seus pensamentos, viver no exercício do amor ao próximo dia a dia! Observa-se que ninguém pregou a mensagem de Deus melhor que Jesus, vivendo essa mensagem na sua vida, e se fizermos isso, veremos, que somos seus discípulos, não em letras de pedras, mas, no dia a dia! Amando uns aos outros, se compadecendo, perdoando, andando em piedade, humildade, mansidão, temperança, domínio próprio, como ele o fez, só o andar Nele faz se, estar Nele, isso é o evangelho o resto é doutrinações. Tentando viver Nele, no amor Dele e nas palavras Dele, assim Deus habitará em nós, produziremos frutos, e os frutos produzirão boas obras a favor dos necessitados, Jesus de fato nos aperfeiçoará, mas reforçando, somente se nos esforçarmos para pratica  os seus ensinamentos no nosso dia-a-dia, só de tentarmos ainda que falhemos, alcançaremos misericórdia, através dessa fé, esse é o plano! Dessa forma, passaremos longe do Juízo para a vida, mas aqueles que rejeitarem suas palavras, e nem se quer tentarem, viver-las em suas vidas, serão julgados pelo bem ou mal que fizeram, ou seja, pela justiça,  sem misericórdia (Porque justiça não comporta misericórdia), como está escrito : Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. Pois assim como o Pai tem vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter vida em si mesmos; e deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem. Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo. João 5:24-29

O evangelho diz que somos moralmente culpados perante Deus. Espiritualmente, somos separados d’Ele e por isso Jesus ofereceu a própria vida como sacrifício por nós para que, possamos ter o perdão de Deus e a limpeza moral. A partir disso, nossa relação com Deus podê ser restaurada somente por Jesus e seu Sacrifíco! Observe, os sacrifícios eram oferecidos tendo-se em vista o pecado cometido por Adão, ou seja, os do passado. Com o sacrifício de Cristo, nós não precisaríamos de mais sacrifícios. O verdadeiro e único aperfeiçoamento do homem acontece quando ele aceita Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, de nada valeria Jesus ter ensinado que "a cada um segundo as suas obras" (Mateus 16, 27). Assim devemos entender que, pelo segundo texto, Jesus de fato nos aperfeiçoará, mas somente quando praticarmos os seus ensinamentos no nosso dia-a-dia, ou seja, esforçando-nos para seguir as suas pegadas. Não há como conceber que, após a morte de Jesus, todos nós estejamos salvos, isto é fixação nos rituais de sacrifícios da antigüidade, os quais Paulo estava combatendo. A morte de Jesus serve para nós como exemplo de amor a Deus e de completa submissão à sua vontade. Até porque, os sacrifícios eram oferecidos tendo-se em vista os pecados já cometidos, ou seja, os do passado. Assim sendo, nós precisaríamos de outro Cristo para pagar os pecado.
197. Deus quis salvar você do que ele faria caso você não o venerasse.
“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4:2) Ou seja, essa história de venerar ou adorar é figura de linguagem dos Israelitas significando amar! Quem ama ao próximo, ama a Deus, ama os animais ama a tudo e a todos, pois Deus é amor, e o amor de Deus está nele.  Jesus pregou a humildade (Marcos 9:35) e ensinou que todos os homens são irmãos (Mat. 5:45 e 23:8). Ora, a convicção cristalizada no inconsciente coletivo em milênios de auto-doutrinação, de ser uma nação privilegiada pelo Todo Poderoso como “povo eleito” não pode gerar sentimentos de humildade, só de arrogância e orgulho, justificando todos os excessos, nosso Mestre pregou, e sim sentimentos de egoísmo e orgulho, talvez até um certo desprezo pelos considerados “ímpios”. E o que admira é que – estando já escolhidos de antemão aqueles que deverão ser salvos – ainda se dêem ao trabalho de pregar o Evangelho aos incrédulos.
Sabe qual é o problema? É a Bíblia! É a relação dos crentes com a Bíblia, que é mais forte do que o vinculo deles com Jesus. Sim! Porque até hoje os crentes não crêem em quem Jesus é; nem no que Ele disse! Tratam ele como se fosse um mero elemento, no qual devemos crer em primeiro lugar para ser salvos, crendo que ele exista, seguiremos agora a Bíblia! Removem Jesus como o Centro do Ensino e atribuem a Bíblia colocando algo impessoal para um ser pessoal e ierrante “A Bíblia fala” a “bíblia diz”, mas nunca Jesus falou, Jesus disse! O ponto que desejamos salientar é que, se a Bíblia trouxe revelações divinas ao homem, outras revelações têm sido ministradas por Deus a outros povos. Vários livros religiosos da antiguidade, cada um a seu tempo e atendendo às circunstâncias da sua época, contribuíram para a elevação moral dos povos. A própria Ciência pode ser considerada um instrumento de revelações, sendo os grandes inventores missionários inspirados no sentido de incentivarem o progresso intelectual. E o que são os grandes artistas, senão mensageiros incumbidos do aprimoramento da sensibilidade do espírito humano? Deus é o Criador de todos os homens, e sendo um Pai Amoroso qual o retrata Jesus, não iria privilegiar um pequeno grupo de bárbaro, relegado ao abandono todo o resto da humanidade por Ele criada. Os hebreus se consideraram “o povo eleito de Deus”, e os irmãos evangélicos acreditam piamente nessa história, por haver inúmeras referências a isso na Escritura, mas fazem vista grossa a tantas outras que demonstra que ele sempre foi um Deus universal apesar da promessa vir de Abraão. Ele seleciona Judeus, Católicos Romanos, Protestantes, Cristãos sem religião! Sim ele seleciona seres humanos! E isso não depende, de equívocos e erros doutrinários! Prova disso é que o verbo da vida encarnou se no meio dos os  israelitas que sabiam tudo de “Deus” e o rejeitam e o calcificam já, outros que não sabiam nada de “Deus”, o “reconheceram” Portanto, Deus revela a quem ele quer revelar!! Qual foi o Critério? Desde que o amor de Deus estiverem neles, como cartas vivas, e é fato que muita gente conhece mais a Deus no íntimo sem nenhuma informação histórica do tantos outros que o conhecem pelas escritura e vivem pedrados de doutrinação religiosa.

198. Se Jesus era Deus em forma humana, Ele morreu para nos salvar dEle mesmo?

Eu diria que Ele morreu pra nos salvar de nós mesmos

199. Se Deus é imutável, porque ele precisou “mudar as regras” enviando Jesus na Terra?

Resposta: O plano de Deus para a salvação já existia antes mesmo de o homem ser criado (1 Pe 1.20, Ap 13.8, Ef 1.4). Assim, a vinda de Jesus não foi uma mudança de regras, foi algo que já era há muito esperado, e só se estava aguardando o tempo certo de se cumprir. Se a pergunta se referir a hermeneltica de Jesus ser diferente em relação ao Deus do Vt,  então digo: DEUS é imutável, o ser humano não. Os Dez mandamento que eram conhecidos como princípios das Leis de Deus, que são a base fundamental de seu reino. a Lei de Deus sempre foi o AMOR, no entanto como o povo de Israel não tinha a capacidade de amar, Deus explicou minuciosamente, com todas as particularidades e esmiuçou o que seria o “amor” em dez tópicos que foram chamados Os Dez Mandamentos, estabelecidos oficialmente a Israel no monte Sinai através da Lei de Moisés. Paulo explica detalhadamente que as leis foram colocadas sobre Israel porque eles não conseguiam amar, por causa da dureza de seus corações, assim sendo não conseguiam cumprir através do livre arbítrio a lei Universal de Deus chamada AMOR. Naquela época não havia um justo, nem um sequer (Rm 3:10-28), a maldade daquelas pessoas era resultado da falta de amor que sempre foi a Lei de Deus , quem ama não mata, não furta, não peca, não da falso testemunho, não cobiça; e se há algum outro mandamento, tudo se resume em amor. (Rm 13:8-10). Com o objetivo de reprimir as pessoas más, MOISÉS criou as Leis menores exclusivamente para Israel que são classificadas em estatutos, juízos, preceitos e ordenanças baseada no Dez Mandamentos, a fim de que as pessoas de coração duro aprendessem a amar através dessas leis. Ora, onde há amor faz se desnecessário qualquer tipo de lei. Agora a LEI de MOISÉS nada tem a ver com a LEI DE DEUS

200. Por que um Deus todo-poderoso teve que tornar-Se carne para poder sacrificar-Se em Seu próprio nome, de modo a livrar Sua criação de sua própria ira? Será que Deus, em Sua sabedoria infinita, não teria uma solução menos primitiva?

Resposta:  Ele veio nos Justificar do Pecado de Adão (que acreditamos ser uma alegoria, e não a realidade exata) Adão nos trouxe a morte, Jesus nos trouxe vida, mas não nessa terra, não nesse mundo, não aqui. Adão comeu o fruto (DESOBEDIÊNCIA) que o faria  se transformar em um animal e morrer (matéria bruta e imperfeita) e deu sequência criando mais outros animais, que geraram mais animais... CAUSA E EFEITO, AÇÃO E CONSEQUÊNCIA, depois de sermos animais, num mundo inferior, a dizer, a matéria,  que é o único lugar possível de cura para o homem embreagado pela vaidade do suposto conhecimento do "Bem e do Mal". Isso entretanto, não acontece sem dor, pois só a dor cura a vaidade. O estranho é que a dor não gera o egoísta, mas sim o altruísta; enquanto a ausência de dor gera auto-indulgência aos desejos e caprichos da vaidade, e, assim, apenas produzindo o egoísta. Seja qual for a qualidade da dor, ela será necessária na transformação da vaidade do homem no seu estado ANIMAL, a dizer no mundo material! O SACRIFÍCIO foi a forma que DEUS encontrou para a justiça não entrar em conflito com a misericórdia! (Sim, qualquer que se diga justo, e age com misericórida com quem não merece, torna-se injusto com os merecedores) Por isso, Jesus veio ao mundo, deu a sua vida, morte em troca da vida, absorveu as consequências da transgreção de Adão (vida material ou morte) e providenciou a VIDA (Mundo Celestial), que filhos de ANIMAIS (MATÉRIA BRUTA) QUE ADÃO GEROU não teriam mais por o direito de usufluir. Ele nos comprou a preço de sangue, por isso a salvação vem da Fé NAQUELE QUE NOS COMPROU. ORA FÉ,  é em resumo a intimidade/amizade com Deus, quem é amigo de Deus PROCURA PRATICAR AS obras QUE  CRISTO PRATICOU! De forma que as obras não são a casua, mas sim o efeito de uma fé viva em Cristo.. Talvez não houvesse a necessidade de Deus ter feito isso, mas se Eele não tivesse feito, nunca saberíamos o quanto Deus nos ama e o quanto Ele é capaz de fazer por nós.]

201. Deus  sabendo de tudo o que vamos dizer e do que precisamos, mesmo assim, Deus diz que precisamos rezar! Ver você se humilhando é mais divertido.

Resposta: Não precisamos rezar, precisamos ORAR, a etimologia da palavra é oratória, falar, conversar com ele, para que se tenha mais intimidade, na verdade, falar é uma necessidade nossa, ele não precisa que falemos com ele. Nos é que temos a necessidade de manifestações físicas. Deus quer apenas que tenhamos um relacionamento com Ele, afinal fomos criados exatamente pra isso. Não pedimos para Deus para que Ele saiba do que precisamos, mas para desenvolver nosso relacionamento pessoal.

202. Se Jesus Cristo é o Senhor, Soberano e Eterno, porque as Religiões tem tantos rituais, procisões e doutrinas das quais Jesus nunca ensinou!
Muitas istituições entenderam que somos salvos pela fé e as obras da lei do judaismo, referentes aos compromissos dos fiéis com a Sinagoga e o Templo de Jerusalém seriam a conseqüência dessa Fé. Nunca se viu um texto tão pequeno e claro como (Ef 2:8-9) ser tão mal compreendido pelos que o adotaram como válido, e durante tanto tempo, através de dois milênios.

203. Cristãos dizem que se um bebê morrer, ele vai para o céu. Por que, então, são tão contrários ao aborto, se isso privaria todas as crianças de irem para o Inferno?

Com todo o respeito, isto é um pensamento um tanto quanto infantil, não é mesmo? Todos têm direito à vida! E todos os pais têm direito de terem filhos!

204.  A BIBLIA manda discriminação da mulher NO NOVO TESTAMENTO. A Bíblia diz se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do senhor o que vos escrevo" I Co. 14:37, é atribuído a um deus que não sabe o que diz, um deus sem o mínimo conhecimento do que é capaz o ser humano. Deus não é onisciente coisa nenhuma, isto foi inventado para que você tenha medo dele, porque ele nem sabia que no século XXI, as mulheres já estariam independentes, tem até mulheres que mantém a casa e ainda sustenta o homem


Os três textos mencionados são recomendações do apóstolo Paulo aos cristãos que viviam naquele tempo. Deve-se entender que o contexto cultural daquela época é totalmente diferente do de hoje, por isso Paulo não podia sugerir aos cristãos que se comportasse de uma maneira que fosse escandalizar as pessoas de fora. Por isso era considerado vergonhoso uma mulher falar em público, não usar véu ou usar adornos exageradamente. Talvez se Paulo ensinasse o contrário já naquela época poderia ter sido um ponto negativo para o cristianismo na época, ou aconteceria uma revolução cultural para a qual o mundo ainda não estaria preparado. Nos tempos antigos as mulheres mal sabiam escrever. É uma consequência lógica não haver livros bíblicos escritos por mulheres. Paulo deu uma recomendação farizaica para aqueles ex judeus naquele contexto, naquela época para a aquela cultura para aquelas circunstancias. Isso não é mandamento algum, mas fazia parte da cultura da nação de Israel e Paulo não queria escândalos entre os novos convertidos Judeus débeis no entendimento.

205. Cristãos adoram dizer o quanto Jesus se sacrificou por nós. Mas, se Ele era Deus, como Ele não sabia que, em 3 dias, estaria no céu para nos governar? Se ele está lá e vivo, o que exatamente Ele sacrificou?

Jesus predisse várias vezes nos Evangelhos sua própria morte e ressurreição. A morte foi o sacrifício, e a ressurreição foi o símbolo de que o sacrifício deu certo: afinal, o sacrifício foi feito para nos livrar da morte. E Jesus foi o primeiro "humano" a se libertar da morte.

206. Se Jesus é o Messias esperado, Por que os judeus não o aceitam


Jesus quebrou as doutrinas judaicas porque aqueles homens colocavam, toda a religiosidade doutrinária, acima de tudo reduzindo o amor de Deus  infinitamente inferior as doutrinas e opressões religiosas. JESUS mostrou UM Deus infinitamente acima dessa ortodoxia! Em síntese O MESSIAS DISSE: Eu vim para q os não vêem vejam, os que não tem informação" perceba, os que não foram educados em ensino sagrado possam ver, não vim para quem acha que sabem de tudo, esses que acham que conhecem a  Deus, o endereço do céu, do inferno os que se dizem portadores das chaves do reino de Deus: que nada veem se tornem dia a dia cegos, esse que julgam saber quem são!! E quem não são os salvos!!!, como são!!! Quem tem todas essas certezas: A dizer: dos Líderes Religiosos. Vim para aqueles que não sabiam de mim, souberam intuitivamente mais de mim do que aqueles que tinham a escrituras nas mãos e julgavam saber  tudo do Messias e não identificaram a graça de Deus ambulantemente sobre eles, porque estavam cegos! Pelos véus da presunção, da informação teórica, da escrituras seca, arida, canalizadada doutrinada esvaziada de fé de Amor, de entrega, de humildade e de obediência por aquele que em obediência e humildade ande segundo a Deus! Os simples já sabiam quem era Jesus muito mais do que anos e anos de religião pedrada preconceituosaMoralista, os detentores superiores da verdade! Que ironia o cego viu os religiosos não! Isso é loucra para os homens, cegar a sabedora dos sábios e entrega la ao humildes

                                                          
207. Por que a genealogia de Jesus passa por José se ele não era Seu pai? E por que há duas genealogias diferentes, já a partir do pai de José?

Sobre a outra genealogia, há estudiosos que defendem a genealogia registrada em Lucas ser a de Maria e não de José. José é citado em Lucas talvez por motivos culturais judaicos, que evitavam colocar nomes de mulheres em documentos oficiais.

208. Jesus NÃO é Emmanuel! Portanto não é o Messias!


Isaías 07:10-16 Como facilmente pode ser percebido pelo contexto, o menino Emanuel seria um sinal para o Rei Acaz de que Deus estaria ao seu lado (o que justifica o "Deus Convosco") em um conflito contra dois reinos vizinhos. De acordo com o Is 7:1-9 , vemos que deus promete um sinal ao rei Acaz e este sinal é justamente o filho do próprio rei, que está para nascer. Jesus não é filho do rei Acaz.Isaías 8 esta criança seria o sinal que Damasco seria invadida e despojada. A palavra “virgem” ou “moça” usada aqui é ”´Almah” e refere-se a uma mulher que está prestes a se casar (noiva) ( 24:43; Pv 30:19). ”´almah” não é um termo preciso para virgem, o termo preciso para virgem é ”betulah”, que é definido como uma jovem que nunca teve relações sexuais. Exemplo Gn 24:16 – ”A jovem era muito bonita e virgem (Betulah); nenhum homem tivera relações com ela. Rebeca desceu à fonte, encheu seu cântaro e voltou”.Outra coisa que fica evidente é que Mateus, como um bom judeu do I século (não um gentio do sec.XXI que quer saber mais do que ele) conhecia perfeitamente a duplicidade profética desta profecia.Pense comigo, se um judeu do I século diz que uma profecia que todo judeu sabia de traz pra frente tinha sentido duplo, adivinhe? Se era tão absurdo assim, porque os milhares de judeus foram convencidos disso? heim?

O Messias conforme o pentateuco tinha que obedecer as seguintes credenciais:
1. Um profeta semelhante a Moisés (Dt 18:15-19);

2. Todos os profetas antes de Cristo profetizaram a vinda do Messias. Depois de Jesus não houve mais nenhuma escritura canônica veterotestamentário que deu continuidade a isto (At 3:...);

Logo, se depois de Jesus nem o Judaísmo recebeu mais nenhuma profecia acerca do Messias, subentende-se com isso que Jesus é o Messias.

3. Este profeta deveria ser descendente de Abraão (Gn 12). Jesus descende dele.

4. Este profeta descenderia de Isaque (Gn 21:12). Jesus descendia de Isaque. Bom, se deveria descender de Isaque, significa que o Messias não poderia ser àrabe.

5. Este profeta deveria ser descendente de Jacó (Nm 24:17). Jesus descendia de Jacó.

6. Este profeta seria da tribo de Judá (Gn 49:10). Jesus era da tribo de Judá.

Bom, Moisés morre e não há mais nenhuma profecia pentateuca. Agora é só vc ler o restante do AT que vc vai encontrar as demais profecias que vieram depois de Moisés até a vinda de Jesus.

CONTINUA>

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